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domingo, 6 de abril de 2014

Ticci Toby - O Inicio


Parece que há um longo caminho adiante, até chegar em casa. A estrada parece que não para de se estender a frente do veículo. A luz do farol do carro brilha através dos ramos das altas árvores verdes, e de vez em quando, ofensivamente refletindo a luz em seus olhos. 

O ambiente estava cheio de árvores verdes profundas, formando uma floresta em torno da estrada. O único som era do motor do carro. Um som tranquilo que deixava um sentimento sereno.
Embora o passeio parecia estar indo bem, os dois passageiros estavam com um pouco de medo.
A mulher de meia-idade atrás do volante tinha o cabelo curto e castanho que combinam perfeitamente com seu rosto. Ela usava uma camiseta verde de gola no formato V e uma calça masculina. Brincos de diamantes decorado em cada uma de suas orelhas, que estavam bem discretos por causa do seu corte de cabelo que os cobriam. Ela tinha os olhos profundamente verdes da mesma intensidade de sua camisa, e a iluminação parecia torná-los mais visíveis. Embora ela estivesse sempre sorrindo, sua expressão facial era sombria e triste.

De vez em quando ela olha pelo espelho retrovisor para certificar seu filho no banco de trás, que estava parcialmente debruçado sobre seus próprios braços, e sua cabeça encostada contra a janela fria.

O menino não tinha uma aparência normal, qualquer um a primeira vista poderia notar que ele tem algo suavemente errado. Seu cabelo castanho bagunçado para todos os lados, e sua pele pálida, quase cinza. Muito diferente de sua mãe, seus olhos eram escuros, e ele usava uma camisa longa e branca que o hospital onde ele estava fornecei pra ele. As roupas que ele estava usando antes, estavam muito rasgadas e com várias manchas sangue, essa roupa realmente não poderia ser mais usadas.
No lado direito de seu rosto é possível ver alguns cortes juntamente a divisão de suas sobrancelhas. Seu braço direito estava enfaixado do pulso ao ombro, devido a estilhaços de vidros que atingiu seu braço.

Seus ferimentos pareciam ser doloroso, quando na verdade ele não conseguia sentir nada. Ele nunca pode sentir nada. Essa é apenas uma das glórias sobre ele. Quando pequeno ele sofreu de uma rara doença que o levou a ser completamente insensível diante da dor. Ele nunca sequer chorou com algum machucado. Ele poderia ter perdido um braço e que não sentiria nada. Pode até parecer legal, mas devido a isso ele sofria transtorno psicológico, ele recebeu vários apelidos insultantes em curto espaço de tempo quando ele frequentava o primário, antes dele ser transferido para a um centro de tratamento devido a sua síndrome de Tourette, que levava ele a ter tique nervosos de maneira que ele não podia controlar. Ele iria acabar quebrando seu próprio pescoço se continuasse se contorcendo incontrolavelmente com esses tique nervosos. As crianças que o provocavam chamando ele de Tique-Toby zombando dos seus espasmos exagerados. Então ele também começou a ter aulas particulares. Era muito difícil para ele estar em um ambiente de aprendizagem normal com crianças o perturbando.

Toby olhou fixamente para fora da janela do carro, seu rosto estava inexpressivo.
Toby Rogers era o nome do menino. E a última vez Toby se lembrava de ter andado de carro, foi quando aconteceu um acidente horrível.

Ele não se lembra de muita coisa. Inconscientemente as mesmas cenas se repetia na sua mente antes de desmaiar outra vez. Toby tinha sido o sortudo, enquanto sua irmã, ela não teve tanta sorte. Quando ele começou a pensar em sua irmã mais velha, e que ele não podia voltar no tempo para ajudá-la, seus olhos começam a lacrimejar. As memórias horríveis repetia em sua mente. As memorias dele abrindo seus olhos e vendo sua irmã gritando de dor, seu corpo meio esmagada pelo carro, Toby estava pressionado contra o Air Bag do carro, sua testa perfurada de cacos de vidros e suas pernas e quadris imóveis.

Esta foi a última coisa que ele se lembrava de sua irmã mais velha querida.
O caminho para casa continuou parecendo durar uma eternidade. A viagem estava demorando por que sua mãe estava fazendo um caminho diferente para evitar passar na estrada onde aconteceu aquele acidente.

Finalmente o carro chegou no bairro de sua casa, e ambos estavam mais do que pronto para sair do carro e voltar para sua própria casa.

Era um bairro mais antigo, com casinhas pitorescas, todas próximas umas das outras.
 O carro passou em frente a uma pequena casa azul, com vidros das janelas brancas.
Ambos rapidamente reconheceram o veículo velho que estava estacionado na frente daquela casa, também reconheceram o homem que estava parado na porta. 

 Toby sentiu raiva e frustração automática ao reconhecer seu pai. Seu pai, que não estava nos momentos que ele mais precisava.
Sua mãe estacionou o carro na garagem ao lado da casa, ela desligou o motor e se preparava para sair do carro e enfrentar o marido.

