Mostrando postagens com marcador Casos Reais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Casos Reais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Bonecos de Bebês


Na área rural do sul, Illinois, uma empresa de brinquedos, começou a vender bebês de brinquedo "extremamente realistas" para as futuras mamães. Mas, aparentemente, depois que a mulher tinha seu filho, o bebê de brinquedo começava a chorar.

No final das contas, o "movimento de balanço", antes anunciado para acalmá-lo, não adiantaria; para ele parar, você não poderia parar de balançá-lo. Com o passar do tempo, quando ele começava a chorar, os pais teriam que bater nele, e as surras teriam que ficar mais e mais fortes para que ele ficasse quieto. A única coisa que parecia silenciá-lo permanentemente era arremessar sua cabeça contra a parede, destruindo qualquer mecanismo.

Porém, em várias ocasiões, os vizinhos chamavam a polícia para relatar o abuso de crianças. Quando os policiais chegavam, encontravam o sangue escorrendo continuamente na parede e chão.

Na maioria dos casos, a mãe não conseguia entender porque a polícia estava lá. Ela simplesmente havia se livrado da "boneca estúpida", a maioria enquanto falavam isso balançavam um boneco em formato de bebê nos braços.


Fonte:Error404Creepypasta

sábado, 20 de julho de 2013

O sinistro cemitério do Kansas

kansas-43-ryan-metcalf
A pequena cidade de Stull, no Kansas, é conhecida principalmente pela reputação de seu pequeno e sinistro cemitério.
Diz-se que há na Terra somente dois lugares onde Satanás aparece em pessoa, um deles é o cemitério de Stull e o outro fica na Índia. Satanás visita este cemitério duas vezes por ano, desde a década de 1850, quando conta-se que uma mão invisível assassinou o prefeito da cidade em um celeiro de pedra antiga localizado no cemitério.
Muitos visitantes do cemitério afirmaram terem sido atingidos por um vento forte, que joga a pessoa no chão e paralisa temporariamente. Coincidência, ou não, o nome da cidade foi mudado de Skull (crânio) para Stull, por ser associado com a magia negra.
Conta-se ainda que uma escada para o inferno foi encontrada na igreja de pedra antiga, localizada dentro do cemitério e que, apesar de o telhado ter caído há muito tempo, nenhuma chuva caía dentro da igreja. Há também uma cruz pendurada de cabeça para baixo na parede em direção a esta escada.
O xerife da cidade impede a entrada no cemitério, e deixa claro: “Se você entrar no cemitério em qualquer hora do dia ou da noite, sem permissão, você será preso e levado para a cadeia. Parece cruel, mas é necessário para manter os caçadores de demônios longe do local…”
Certa vez, durante uma viagem, o Papa João Paulo II, obrigou o piloto do avião em que estava a fazer um desvio, evitando passar sobre essa zona. Posteriormente, uma revista questionou a atitude do Papa e lhe perguntou porque ele havia ordenado que o avião contornasse a área do Kansas. Ele disse que não queria passar sobre “solo amaldiçoado".
Em novembro de 1974, um artigo do jornal estudantil da Universidade do Kansas, citou estranhos acontecimentos ocorridos no cemitério. Segundo a história, o cemitério é uma das sete portas para o inferno (as outras seis estariam localizadas em Oklahoma). Foi citado ainda no artigo que, duas vezes por ano, no Dia das Bruxas e no Equinócio da Primavera, o Diabo vem para visitar o cemitério.
Embora nenhuma fonte tenha sido citada pelo artigo, os editores afirmam que os relatos datam de pelo menos 100 anos atrás e que as histórias são contadas de geração em geração. O artigo também relatou que os estudantes que foram até o cemitério tiveram perda de memória, distúrbio nos sentidos, além de se sentirem agarrados por mãos invisíveis.
Se estas histórias são ou não verdade, não há como comprovar, porém se sabe que os moradores da cidade não chegam nem perto do cemitério.
Adaptado:minilua.com

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bombas Atômicas Perdidas


Acredite! Existe, pelo menos, 2 bombas atômicas perdidas no Mundo!

Na Guerra Fria, EUA e União Soviética mantinham sempre aviões no ar carregados com bombas atômicas para "qualquer emergência".

Em 1961 um avião americano sobrevoava a Carolina do Norte qd teve uma pane e pegou fogo, soltando 2 bombas atômicas. Elas não detonaram pq estavam desarmadas.
Uma delas caiu num campo. A outra caiu em um pântano e nunca foi resgatada.



Em 1968 um avião com 4 Bombas atômicas caiu na Groelândia. Três delas foram achadas, mas a quarta nunca foi encontrada até hoje.


Esses foram acidentes registrados do lado americano, vai saber se aconteceu algum do lado da União Soviética ?

Fonte: Medo B

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Os ruídos da morte

Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz
Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.
Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.
Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.
Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.
Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.
No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.
- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.
Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.
Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ma'nene

Alguém conhece o ritual bem bizarro Ma'nene? Bem, este bizarrices acontece na Indonésia (mesmo lugar do Pocong), mas precisamente na região de Toraja. O Ma'nene é basicamente o ritual de enterro feito na região.

Dentro de Toraja há uma crença que os mortos precisam de algumas 'coisas' para serem aceitos no céu, entre essas coisas estão alguns animais sacrificados, roupas bonitas e objetos pessoais. Como a maior parte da família não está preparada para enterrarem um ente querido, a cerimonia de enterro pode demorar até 5 anos (!!!) depois da morte.