- Por que ele está aqui? - Toby disse calmamente enquanto ele olhava para sua mãe, que chegou a abrir a porta do carro.
- Ele é seu pai Toby, ele está aqui porque quer te ver - Sua mãe respondeu com uma voz monótona.
- Porque ele quer me ver? Porque ele não foi me ver no hospital? Porque ele não foi ver minha irmã Lyra antes de morrer -  Toby estreitou os olhos para fora da janela.
- Ele estava bêbado naquela noite querido, ele não podia dirigir –
- Ah Sim, ele está sempre bêbado! - Toby abriu a porta antes de sua mãe e saiu cambaleando na calçada, Toby entrou na casa ignorando seu pai que estava de cabeça baixa, seu pais estava com uma expressão triste, se sentindo culpado com o que aconteceu.
Seu pai abriu os braços, esperando um abraço de sua esposa, mas ela também o ignorou, passando reto pra dentro da casa apoiando seu filho para que ele pudesse caminhar sem cambalear.
 - Connie - o marido começou a dizer com uma voz rouca: "Eu não ganho nenhum abraço de boas-vindas né?"

Ela ignorou as palavras desagradáveis do seu marido e continuo caminhado com seu filho apoiado em seus braços.
- Ei, ele já tem 16 anos ele já sabe andar sozinho", disse o pai, seguindo eles dentro de casa.
- Ele tem 17 anos – Disse sua esposa Connie - Toby, por que não vai para seu quarto descansar um pouco? Quando o jantar estiver pronto eu levo pra você.
- Não, eu já tenho 16 anos e eu posso sozinho mãe - disse Toby, sarcasticamente, olhando revoltado para seu pai, ele subiu as escadas para seu quarto, onde ele bateu a porta com violência.

Seu pequeno quarto não tinha muita coisa nele. Apenas uma pequena cama, uma cômoda, uma janela e nas paredes tinham algumas fotos emolduradas de sua família, quando eles ainda eram uma família, antes que seu pai se tornasse alcoólatra e começasse a agir com violência para o resto de sua família. Toby se lembrou de quando ele estava discutindo com sua mãe e ele agarrou ela pelos cabelos e a empurrou para o chão, e quando sua irmã Lyra tentou segura-lo, ele também empurrou e ela fazendo-a bater as costas para no canto do balcão da cozinha. Toby nunca poderia perdoá-lo pelo que ele fez com sua mãe e irmã. Nunca.

Toby estava perto da janela e olhando para a rua. Ele podia jurar que ele via alguns vultos no canto do olho, mas também pensava que era coisa de sua cabeça depois de ter tomado várias medicações a pouco tempo.

Sua mãe o chamou para descer e jantar, Toby desceu as escadas rapidamente, sentou-se à mesa bem de frente a seu pai, do seu lado esquerdo sua mãe estava sentada e do lado direito uma cadeira vazia a qual antes sua irmã ocupava.

A comida estava servida na mesa, uma maravilhoso banquete, mas Toby se recusou a comer. Ele apenas observava seu pai com um olhar vazio. Ele também encarava Toby e desviava seu olhar para seu prato, que ele ao menos tocou. Então ele se retirou da mesa e voltou para seu quarto.
Toby deitou-se em sua cama, ele puxou as cobertas sobre a cabeça e olhou para janela. Ele estava cansado, mas de maneira alguma ele conseguia dormir. Ele não podia, não havia muito o que pensar. Ele não sabia se deveria fazer como sua mãe e perdoar por suas ações ou continuar guardando rancor com seu ódio fervente.

Ele ouviu o som da porta sendo aberta, sua mãe caminhou para cama dele sentou-se ao lado onde ele estava deitado, ela estendeu a mão e esfregou em suas costas.

- Eu sei que é difícil Toby, mas confie em mim, eu te entendo, mas eu prometo que tudo vai melhorar - disse ela em voz baixa.
- Quando é que ele vai embora? - Toby disse com um tom inocente em sua voz trêmula.
Connie abaixou a cabeça e respondeu.
- Eu não sei querido, ele vai ficar conosco, até quando eu não sei.

Toby não respondeu. Ele apenas continuou a olhar para a frente para a parede, segurando seu braço danificado perto de seu peito.

Depois de alguns minutos de silêncio, sua mãe suspirou, inclinou-se para dar um beijo em seu rosto e se levantou, enquanto fechava a porta ela disse

- Boa noite querido.

 As horas passavam lentamente, e Toby não conseguia parar se mexer e revirar pela cama. Toda vez que ele estava pegando no sono, ele ouvia o barulho de pneus, os gritos de sua irmã, e ele incontrolavelmente se contorcia na cama de agonia.

 Então ele jogou pra fora da cama as cobertas e virou seu rosto para baixo contra o travesseiro. Ele sentia seu peito se enchendo com a força que seu diafragma fazia enquanto ele chorava. Ele ouvia seu próprio choro. Ele pressionou ainda mais seu rosto enquanto gritava lamentando tudo que estava acontecendo.

Após alguns segundos, ele jogou o travesseiro pra fora da cama também e sentou-se, curvado, segurando a cabeça, com lágrimas escorrendo de seus olhos.
Ele não conseguia parar de chorar. Ele tentou se acalmar, mas ele não conseguia parar de tremer, se lamentar e choramingar. Então ele se levantou caminhando para janela do seu quarto, respirando fundo tentando se acalmar.

 Ele esfregou os olhos e olhou para os altos pinheiros em frente. De repente ele parou de chorar, quando ele viu que algo que estava sob um poste de luz na rua. Ele ouvia um zumbido nos ouvidos e ele não conseguia desviar o olhar.

 A figura estava ao lado do poste de luz na rua, cerca de 2 metros ou até mais, dois braços longos e algumas espécies de tentáculos em suas costas, aquela figura estava olhando para Toby, mesmo que aquilo não tinha olhos. A figura não tinha as características normais em seu rosto. Sem olhos, sem boca, sem nariz, ainda sim Toby ficou meio que hipnotizado olhando sem piscar para ele. O zumbido nos ouvidos ficou mais alto e mais alto a medida que aquela coisa se aproximava, então tudo foi ficou escuro.

Na manhã seguinte, Toby acordou em sua cama. Ele se sentia estranho, ele ainda estava muito cansado, parecia que ele estava deitado ali, acordado por horas. Ele não tinha pensamentos sólidos fluindo por sua mente. Ele se sentou lentamente e tropeçou contra a parede quando tentou se levantar, ele estava muito tonto. Ele cambaleou até a porta e desceu as escadas. Seus pais estavam sentados à mesa, seu pai prestava atenção na pequena televisão em cima do balcão, e sua mãe lia o jornal. Ela rapidamente percebeu a presença de Toby se aproximando dela.

- Bom dia dorminhoco, pelo jeito você dormiu tarde de novo. – Disse ela com um grande sorriso no rosto.
Toby lentamente olhou para o relógio e percebeu que já eram 12:30
- Eu preparei seu café da manhã, mas como você não acordou cedo, ele já esfriou, eu até ia te acordar, mas vi que você precisava dormir - a expressão de felicidade saiu do seu rosto quando ela perguntou a Toby. - Você está bem?

Toby caminhou até seu pai. Ele se sentiu como se estivesse sendo controlado, ele não tinha controle sobre suas ações. Ele só conseguia olhar, enquanto seu corpo agia involuntariamente. Ele abriu os braços como se fosse abraçar seu pai, mas seu pai ergueu as mãos empurrando ele contra a parede.
- Não me toque menino! " Gritou ele.
Sua mãe se levantou e gritou
- Não encoste no meu filho! Saia dessa casa! A última coisa que precisamos é de você por perto!
O pai dele saiu, mas voltou mais tarde naquele dia, como se nada tivesse acontecido.
Os dias se passaram, e as coisas continuaram da mesma forma. Connie passava a maior parte de seu tempo a limpeza da casa, e seu grosseiro marido só resmungava por tudo, todo dia eles discutiam. Era exatamente como costumava ser antes do acidente.
Toby evitava sair do seu quarto. Sentava-se ao lado da cama estremecendo. Só saia de lá quando sua mente o lembrava de comer. Ele ficava andando pelo seu quarto como um animal enjaulado parava um pouco e olhava pela janela. Este ciclo se repetia continuamente.
Connie era agredida várias vezes por seu marido, sendo muito submissa a ele, enquanto Toby ficava em seu quarto.

 Em uma dessas tardes, Toby teve mas uns de seus tique nervosos, e sem pesar direito ele começou a mastigar suas mãos, rasgando a carne de seus dedos. Ele iria roer suas mãos até sangrarem. Nesse momento sua mãe entrou no quarto e viu essa cena horrível, a primeiro momento ela não sabia o que fazer. Então ela desceu as escadas e pegou o kit de primeiros socorros e enfaixou seu braço. Nesse momento ela prometeu a si mesma que não deixaria ele sozinho novamente.
Então ele se isolou novamente em seu quarto e passou a odiar todas pessoas que tentavam se aproximar dele. Sua memória começou a ser afetada. Ele não se lembrava de coisas que havia acontecido há alguns segundos, minutos, horas, dias e assim por diante. Ele também começou a falar um monte de bobagens, sobre coisas completamente absurdas. Ele dizia ver coisas, disse haver tubarões em sua na pia enquanto lavava os pratos, ouvia grilos em seus travesseiros, e via fantasmas do lado de fora da janela do seu quarto. 

 Sua mãe ficou muito preocupada com sua saúde mental, ela decidiu que seria bom leva-lo para falar com um profissional sobre o que ele estava sentindo.