Depois que alguém morre, a família enrola a pessoa em diversos panos com o intuito de mumificar o cadáver, e enquanto isso, vai juntando dinheiro pra preparar toda a cerimonia. No final, quando conseguem comprar tudo que é necessário, eles pegam os entes mumificados, tiram suas bandagens, e trocam o cadáver com uma roupa de qualidade.

É por essa razão que fotos de 'mortos andando' na Indonésia é tão comum. Confira abaixo algumas fotos dessa celebração bem bizarra.




Acesse o Artigo Original: http://www.eutanasiamental.com.br/2013/07/manene.html#ixzz2Z7w58LES

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O beliche possuído

 Eu sou a Ana Carolina Nogueira, tenho 15 anos .Essa é minha primeira postagem no blog, eu já escrevo em outro blog o Crepepasta Brasil.Eu gosto muito de histórias de terror, filmes de terror  tudo que é oculto me atrai.Então é isso...

************************************************************************************************************
Screen-Shot-2013-06-11-at-2.32.09-PM
Em 1987, um casal comprou um beliche de segunda mão e o colocou no porão da casa, três meses depois, eles mudaram o beliche para o primeiro andar da casa e foi aí que o inferno começou. Primeiramente, as crianças ficaram doentes, depois, os rádios mudavam automaticamente de estação sem ninguém tocá-lo, além disso, as duas primeiras crianças que dormiram na cama disseram ter visto a figura de uma bruxa. A família, então chamou um pastor para melhorar as coisas, e, por um tempo, isso até deu certo.
No ano seguinte, o pai da família escutou uma voz lhe chamando para que fosse para a garagem, e foi lá que ele viu a garagem pegando fogo e então correu para pegar o extintor, mas quando voltou o fogo havia desaparecido. Depois de mais algumas coisas anormais acontecerem, a família queimou a cama e, por incrível que pareça, os fenômenos pararam.
Fonte: minilua.com
Adaptado por mim

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Artista brasileiro se transforma em HOMEM-CÃO

O artista brasileiro Rodrigo Braga de 37 anos lançou uma galeria de imagens chamada "Fantasia de Compensação" de 2004 que mostra sua transformação em "Homem-cão", juntando em si mesmo partes de um cachorro. Foi uma transformação um tanto bizarra, imagina encontrar com esse cara a foto. Eu encontrei as fotos no blog Insaciável. Confira:



















E a foto que eu achei mais assustadora:

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Chinesa desenvolve "chifre"

Chinesa de 101 anos desenvolve "chifre" na testa
Uma mulher de 101 anos que vive em uma aldeia da província central chinesa de Henan está causando temor e despertando curiosidade de seus vizinhos depois que passou a desenvolver, na parte esquerda de sua testa, um "chifre" de cor negra e quase seis centímetros de comprimento, segundo informa o Diário do Povo.

A idosa, chamada Zhang Ruifang, vive no pequeno povoado de Linlou. A protuberância apareceu no ano passado, e desde então vem crescendo, chegando aos seis centímetros atuais. O chifre parece o de uma cabra, como destaca o jornal.

O chifre, formado por queratina (substância encontrada nos pelos e as unhas humanas) não causa dor ou problemas à idosa, embora alguns vizinhos tenham dito que o fenômeno "dá medo".

Zhang, que não se importa com esses temores, sai todos os dias para passear e realiza alguns trabalhos domésticos. Ela vive com a família de um de seus sete filhos.

As imagens da chinesa ganharam destaque na imprensa de todo o mundo, especialmente na imprensa britânica, onde foi destacado que este tipo de protuberância é um tumor benigno que costuma aparecer com frequência em pessoas de idade avançada, embora muito raramente alcance tamanho tão grande.

Uma protuberância similar está aparecendo no lado direito da testa da mulher, também de cor negra, embora por enquanto tenha tamanho muito menor, e o aspecto de uma simples pinta (se prestar atenção será possivel ver na foto).








Fonte: Casa Creepypasta

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Chernobil



Era uma cidade próspera. Assim podia ser definida a cidade de Chernobyl.

Chernobil (Çernobil ou Чорнобиль) era uma cidade localizada no norte da Ucrânia, próxima a fronteira com a Bielorrúsia. A cidade era comum como qualquer outra, com exceção de que a energia era produzida por usinas nucleares.

Usina nuclear de Chernobil


A usina foi construída em meados de 1970 com trabalhadores que não moravam na região. Durante o período a cidade vivia normalmente.

Em 26 de abril de 1986 houve problemas técnicos no reator que liberou uma nuvem radioativa que contaminou toda a cidade.

Localização de Chernobil (imagens de satélite)


Diferente do acidente nuclear no Japão, haviam pessoas morando próxima a usina que ficaram deveramente deformadas. Veja o vídeo:



Estranhas formações cristalinas altamente radioativas apareceram e foram chamadas de chernobilites.

Uma medida de descontaminação foi tomada, colocando um caixão ao redor do reator. Um caixão de aço e chumbo.

Imagine o que a radioatividade pode causar. Pessoas ficaram demasiadamente deformadas. Gestantes tiveram seus filhos com terríveis problemas como hidrocefalia e até mesmo mutações sobre-humanas. O mesmo problema ocorriam com animais e plantas.

Veja:









Pessoas foram levadas para hospitais próximos e ficaram isoladas de outros pacientes. Muitos tiveram câncer e crianças não resistiram.

Hoje Chernobil é uma cidade fantasma. A radioatividade é ainda pesada e ninguém tem coragem de ir lá. A nuvem radioativa expandiu um pouco.



A radiação de Chernobil permanecerá intensa pelos próximos cem mil anos.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Evento sobrenatural ocorre durante velório do ex-deputado Juca Gama

Algo estranho acontece durante velório do ex-deputado Juca Gama. Repare aos 20 segundos e comente o que acontece:

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O Andarilho das Estrelas

Danell Standing era uma pessoa comum, professor de faculdade, que vivia tranquilamente na Califórnia. Até o dia em que foi pego matando um colega de trabalho em um dos laboratórios da universidade.

Por esse crime ele acabou sendo preso e torturado na cadeia. Por oito anos ele ficou encarcerado, sendo cinco anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo em uma camisa de força, depois ele acabou enforcado.

A parte interessante da história se passa na época em que ele ficou isolado do mundo, preso em uma camisa de força. Pois de alguma maneira Danell conseguiu desenvolver técnicas para controlar suas dores e sua mente, chegando ao ponto de conseguir se auto-hipnotizar.

Dessa forma ele parecia ficar boa parte do seu tempo em um estado de coma, mas na verdade ele estava “vivenciando suas vidas passadas”.

Claro que todos achavam que essas suas experiências eram uma bobagem completa, porém uma das histórias que ele relatou se mostrou bastante intrigante. Um dia Danell revelou que em uma vida passada fora um marinheiro e que no ano de 1809 partiu do porto da Filadélfia com destino às Ilhas da Amizade.

No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto:

"Serve esta para informar pessoa em cujas mãos este Remo vier a cair que DANIEL FOSS, natural de Elkton, Maryland, um dos Estados Unidos da América do Norte, e que zarpou do porto da Filadélfia em 1809 a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha desolada em fevereiro do ano seguinte e ali erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos, subsistindo com carne de foca – sendo ele o último sobrevivente da tripulação do dito brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e naufragou aos 25 de novembro de 1809.”


De início ninguém acreditou nessa história, porém Danell Standing pediu que a enviassem para o curador do Museu da Filadélfia o que ele havia escrito e assim foi feito. Em resposta essa carta foi enviada pelo curador:



A questão que fica é: “Como poderia Danell Standing saber da existência do remo e de toda a história se mesmo o curador do museu não sabia?”

domingo, 14 de abril de 2013

Dyatlov Pass



O Dyatlov Pass foi um incidente ocorrido na montanha dos Urais, na noite de 02 de fevereiro de 1959, onde nove viajantes morreram, ainda de forma inexplicável.



O grupo era composto inicialmente de 10 pessoas: Igor Dyatlov, o líder do grupo, Zinaida Kolmogorova, Lyudmila Bexter, Alexander Kolevatov, Rustem Slobodin, Yuri Krivonischenko, Yuri Doroshenko, Nicolai Thibeaux-Brignolle, Alexander Zolotarev e Yuri Yudin, porém este último teria desistido e retornado por motivos de saúde.

O objetivo era chegar ao monte Oterten à 10 km do local do incidente, mas por conta de uma tempestade de neve o grupo teve de acampar.

Em 31 de janeiro, o grupo chegou à beira de uma área de montanha e começou a se preparar para a escalada, em um vale arborizado onde construíram um armazenamento de alimentos e equipamentos que seriam utilizados para a viagem de volta. No dia seguinte (1 de fevereiro), os caminhantes começaram a mover-se através da passagem. Parece que eles planejaram acabar com o passeio e fazer acampamento para a noite seguinte, mas por causa da piora das condições meteorológicas, tempestade de neve e a baixa visibilidade, eles perderam a direção e acabaram desviando a oeste, em direção ao topo da montanha Kholat Syakhl. Quando eles perceberam o erro, o grupo decidiu parar e montar acampamento lá na encosta da montanha.

O lider do grupo Dyatlov havia combinado com seu clube que o grupo retornaria a Vizhai no mais tardar no dia 12 de fevereiro, mas quando esta data passou e nem uma mensagem foi emitida os familiares do grupo exigiram uma operação de resgate.

O primeiro grupo de resgate foi enviado no dia 20 de fevereiro e era composto por professores e estudantes. No dia 26 de fevereiro, os pesquisadores encontraram o acampamento abandonado na montanha Kholat Syakhl. A tenda foi seriamente danificada. Uma cadeia de pegadas podiam ser seguidas, levando para baixo para a borda da floresta, mas depois de 500 metros as pegadas ficaram cobertas pela neve. Na borda da floresta, sob um grande e velho pinheiro, os pesquisadores encontraram os restos de um incêndio, junto com os dois primeiros corpos, os de Krivonischenko e Doroshenko, descalço e vestido apenas com suas roupas íntimas. Entre os pinheiros e no campo os pesquisadores encontraram mais três cadáveres: Dyatlov, Kolmogorova e Slobodin, que morreram em poses sugerindo que eles estavam tentando voltar para o acampamento. Estes três foram encontrados separadamente nas distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.