Connie e Toby entraram no edifício, segurando sua mão ela guio seu filho até a recepção.
 -Sra. Rogers? - A moça atrás do balcão perguntou.
- Sim, sou eu - Connie balançou a cabeça - Estamos aqui para ver o doutor Oliver, eu estou aqui com Toby Rogers.
- Sim, por aqui – Disse a atendente levantando-se e acompanhado Connie e Toby para um longo corredor. Toby olhava para a obras de arte emolduradas pelos corredores e em sintonia com o som dos saltos altos da senhora no chão de madeira dura. Ela abriu a porta para uma sala com uma mesa e duas cadeiras.
- Podem se sentar e ficar à vontade, vou chamar a Dr. Oliver - Ela sorriu e segurou a porta aberta.
Toby caminhou na sala e sentou-se à mesa. Ele olhou para sua mãe e para moça do balcão antes dela fechar a porta lentamente.
 Ele estava agoniado com suas mãos firmemente enfaixadas, então começou a morder as ataduras para tentar desembrulhar suas mãos, mas foi interrompido quando a porta se abriu e uma jovem mulher com um longo vestido preto e branco, e grandes cabelos loiros, ela segurava uma prancheta e uma caneta.
 - Você que é o jovem Toby? – perguntou ela com um sorriso.
Toby olhou para ela e balançou a cabeça.
- Prazer em conhecê-lo Toby, meu nome é Doutora Oliver - ela estendeu a mão para cumprimentá-lo, mas percebeu que suas mãos enfaixadas. Então ela puxou uma cadeira, sentando a frente dele.
- Então, vou te fazer algumas perguntas, pode responder com calma, e da forma mais honesta possível, ok? - Ela colocou a prancheta em cima da mesa e Toby acenou com a cabeça.
 - Quantos anos você tem Toby?
- 17 – respondeu ele calmamente.
Ela fez uma pequena anotação na folha e fez a próxima pergunta.
- Qual é seu nome completo?
- Toby Erin Rogers.
- Qual a data do seu aniversário?
- 28 de abril.
- Quem são os membros da sua família atualmente?
 Toby parou por um minuto antes de responder a pergunta.
- Minha mãe, meu pai, e ... M- minha irmã.
- Eu soube o que aconteceu com sua irmã ... Eu realmente sinto muito - a expressão do rosto da Dra. Oliver foi entristecendo, olhando Toby cheio de compaixão.
- Você se lembra de algo antes do acidente? -Toby desviou o olhar para sala. Sua mente ficou em branco por um momento. Ele olhou para seu colo, e em torno, ele começou a ouvir um som fraco. Seus olhos se arregalaram e ele ficou congelado em seu lugar.
-Toby, Toby você está ouvindo? – perguntou Dra. Oliver.
Toby sentiu um arrepio descer pela sua espinha quando ele olhou para fora da pequena janela através da porta, onde ele viu. Aquela mesma figura, olhando para ele. Toby arregalou os olhos, os sons dos ruídos foram aumentando cada vez mais, até que o grito da doutora fez que Toby acordasse desse transe.
-Toby! - Ela gritou.
Toby deu um pulo que até caiu de sua.

Doutora Oliver levantou-se, segurando prancheta contra o peito. Seus olhos expressavam um olhar de surpresa e medo.

Após um tempo, Toby se acalmou, seus olhos relaxaram e sua respiração já não era ofegante.
Naquela noite, Toby deitou em sua cama. Seus olhos se fechavam lentamente enquanto ele pegava no sono. Quando ouviu um som de passos vindo do corredor. Ele se sentou na cama, olhando para porta aberta. Não havia luz, tudo estava sendo iluminado pelo brilho azul luminescente da lua através de sua janela, deixando uma iluminação fria. Ele se levantou e caminhou lentamente em direção à porta, quando se aproximou da porta, ela se fechou bruscamente, batendo a porta em seu rosto. Ele suspirou e caiu para trás. Ele caiu no chão e começou a respirar pesadamente, seus olhos estavam bem abertos. Ele esperou por alguns segundos antes de se levantar. Ele estendeu a mão e agarrou a maçaneta da porta fria com a mão ainda enfaixada então abriu a porta. Ele olhou para o corredor escuro e foi caminhando silenciosamente.

 A janela no final do corredor iluminou a escuridão com a luz da lua azul. Ele podia ouvir os passos farfalhando ao redor dele, e também ouviu um fraco riso, suava como uma criança tinha corrido na frente dele, rindo e correndo por ali. Ele estava caminhando ha algum tempo pelo corredor, quando ele percebeu. Parecia que aquele corredor não havia fim. Ele ouviu um rangido da porta a sua frente.
- M- mamãe - ele disse em voz trêmula.

De repente, a porta atrás dele se fechou ele deu um pulo assustador se virou onde viu que a porta foi fechada. Atrás dele, ele ouviu um gemido estranho e longo que soava como cochichos do lado direito do seu ouvido. Ele se virou tão rápido quanto pode para ficar cara a cara com nada mais que, sua irmã morta.

 Os olhos dela estavam totalmente escuros e sua pele pálida, O lado direito de sua mandíbula estava pendurada no rosto pelo tecido muscular de sua pele, um grande pedaço de vidro estacado em sua testa, e sangue, muito sangue negro escorrendo por seu rosto, seu cabelo loiro amarrado para trás em um rabo de cavalo como sempre foi, ela vestia a mesma roupa que usava no dia do acidente elas estavam manchada de sangue. Ela estava apenas uma polegada de distância do rosto de Toby.

Toby caiu de joelhos no chão e com muito medo começou a engatinhar para trás tentando se afastar dela. Ele arrastou-se para trás até que ele encostou em algo.

Ele parou por um segundo. Tudo estava morto em silêncio, exceto por sua pesada respiração e choro. Ele lentamente olhou para cima para encontrar o rosto branco de uma figura alta que estava em cima dele. Atrás dessa figura alta e escura, havia uma fileira de crianças, crianças de 3 a 10 anos, os olhos delas eram completamente negros e lacrimejavam sangue.

Ele gritou, se levantou tão rápido e começou a correr, mas caiu de joelho quando uma espécie de tentáculos enrolou por seu tornozelo. Caído no chão ele tentava gritar para expressar o seu medo, mas não saia um som de sua boca, ele não conseguia gritar.

Toby acordou desesperado. Ele começou a se acalmar quando percebeu que era apenas um pesadelo. Ele colocou a mão no próprio peito sentindo seu coração. 

 - Foi apenas um sonho .... Apenas um sonho.

Ele se acalmou e voltou a deitar na cama. Era como se um peso enorme estivesse em sua consciência. Ele se levantou e caminhou até sua janela. Ele não viu nada. Ninguém estava lá fora. Nada nem ninguém.

Ele ouviu o farfalhar e tosse de seu pai para fora da porta. Sua porta estava fechada.
Ele se aproximou e abriu-a. Olhando para o corredor mais uma vez. Ele caminhou pelo corredor e entrou na cozinha, onde ele encontrou seu pai em pé e fumando um cigarro em sua sala de estar.
Toby esperou um segundo e observou de todo o canto antes de uma sensação de queimação começar a agir fundo de seu peito.

Ódio, queimação e raiva tomou conta dele. Ele ouviu as pequenas vozes imaginárias em sua cabeça.
 "Acabe com isso, acabe com isso, acabe com isso ". Ele se virou e segurou seus braços. Ele sentiu como se ele realmente tinha o controle sobre si mesmo, ao contrário do que fez nas últimas semanas desde que ele chegou em casa do hospital.

 Na verdade, ele tinha pensamentos claros por apenas alguns momentos antes de sua mente for obscurecida pelas pequenas vozes em sua cabeça.

"Mate ele, ele não estava lá, ele não estava lá, mate ele, mate ele", as vozes continuaram. Toby tremeu. Não. Não, ele não ia fazer isso. Eles estava ficando louco? Não. Ele não vai matar ninguém. Ele não pode. Ele odiava seu pai, mas não odiava a ponto de matá-lo.

A influência das vozes em sua cabeça era demais. Ele começou a caminhar em silêncio atrás de seu pai. Ele estendeu a mão sobre o balcão e pegou a maior faca que estava lá. Ele firme na mão. Ele sentiu a sensação de assumir o seu peito. Ele soltou uma risadinha. "Hehe ... heheh ... hehehehehe ! HAHAHAHA ! ", Ele começou a rir tanto que que chamou a atenção do seu pai. Ele se virou abruptamente antes que dele sentir uma força bruta empurrá-lo para o chão. Ele grunhiu quando ele foi nocauteado. "O quê!", Ele olhou para o menino que estava em cima dele, agarrando a faca de cozinha na mão. "Toby o que você está fazendo!", Toby foi pegar em seu pescoço, mas seu pai estendeu a mão bloqueado a mão agarrando ele pelo pulso.

- Pare! Saia de mim seu filho da mãe - Ele gritou, e com a outra mão ele jogou um soco para fora do centro do ombro de Toby, mas ele não parou. O olhar nos olhos de Toby não era sensato. Era como se um demônio tinha tomado o controle sobre ele.

 Ele gritou de volta e tentou dar uma facada a facada no peito de seu pai, mas novamente foi bloqueado. Seu pai tentava tira-lo de cima dele, mas Toby expôs seus pés na frente dele e conseguiu um duro golpe direto para o seu rosto. Seu pai recuou e puxou seus braços para longe para algemar seu rosto, mas Toby voltou-se e dirigiu a faca diretamente em seu ombro. Seu pai soltou um grande grito e saiu para puxar a faca, mas antes que ele pudesse, Toby jogou seu punho em linha reta em seu rosto.

Ele começou a bater com os punhos em sua cabeça, rindo e respiração ofegante. Ele quebrou o pescoço, pegou a faca e começou a rasgar seu pai arrastando a faca do ombro ao peito e repetidamente esfaqueado em seu torso, o sangue derramando e se espalhado por toda parte. Ele não parou até que o corpo de seu pai parasse de se contorcer.

 Ele jogou a faca para o lado e se inclinou sobre seu corpo, tossiu e respiração ofegante. Ele olhou para o seu rosto, até que um grito alto quebrou o silêncio. Ele olhou para ver sua mãe em pé a poucos metros de distância, cobrindo a boca, lágrimas escorrendo de seus olhos.
-Toby - ela gritou - Por que você fez isso? porquê! Toby se levantou e começou a se afastar de cadáver ensanguentado de seu pai. Ele começou a se voltar para fora da cozinha. Ele olhou para as bandagens encharcadas de sangue em suas mãos e olhou para sua mãe uma última vez antes de ele se virar e correr para fora da casa.

 Ele correu para garagem e bateu a mão contra o painel de controle na parede e apertou o botão para abrir a porta da garagem. Antes ele pegou dois pequenos machados do seu pai, que tinha sido pendurado na prateleira ferramenta acima de uma mesa cheia de frascos, cheio até a borda com velhos pregos enferrujados e parafusos. Um dos machados era novo, tinha uma alça laranja brilhante e uma lâmina brilhante, o outro era velho com um cabo de madeira e uma lâmina cega.
Ele agarrou os dois e olhou para a mesa e seus olhos encontraram uma caixa de fósforos e debaixo da mesa era um tanque de gasolina vermelho. Ele segurou ambos os machados em uma mão e fez uma trilha de gasolina do tanque até a calçada da rua.

 Ao aproximar-se da luz da rua que ele podia ver a sua própria janela do quarto, ouviu as sirenes da polícia para longe. Ele virou-se e as luzes vermelhas e azuis veio correndo pela rua. Toby ficou parado por um segundo, antes que ele abriu a tampa do tanque de gasolina e correu pela rua, derramando gasolina por toda a rua atrás dele e ele se virou para correr para as árvores. Ele derramou a última gota de gasolina enfiou a mão no bolso e tirou um fósforo. Ele bateu contra o caixa e imediatamente deixou cair. Em um instante, as chamas irrompeu em torno dele. O fogo pegou para as árvores e arbustos ao redor dele e antes que ele percebesse, ele também foi cercado pelo fogo. As silhuetas de carros de polícia, era visível através das chamas quando ele recuou para a floresta ao seu redor. Ele olhou ao redor, mas sua visão estava turva, seu coração estava batendo mais forte e ele fechou os olhos por um momento. Era isso. Este foi o fim.