Os quatro últimos corpos só foram encontrados em 4 de maio, cobertos com quase quatro metros de neve.



Um inquérito judicial foi aberto e a partir dos cinco primeiros corpos a polícia apontava como causa da morte a hipotermia (apesar de um dos corpos apresentar um ferimento no crânio isso não determinou a causa da morte), tese esta que caiu por terra em maio quando os últimos quatro corpos foram encontrados, estes exibiam sinais claros de algum tipo de violência.

Não estamos falando de facadas ou pauladas; um especialista envolvido na investigação comparou os ferimentos (crânios estraçalhados e tórax esmagado) com o que se vê resultante de um acidente automobilístico. Os corpos não apresentavam NENHUM sinal visível de violência humana, todo o dano era interno, como se tivesse sido causado um alto nível de pressão. Não havia cortes nem arranhões na pele de nenhuma das vítimas. Como se o negócio já não fosse bizarro o bastante, descobriu-se que a língua de uma das mulheres havia sido arrancada.

Nenhum dos corpos se encontrava suficientemente agasalhado. A maioria estava descalça, usando apenas cuecas, ou usando o que pareciam ser tiras de roupas removidas dos que haviam morrido primeiro. A primeira especulação seria de que os povos indígenas Mansi poderiam ter atacado e assassinado o grupo para usurpar suas terras, mas a investigação indica que a natureza de suas mortes não suportam esta tese, visto que só eram visíveis pegadas dos caminhantes, e eles não mostraram qualquer alteração.

Há evidências de que o time foi forçado a deixar o campo durante a noite, enquanto dormiam. A temperatura era muito baixa (em torno de -25 ° a -30 ° C) com uma tempestade de sopro, no entanto os mortos estavam vestidos apenas parcialmente. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros não tinham sapatos ou usavam apenas meias. Alguns foram encontrados embrulhados em recortes de roupas rasgadas, que pareciam ser cortados daqueles que já estavam mortos.



Seis dos membros do grupo morreram de hipotermia e três de lesões fatais. Não houve indicações de outras pessoas nas proximidades, nem ninguém nas imediações. A barraca tinha sido rasgada de dentro. As vítimas morreram de 6 a 8 horas após a sua última refeição. Traços do acampamento mostraram que todos os membros do grupo (incluindo aqueles que foram encontrados feridos) deixaram o campo por sua própria iniciativa, a pé. Para dissipar a teoria de um ataque dos povos indígenas Mansi, um médico indicou que os ferimentos mortais dos três corpos não poderiam ter sido causados por outro ser humano, porque a força dos golpes foi demasiada forte e não havia tecido sido danificado. Testes de radiação Forense mostraram altas doses de contaminação radioativa na roupa de algumas vítimas.

O veredito final foi que os membros do grupo morreram por causa de uma "força desconhecida convincente". O inquérito foi fechado oficialmente em maio de 1959, devido à "ausência de um culpado". Os arquivos foram enviados para um arquivo secreto, e as fotocópias do processo tornaram-se disponíveis apenas na década de 1990, com algumas peças faltando.

De acordo com os céticos várias teorias podem ser abordadas, dentre elas: teses militares, que o grupo teria sido atacado por UFOs (extraterrestres) e principalmente teorias que abordam a radioatividade, como os mantos utilizados no camping pois as lanternas contem tório, que emite radiação de partículas alfa, a tal ponto que havia um alerta de radiação na embalagem. Estes mantos, são pequenos sacos de tecido que servem como o pavio de uma lanterna de chamas. Mas nenhuma teoria explica totalmente o ocorrido.

Fonte: Minilua

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Felicia Felix: A mulher zumbi



Há registros que Felicia havia morrido em 1907, depois de uma doença que, segundo os haitianos, acomete aquelas pessoas que devem se tornar zumbis. Em 1936, uma mulher nua (ou com roupas rasgadas, dependendo da fonte) foi encontrada andando sem rumo nas ruas, quando finalmente tomou o caminho de uma fazenda que ela dizia pertencer ao seu pai. Quando ela chegou lá, seu marido a reconheceu e, por causa de sua saúde, ela foi levada a um hospital. O médico que a tratou diz que seu comportamento era muito estranho: ela ria sem emoção e sem motivo, falava de si mesma na terceira pessoa, havia perdido o senso de tempo e não se importava com as coisas em volta dela. Seria Felicia um zumbi? Tire Suas Conclusões…


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Albert Fish- O vampiro do Brooklin