Toby sentiu uma mão em seu ombro. Ele abriu os olhos e olhou para ver uma grande mão branca, com longos dedos ósseos que descansava em seu ombro. Ele seguiu o braço que foi anexado à mão para um vulto escuro imponente. Ele parecia estar vestindo um terno preto escuro, e do rosto estava completamente em branco. Ele elevou-se sobre o corpo pequeno de Toby e olhou para ele. Toby já sabia que era seu fim, ele foi ensurdecido e cercado pelo som de zumbido nos ouvidos. Tudo ficou em branco.

Era isso. Esse foi o fim. E foi assim que Toby Rogers morreu.
 Poucas semanas depois, Connie sentou-se na cozinha de sua irmã. A irmã dela, Lori sentou ao lado dela para beber uma xícara de café.

Cerca de três semanas atrás, Connie perdeu seu marido e seu filho e algumas semanas antes, ela perdeu a filha a um acidente de carro. Desde então, ela foi morar com a irmã. A polícia manteve ela sob vigilância até que tinham acabado de solucionar o caso sobre a história tinha sido lançado há duas semanas e as pessoas começaram a deixar de lado a notícia do assassinato e incêndio e se preocupavam com os novos casos.

Lori ligou o TV no canal de noticiário. Na TV o repórter começou a introduzir o novo título.

"Temos notícias de última hora! Ontem à noite, houve um assassinato relatado por 4 indivíduos. Não há suspeitos ainda, mas as vítimas eram um grupo de crianças da escola secundária que estavam na floresta na noite passada. As crianças tinham sido "espancadas" e esfaqueado até a morte. Os pesquisadores descobriram uma arma na cena do crime que parece ser um velho machado de lâmina maçante, como você pode ver aqui "O retratado alterado para mostrar tiros snap da arma exatamente como ele foi deixado na cena do crime."



Os investigadores tinha puxado o nome de um possível suspeito, Toby Rogers, um menino de 17 anos que há algumas semanas tinha esfaqueado o pai até a morte e tentou encobrir sua fuga através da criação de um incêndio nas ruas e na área de floresta ao redor do bairro. Apesar de terem acreditado o menino tinha morrido no incêndio, os investigadores suspeitam que Rogers ainda pode estar vivo, devido ao fato de que seu corpo nunca foi encontrado."

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Blog

Antes da matéria, vou falar de um blog muito bom chamado : lostinthehell. Ele tem matérias de todos os tipos e para todos os gostos. Agora, vou mostrar um pequeno texto tirado de lá.

"Uma noite,um céu,um frio inexplicável,um dia horrível,uma casa...
 É perturbador.Estar sozinho...Não sozinho,em más companhias ,sussurros...Eu sei  que estão aí...Não necessariamente.Podem estar em 2,3 lugares ao mesmo tempo.
 Nunca consigo me esconder...Onde eu estou, eles estão,onde você está eles estão.
 Sem expressão,ou com expressões demais, sempre estão lá,te vendo,nem que seja longe,em um canto,ou perto respirando em sua nuca...
 Eles estão aí,aqui,perto,longe,em todos os lugares, isso depende de você...
 Eles são infinitos,alguns precisam de ajuda para se manter longe deles,alguns se unem e ficam falando deles, e cada vez mais eles podem estar colados com você.
 Eles podem te acompanhar ,ou ficar onde estavam mas te seguir em simples lembranças...
 Alguns se acostumam com eles...Alguns são eles.
 Alguns deles não são feios,não tem formas horríveis,alguns,para outros ,não são nada...
 Mas todos tem um,dois,milhares...
 Todos tem um medo.
 Essa é só mais uma história, e a sua como é?"

sábado, 28 de setembro de 2013

As camadas da deep web

Olá, aqui é a Ana. Após muito tempo sem postar estou de volta. Eu , após vários pedidos, e após o sucesso da série: Desmascarando as fotos da Deep Web, vou escrever uma série dizendo o que realmente tem nela. 
Primeiro vou falar das camadas.

Level 0 Web (primeira camada) – Common Web:

É a ponta do iceberg, é basicamente tudo que você conhece e acha que é o limite, que até a sua avó acessa, é a parte onde aparece no Google e todo mundo acessa normalmente e sem medo (teoricamente).


- Level 1 Web (segunda camada) – Surface Web:

Ainda não estando muito fundo, é a parte mais “escura” da internet normal que você usa, é o lugar aonde sites como Reddit, Newgrounds, sites eróticos e Bancos de Dados de sites comuns ficam, mas ainda são fáceis de ser acessados por qualquer um.


- Level 2 Web (terceira camada) – Bergie Web:

Esse é o mais fundo que qualquer usuário consegue chegar sem nenhum conhecimento de programação, esse é o limite que o “Google” consegue indexar no seu buscador, nessa camada ficam hospedagens de sites, hackers conhecidos, 4chan entre outros sites que são conhecidos por todos – ou não-.