 Galera, amanhã eu vou estar meio sem tempo para postar, portanto, hoje eu faço 2 posts, este conta como o post de amanhã, e como eu não postava um caso real à algum tempo, este é o tema do post
.
.
.
Albert Fish nasceu em Washington em 1870. Aos 5 anos ele foi para um orfanato. No orfanato ele tomou um prazer imenso ao ser abusado, o que influenciou sua mente a gostar do sado-masoquismo. Aos 7 anos sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego.
Aos 9 ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais (é muito comum acontecer isso entre os serial killers na infância). Aos vinte anos ele se mudou para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais. Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Cometeu seu primeiro assassinato em 1910, onde ele mutilou e torturou sua vítima. Daí então ele começou a ter preferência por crianças e começou a assassiná-las.
Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via esse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às criançinhas.
Fish lia frequentemente a bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar. Ele também gostava de inserir agulhas no corpo perto da genitália, atos de dor o excitavam.
Em maio de 1928 um homem chamado Frank Howard fez amizade com a família Budd. Um dia o Sr. Howard perguntou se ele podia levar Grace, a filha de 10 anos, para uma festa. A família Budd permitiu... e nunca mais viu sua filha ou o velho homem novamente.
O Sr. Howard era de fato Albert Fish, aos 58 anos. Ele teve a idéia de matar Grace Budd para depois usar seu corpo para atos de canibalismo. Seis meses depois, a família Budd recebeu uma carta anônima do assassino que admitiu ter matado Grace, cozido seu corpo e depois comê-lo.
A polícia procurou por alguns apartamentos onde achavam que as letras tanto da carta quanto da pessoa eram parecidas. Até que encontraram Albert Fish.
Ele ficou conhecido como "O Vampiro do Brooklyn" que tirou a vida de 4 crianças em 1932-34.
Fish foi acusado pelo assassinato de Grace Budd, sua defesa foi a insanidade. O juri não concordou com a idéia e Fish foi setenciado à morte. Em Sing Sing Prison em 16 de janeiro de 1936, Albert fish que descreveu a sentença à morte como "a maior emoção da minha vida", foi eletrecutado. A primeira carga elétrica falhou por baixo circuito, isso por causa das agulhas que Fish havia inserido em seu corpo por todos aqueles anos. Albert Fish cometeu centenas de abusos sexuais e 16 (ou mais) assassinatos.

Fonte:Assustador

domingo, 4 de novembro de 2012

Columbine High School- O massacre

Em 20 de Abril de 1999, na pequena cidade de Littleton, Colorado, uma tragedia abalou o mundo.
Dois Jovens Dylan Klebold  Eric Harris, tinham em suas mentes o plano de matar dezenas de alunos da Columbine High School.
Armados com facas, Metralhadoras, e diversas bombas os dois espalharam o terror pelos corredores de Columbine.


Dylan Klebold
Eric Harris
Mas afinal o que motivou esses dois jovens a cometerem tamanha chacina ?

Dylan e Eric eram dois garotos apaixonados por esporte, e grandes adoradores de computador 
Quando os dois rapazes entraram juntos no ensino médio, encontraram grandes dificuldades ao se relacionar com os outros alunos tendo cada um somente um ao outro.
Mas no entanto levavam uma vida bem normal trabalhavam juntos me uma Pizzaria, adoravam o jogo Doom para computador 

Preparativos para o Massacre

Segundo videos e notas Klebold  tinha ja pensado em cometer suicídio em 1997, e logo no outro ano 1998 começaram a planejar uma especie de massacre

Klebold e Harris na verdade eram jovens revoltados, odiavam quase que metade da escola.

Segundo o que Harris escreveu no jornal ele odiava:

Eu odeio esse mundo de merda

Odeio pessoas que falam errado

Pessoas que andam devagar na pista rápida

Odeio Nerds fãs de Star Wars 

Odeio a emissora de TV Warner Bros

Os dois jovens usaram a internet para fazer procura por receitas de bombas, e explosivos
Eles reuniram um arsenal que continha 

Armas de fogo

Facas 

99 explosivos

Os Meninos queriam matar o máximo de pessoas possíveis, os dois observaram o fluxo de alunos na lanchonete, local onde plantaram as bombas, marcaram os horários, a Idéia inicial era esperar a explosão e atirar nos sobreviventes  
Uma curiosidade no dia do massacre era comemorado o 110° Aniversario de Adolf Hitler 


As 11:00 horas da manha daquele 20 de Abril Dylan e Eric chegam a Columbine estacionam seus carros separadamente, as 11:14 os dois carregam as bombas com cerca de 20 libras de propano, bombas programadas para explodirem as 11:17, as bombas são deixadas no refeitório dentro de sacos de lona preta. 
Os dois jovens voltam para o carro e aguardam a explosão, mas nada aconteceu ( Acredita se que se as bombas tivessem explodido 488 estudantes que estava no refeitório teriam morrido).
Os meninos aguardaram alguns minutos a mais e nada, então resolveram entrar e fazer de qualquer maneira.

Os dois voltam até a escola Dylan armado com uma pistola 9mm semi automática, e uma arma de calibre 12 cano duplo serrado, e Harris com uma espingarda carabina 9mm, e uma calibre 12 cano serrado. Ambos usavam casacos Trench para esconder as armas, usavam luvas pretas e tinha com eles uma mochila carregada de explosivos.

As 11:19 uma bomba plantada pelos dois a varios quarteirões dali explodiu, com o intuito de distrair os policiais.
Ao mesmo tempo os dois começam a efetuar os disparos contra alunos fora da cafeteria o primeiro a morrer é 

Rachel Scott 17 anos

Richard Castaldo Ferido 

Os dois tiraram os casacos e continuaram efetuando disparos 

Infelizmente muitos alunos não perceberam os tiros, pois pensavam passar de brincadeiras 
Em seguida 

Sean Graves

Lance Kirklin

Daniel Rohrbough 

Foram saindo do refeitório quando deram de frente com Dylan e Eric, mas como era semana de comemoração do Sênior pensaram ser armas de Paintball, então continuaram, os Três foram gravemente feridos.