- Level 3 Web (quarta camada) – Deep Web:

E chegamos no meio do nosso iceberg, aqui é a Deep Web, onde só acessado com Proxy, aqui aonde fica escondido o que você pensava que não existia na internet, você pode encontrar arquivos, artigos sobre vírus, conteúdo adulto pesado/ilegal, manuais de suicídio, entre outras coisas além do nosso conhecimento.


- Level 4 Web (quinta camada) – Charter Web:

Aqui é a verdadeira Deep Web, onde você precisa ter um pouco de atenção se você chegou até aqui provavelmente tenha conhecimento sobre Proxy e os navegadores próprios para o uso da camada (TOR), é o máximo que muita gente conseguiu chegar, aqui você encontra literalmente de tudo que eu havia citado, tudo que você precisa você encontrará aqui, livros, artigos, arquivos, downloads de música e de filmes, e para o povo mais “hardcore“, encontraria os conteúdos pesados como pornografia pesada(leia-se: estranha), arquivos militares, contratação de hackers e crackers, fóruns da Anonymous, pedofilia, necrofilia, exemplos de suicídio, assassinos e exemplo de assassinatos, entre outras coisas realmente “cabulosas” ou até mesmo ilegais, mas calma pequeno padawan não precisa ter medo, porque você só encontraria se quisesse e procurasse, como você viu anteriormente, nada na Deep Web é jogado na sua cara, se chegou até aqui foi através de pesquisa ou curiosidade. Lembre-se do ditado sobre curiosidade e como o gato se deu mal com isso.


- Level 5 Web (sexta camada) – Mariana’s Web:

A partir desta camada, é aonde a “mitologia virtual” começa (não há como confirmar a veracidade dessas camadas), são apenas lendas virtuais que são interessantes de estudar. Aqui que toda a parte da Internet se encontra mas é quase impossível de ser acessada, a famosa Mariana’s Web está fora do alcance de muitos e mesmo consigam acessar até a Charter Web teriam dificuldades extremas para chegar até aqui, segundo informações retiradas de vários sites, você necessita resolver o “Polymeric Falcighol Derivation“, que são mecânicas quânticas necessárias para conseguir acessar essa parte da DW, aqui é aonde a verdadeira parte perigosa está, aonde poucos tem a habilidade de conseguir acessar e os que estão aqui provavelmente não estão querendo boa coisa. Aqui você pode encontrar teorias da conspiração (diferentes e mais relevantes que você está costumado a ouvir sobre, algumas até realmente chocantes), experimentos físicos e termo-nucleares, Inteligência Artificial, experimentos de clonagens, algorítimos geométricos, redes de assassinos, construção de supercomputadores, bases de dados militares e governamentais, e até a verdadeira localização da perdida “Atlantis”. Aqui é aonde você deve ter cuidado onde você entrará, porque aqui você estará entrando em um risco muito grande.
Muitos dizem que já entraram na Mariana’s Web, mas poucos conseguem dizer o que há realmente lá dentro, mas é algo bem maior do que você consegue imaginar, vai além da sua imaginação, muito do que pode ser encontrado nessa camada, você acharia que era um filme fictício.


- Level 6 Web (sétima camada) – ?

Aqui é a linha entre a sexta camada, e a oitava camada, não muda muita coisa.


- Level 7 Web (oitava camada) – The Fog/Virus Soup

Não há melhor forma de explicar o Sétimo Nível como um “campo de batalha”, aqui é aonde verdadeiros hackers que tem conhecimentos físicos, quânticos, entre outros elementos da física estão, aqui é aonde todos tentam entrar na última camada, que seria o Level 8, enquanto tentam entrar, eles tentam impedir os outros de chegar, é basicamente a verdadeira guerra da Internet aonde ninguém está vendo, e é o ultimo lugar no universo que você gostaria de estar.


- Level 8 Web (última camada) – The Primarch System

Este nível é praticamente impossível de ser acessada diretamente. O “Sistema Primarca” é que controla a internet e tudo que vemos e ouvimos, não há governos ou organizações que conseguem ter o controle dessa camada, ninguém sabe o que tem nessa camada, ela foi anonimamente descoberta no começo dos anos 2000, esse sistema envia informações inalteráveis e invisíveis para toda a internet (sim, literalmente 100% de tudo que você conhece e não conhece), de forma aleatória, há muitas teorias da conspiração do que pode ter nessa internet, como teorias de seres de outro mundo, outras dimensões que controlam o nosso mundo, aqui é o verdadeiro desconhecido.





terça-feira, 3 de setembro de 2013

Agradecimento



Oi, aqui é a Ana. Eu vim agradecer a vcs leitores por esse um ano de blog, por todos os comentários positivos e incentivos. Eu quero dizer que eu amo ser blogueira, essa é uma das melhores experiencias que eu tive na vida, eu quero agradecer ao Pablo, ao Hugo por terem me recebido tão bem no blog deles. Apesar deu ter entrado há uns dois meses, sinto como se eu estivesse aqui desde o inicio.

Parabéns Scary universe!

Creepypasta de anivérsario--O lado negro do SCARY UNIVERSE

Eu sempre fui uma pessoa curiosa e diferente das outras crianças, mas minha familia sempre achou isso normal, afinal toda criança é curiosa.



Quando eu cheguei na adolescencia, minha curiosidade pelas coisas assustadoras aumentou, eu acabei me viciando em creepypastas, todo dia eu ficava horas na internet lendo esses contos de terror, foi assim que eu comecei acessar o Scary Universe.