Logo apos os dois avistaram 5 estudantes almoçando na grama logo efetuaram os disparos contra eles, dois foram atingidos 

Logo depois Klebold jogou uma bomba na área onde estava os feridos

Em seguida Klebold desceu as escadas em direção aos feridos

Sean Graves

Lance Kirklin

Daniel Rohrbough 

Primeiro disparou contra Rohrbough que morreu na hora, logo apos foi até Kirklin e atirou a queima roupa, mas felizmente ele sobreviveu com graves feridas, Graves consegui rastejar até a porta do Refeitório mas perdeu força ele então fingiu estar morto quando Dylan se aproximava da lanchonete para matar os outros estudantes.

Quando Dylan entrou na lanchonete os alunos olhavam para fora pensando ser alguma brincadeira do dia do Senior. Mas um professor William Dave Sanders, e mais dois guardas perceberam que naum era uma brincadeira, então um dos guarda pediu aos alunos que se deitassem no chão então quando Dylan olhou pela janela naum viu ninguém lah dentro.
Enquanto Dylan olhava para a lanchonete Eric continuava abatendo do lado de fora, ele matou:

Anne Marie Holchhalter 

Depois dela os dois se reencontram novamente para entra na escola, pela porta oeste, disparavam enquanto andavam, então um policial chegou a escola e trocou tiro com Eric, mas os dois naum se feriram, os dois então entram na escola novamente.

Harris e Klebold andam pelos corredores, atirando e rindo, alguns alunos ainda estavam nas salas de aula.
Nesse momento Stephanie Munson andava pelo corredor quando viu os dois ela tentou correr para fora do prédio mas foi ferida com um tiro no tornozelo, mas mesmo assim consegui fugir.

Os dois então fizeram a volta e se depararam com Dave o professor subindo, quando Dave foi virar a esquina da escada foi baleado, Dave ainda consegui se arrastar com a ajuda de outro professor para uma sala de aula onde alguns alunos se escondiam.

Os dois então em atos de rebelião começaram a atirar e a jogar bombas no corredor.


Logo apos os dois entram na Biblioteca onde se escondiam o professor e os alunos eles então gritam Get Up, e pediram para quem estava de boné branco se levantar ( Jogadores de futebol) ninguém se levantou, então os dois começara a atirar um estudante foi ferido andaram pela biblioteca e mataram Kyle Velasques 
que estava sentada em uma mesa de computador 
Em seguida Klebold tirou o casaco e gritou "Yahoo", e depois se virou e atirou em três estudantes escondidos embaixo de uma mesa, ferindo os três.
Harris se virou e atirou em Steven Curnow Kasey Reugsegger Ferida
Em seguida caminhou até uma mesa bateu sob a mesma e gritou "Peek-a-boo", então atirou embaixo da mesma matando Cassie Bernall 
Com a violência do tiro Harris teve o nariz quebrado
Então Harris perguntou a Bree  Pasquale um aluno sentado no chão se ele queria morrer, enquanto Pasquale implorava por sua vida Klebold chama Harris para uma mesa onde estava se escondendo um estudante Negro chamado Isaías Shoels 
Enquanto Klebold arrastava Isaías para fora da mesa Harris o abateu com um tiro
Logo depois Klebold deu um tiro em baixo da mesa e matou
Michael Kechter 
Logo apos caminharam pelos corredores matando Lauren Townsend, John Tomlin e Kelly Fleming
Depois Harris atirou abaixo de outra mesa ferindo alguns e matando Daniel Mauser e Corey De Pooter
Os dois então saíram da biblioteca Onde mataram 10 e feriram 12 em direção ao Hall 
As 11:44 os dois voltam a Lanchonete e atiram nos sacos onde deixaram as bombas na tentativa de explodir o propano mas nada aconteceu
Os dois saíram para fora jogando diversas bombas, em seguida voltam para cima na biblioteca foram até a janela e atiraram nos paramédicos que socorriam os alunos.
Algum tempo depois 12:08 os dois vão para o lado sul da biblioteca e atiram contra suas cabeças terminando o grande Massacre de Columbine
Ao todo os dois mataram 13 pessoas ( 12 Alunos e um Professor)
Descarregaram 188 cartuchos de munição
Das 74 bombas plantadas 30 explodiram e 44 naum
No quarto dos garotos foram encontrados varias notas, videos, revistas e um site falando sobre ódio criado por Harris

Vitimas

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Elizabeth Bathory

Elizabeth Bathory ou Erzsébet Bathory, nasceu em 7 de agosto de 1560 e morreu em 21 de agosto de 1614, foi uma condessa que torturou e assassinou várias jovens e por causa disso ficou conhecida como “A condessa sangrenta” e “A condessa Drácula”; uma das “verdadeiras” vampiras e a primeira mulher serial killer da história.Além de sua reputação como assassina sádica com mais de 600 vítimas, foi acusada de ser uma lobisomem (werewolf, no original, não tem gênero) e vampira.


Cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de bata-lhas entre Turquia e Áustria. A maior parte de sua vida adulta foi passada no Castelo Čachtice, perto da cidade de Vishine, a nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, a Hungria e a Eslováquia se juntam. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância, ficou sujeita à doenças repentinas acompanhadas por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação, inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de suas faculdades mentais.
Aos 14 anos engravidou de um camponês, e como estava noiva (desde os 11 anos) com o Conde Ferenc Nadasdy, escondou-se para não complicar o casamento futuro; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Nos raros momentos em que não se encontrava em campanha de batalha, ensinava a Elizabeth algumas torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência por ação de sua amada esposa.
Nos primeiros dez anos, Elizabeth e Ferenc não tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes, deu à luz a Ursula e Katherina. Em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que escreveu aos parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender; visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.
Quando adulta, Elizabeth tornou-se uma das mais belas aristocratas, onde jamais poderia-se imaginar que havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era algo comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava motivos para aplicar punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas; muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser “vampira” por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente. No inverno, Bathory costumava executar suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas. Seu marido juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição como o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.
Pessoas como um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira, estavam interiamente ligados a ela nos crimes crueis.
Em 1604, Nadasdy morreu e assim Elizabeth mudou-se para Viena. Desse então, conta a história que seus atos tornaram-se cada vez mais pavorosos e depravados. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Cachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Arranjou uma parceira para suas atividades brutais, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (que seria sua suposta amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pêlos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada e morta pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato. Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609 e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades. Com sua fama, nenhuma criada queria lhe servir e ela não mais limitou seus ataques às suas servas, chegando a matar uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.
Já no início do verão de 1610, investigações iniciais em torno dos crimes cometidos por Elizabeth tinham começado. A base das investigações era política, a despeito do número crescente de vítimas. A coroa esperava confiscar o latifúndio de Elizabeth e deixar de pagar a alto empréstimo que seu marido tinha feito ao rei. Com isso em mente, Elizabeth foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. Elizabeth foi julgada alguns dias depois. O julgamento foi conduzido pelo Conde Thurzo, como agente do rei. Conforme registro, o julgamento (acertadamente caracterizada como uma farsa pelo biógrafo de Bathory, Raymond T.McNally) foi iniciado não apenas para se obter uma condenação, mas também para confiscar suas terras. Uma semana após o primeiro julgamento, foi realizada uma segunda sessão, em 7 de janeiro de 1611. Neste, uma agenda encontrada nos aposentos de Elizabeth foi apresentada como prova. Continha nomes de 650 vítimas, todos registrados com a letra de Elizabeth. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Elizabeth foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi colocada num aposento do castelo de Cachtice, sem portas ou janelas, apenas uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos, lá permanecendo pelos três anos seguintes até sua morte em 21 de agosto de 1614.
Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a “Infame Senhora” sepultada na cidade.

Fonte:http://serialkillerarchive.wordpress.com

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Jeffrey Dahmer

 

 A HISTÓRIA DO SERIAL KILLER JEFFREY DAHMER



 

Jeffrey Dahmer e seus pais

Jeffrey Dahmer nasceu em 1960, em Milwaukee, cidade dos EUA. Segundo seu pai, Lionel, sua gravidez foi desejada e seu nascimento, festejado. Ele lembra-se do dia em que, Jeffrey já criança, cuidaram de um pássaro machucado e o viram voar, já curado. “Os olhos de Jeff estavam bem abertos e brilhavam. Talvez foi o momento mais simples e feliz da vida dele.”, falou seu pai, anos depois.
Sua família se mudou para Ohio quando tinha ele 6 anos. A mãe engravidou novamente. Nesta época, Jeff teve um transtorno chamado “ansiedade de separação” – necessidade de estar sempre próximo aos familiares.
Aos 8 anos, supostamente foi abusado por um vizinho, mas esta história nunca foi confirmada.

Experiências com animais mortos

Por volta dos 10 anos, Jeffrey Dahmer já fazia “experiências” com animais mortos. Descorava ossos de galinhas utilizando ácidos. Pregou os restos de um cachorro a uma árvore, colocando sua cabeça em uma estaca. Não há certeza se torturava ou matava bichos ou se, como ele dizia ao pai, os achava mortos na estrada e recolhia-os.
Apesar disto, foi uma criança relativamente “normal”, segundo seu pai, até a adolescência, quando começou a ficar realmente introvertido, isolado. Ocasionalmente Jeffrey Dahmer levava bebidas para a escola.

O primeiro homicídio

Quando Jeffrey Dahmer tinha 18 anos, seus pais se separaram. Foi nesta idade o seu primeiro homicídio. Dahmer pegou um caronista, levou para sua casa, conversaram, beberam, possivelmente transaram. Quando ele quis ir embora, Dahmer acertou sua cabeça com um halteres, depois o estrangulou (“Eu não sabia mais como mantê-lo comigo.”, disse Dahmer depois), desmembrou seu corpo (e sentiu-se novamente excitado) e o enterrou no quintal.

Uma vida complicada

Dahmer se inscreveu então para um serviço de seis anos no Exército – na verdade, por causa dos problemas com a bebida, o pai de Dahmer deu-lhe duas opções: trabalhar ou ir para o Exército, já que na faculdade ele não conseguia se manter; Dahmer disse que não queria trabalhar, então seu pai o levou para o Exército.
Jeffrey Dahmer só ficou dois anos nas Forças Armadas, tendo sido dispensado por uso intenso de álcool. Passou grande parte deste período do Exército na Alemanha. A polícia alemã fez uma grande investigação, posteriormente, e aparentemente Dahmer não matou ninguém lá. Ao voltar, supostamente desenterrou a primeira vítima, para ver o estado em que se encontrava.
Em 1982, com 22 anos, mudou-se para a casa da avó, no Wisconsin. Neste ano teve um problema policial por atos obscenos em público (masturbação).