No inicio foi bom, mas as coisas começaram a ficar estranhas. Em uma noite estava sozinha em casa e fui ler o blog como era de costume. Quando eu entrei nele vi uma coisa estranha, era como se uma caixa de texto tivesse sido aberta

no canto esquerdo da tela.

Uma pessoa normal ficaria com medo e fecharia a a pagina facilmente, mas eu não, eu fiquei. Um tempo depois surgiu uma mensagem na caixa:


--Boa noite, princesinha!Não gosto que fique sozinha...Vou lhe fazer companhia 


--Pare de graça! -eu digitei pensando que fosse graça de alguém


Enquanto eu digitava, começaram a bater na porta, quase como um piscar de olhos. Quando cheguei à porta, as batidas pararam, eu olhei para fora e ninguém estava lá.Mas do que rapido voltei para o computador.Qual minha surpresa ao ver uma outra mensagem:


--Olhe no outro quarto...


Morta de medo eu abrir a porta e entrei no outro quarto, lá tinha uma mensagem escrita com sangue dizendo:


"Eu estou aqui com você"

Morta de medo, tento pegar o telefone pra pedir ajuda. Mas, sinto um toque gelado, fico quieta.Queria gritar mais estava com medo, muito medo.Aos poucos aquele toque se transformou em arranhadas.Fechei os olhos.


De repente os toques e arranhadas pararam., abro meus olhos e vejo outras mensagem escrita com sangue:


"A morte está na sua frente"

Começo a sentir uma respiração.Credo, sinto algo perto de mim.As luzes apagam.Vejo olhos vermelhos atrás de mim.Olhos que vem acompanhados de garras que pegam no meu braço e me machucam, a dor foi a ultima coisa que sentir antes daquela criatura me envolver em um mundo escuro e frio...

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No dia seguinte, dois policias vão á casa de uma jovem assassinada:
--Chefe o que acha que ocorreu aqui?
--Não sei.Mas foi uma crueldade fazer isso com uma menina tão jovem...
--Chefe, acho melhor chamar reforços!
--Porque?
--Estou sentindo que ele ainda está aqui...Alguma coisa gelada pegou em meus braços.

Nota da autora: Cuidado a morte pode estar na sua frente ou atrás de vc lhe vendo acessar o blog.Fica a dica ;)

1 Ano do blog!!!! \o/ \o/ \o/

Estamos completando 1 ano hoje galera!!! \o/ \o/ \o/
Cara, me lembro do dia que criei o Scary Universe como se fosse ontem, é realmente bastante tempo, ainda hoje vamos postar nosso post especial de aniversário, que foi escrito pela Ana, com algumas pouquíssimas sugestões minhas, aviso que o post está simplesmente Épico, agradeço em nome de toda a equipe por vocês nos fazerem chegar até aqui!

O blog passou por várias altas e baixas até chegar onde está, chegamos em 1 ano com mais de 90.000 views (inclusive estamos quase chegando em 100.000)

Hoje é um dia muito especial para mim, e para toda nossa equipe

Só passei com esse aviso bem rápido para que vocês ficassem sabendo do aniversário e também que o post especial será colocado no ar ainda hoje (é claro)

É só isso mesmo galera, o post foi bem rápido aqui, então... até a próxima

domingo, 25 de agosto de 2013

Desmascarando as fotos da Deep Web #1

Oi, aqui é a Ana! Nesse post, eu estarei desmascarando as principais fotos da Deep Web. Após muitas pesquisas descobri que a maior parte das fotos são falsas ou não tem nada haver com o contexto.Bem, vamos lá:

Essa primeira imagem foi postada em diversos blogs, eles diziam se tratar de uma imagem sombria de Deep Web.Mas na verdade,essa foto foi tirada por um veterano da agência Magnum e o autor da foto é Bruce Davidson.
A foto conta a história de um homem envelhecido, talvez esperando alguém importante, um homem sem nome... um simples palhaço e sua tenda de circo.
NADA de misterioso.




Foto: Galera, como uma das nossas principais funções é desmitificar a Deep Web, aqui vai algo relacionado a fotos que dizem ser de lá e ainda acreditam...

Por Alexandre Wotan, que nos enviou na inbox. Essa foto não surgiu na Deep Web e nem tem nada de horrendo, ela é de um filme chamado Conto do Dia das Bruxas.

Se você tem alguma foto que dizem ser da Deep Web e saiba a real origem dela, nos envie no inbox, não deixaremos de colocar os créditos para a pessoa.

~Spidey

Essa segunda foto seria o que? Um grupo extremista? Algo macabro?Não. Essa foto nem surgiu na Deep Web e nem tem nada de horrendo, ela é de um filme chamado Conto do Dia das Bruxas.





Foto: Alguns dizem ser um bando de crianças assassinas da Deep Web.

Eu digo que é uma foto do filme de terror The Brood. 

Mito.

~SpideyEssa terceira foi uma das que me deixou mas curiosa. Seriam crianças canibais e assassinas da Deep Web?


 Mas depois eu descobri que era apenas uma cena do filme de terror The Brood. 




Se vocêS CURTIRAM comentem, que eu ainda conheço muitas farsas como essa, se a matéria tiver muitos comentarios eu farei a continuação!

FONTE: DEEP WEB BR



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