Jeffrey Dahmer volta a matar

Em setembro de 1987, tendo aí seus 27 anos, Jeffrey Dahmer começou a matar efetivamente, em Milwaukee. O primeiro, desta nova fase, foi assassinado em um quarto de hotel. Jeffrey diria depois que não se lembrava como o matou. Haviam bebido muito e quando Jeffrey acordou ele estava morto, com sangue na boca. Levou o corpo para casa, fez sexo com o cadáver, masturbou-se sobre ele, o desmembrou.
A segunda morte foi alguns meses depois, a vítima foi um jovem de 14 anos. Jeffrey Dahmer havia efetivamente se transformado em um serial killer
Sua avó estava achando seu comportamento estranho, naqueles tempos, e o expulsou. Jeffrey trabalhava, na época, em uma fábrica de chocolate. Chegou a ser levado a julgamento por molestar um menor. O garoto era do Laos, da família Sinthasomphone. A acusação pediu uma pena grande, alegando que por baixo da superfície de calma daquele homem havia alguém bastante perigoso. Psicólogos que o avaliaram recomendaram hospitalização e tratamento, pois era manipulador e evasivo. A própria defesa argumentou que tratamento seria melhor que prisão, mas que Jeffrey Dahmer ainda tinha condições de ficar em liberdade. Dahmer colocou a culpa de seu ato no álcool e disse que foi um momento de “idiotice”, pediu perdão e disse que isto não ocorreria novamente. Foi condenado ao regime semi-aberto por um ano, devendo ficar 5 anos sob condicional.
Jeffrey Dahmer foi liberado da pena em dez meses, apesar de uma carta do seu pai pedindo que fosse solto apenas após receber tratamento.

Vítimas: jovens, homossexuais, negros

Mesmo após os problemas judiciais, Jeffrey Dahmer continuou a matar. Suas vítimas eram todos homens, geralmente negros, alguns asiáticos, que conhecia em bares gays e atraía para sua casa, às vezes chamando para beber ou pagando-os para posarem para fotos. A vítima mais velha foi um homem de 31 anos.
Em sua casa, Dahmer os sedava com remédios na bebida. Antes e depois do homicídio, abusava deles sexualmente. Antes e depois, fotografava tudo. Depois de mortos, desmembrava os corpos, guardava partes deles. O primeiro crânio que guardou pintou-o de cinza, para parecer um modelo de estudo anatômico.
Teve, posteriormente, a ideia de tentar fazer “zumbis”, injetando ácidos em buracos feitos nas cabeças das vítimas, ainda vivas, para que ficassem apenas semi-conscientes e tornassem-se escravos seus. Obviamente, o experimento fracassou.
Além disto, houve canibalismo: fritava partes dos corpos e comia – embora Dahmer negasse que isto fosse uma prática comum.
Em maio de 91, quase foi pego. Um jovem de 14 anos, chamado Konerak, escapou do apartamento de Jeffrey – nu, sangrando, mas um pouco sedado. Duas mulheres o viram, na rua, e chamaram assistência. Dahmer apareceu antes da polícia, e as mulheres viram o jovem tentando resistir ao assédio de Jeffrey, embora sem condições de falar muita coisa. Elas tentaram dizer isto aos policiais, quando estes chegaram.
Mas Jeffrey Dahmer disse à polícia que o garoto era maior de idade e que eram amantes, e a história ficou por isto mesmo. O jovem não falava inglês e a polícia acompanhou Dahmer enquanto este levava o jovem de volta para o apartamento. Na cama de Dahmer estava o corpo de um outro homem, morto há três dias. Mas a polícia, no apartamento, só viu fotos de Konerak vestindo um biquíni preto.
Quando os policiais foram embora, Dahmer não se preocupou: voltou às suas “brincadeiras” com Konerak, e o matou.

Coincidência: mata irmão de vítima anterior

Dias depois, a mãe de uma dessas duas garotas que viram a cena na rua ligou para a polícia, dizendo que, ao ver notícias sobre um garoto do Laos desaparecido, suas filhas o identificaram como sendo o rapaz nu daquela noite. A polícia, entretanto, não foi atrás de mais informações. O sobrenome do garoto era Sinthasomphone – por coincidência, era irmão daquele outro que Dahmer havia molestado tempos antes.
De maio a julho daquele ano, a média foi de cerca de uma vítima por semana. Até que em julho outro homem escapou, com algemas presas a um punho. Desta vez, a polícia chegou ao apartamento de Dahmer, que abriu a porta calmamente. Disse que iria ao quarto pegar a chave da algema. A vítima disse aos policiais que ele tinha uma faca, no quarto. O policial foi atrás de Dahmer.

Corpos na geladeira

A casa tinha um cheiro estranho… O que o policial viu, primeiramente, foram fotos de corpos desmembrados. Depois, foi encontrando os próprios corpos das vítimas. Foi dada voz de prisão a Dahmer, que tentou lutar e foi dominado.
Um policial abriu a geladeira e gritou para o outro: “Tem uma porra de uma cabeça aqui!”. No total, haviam restos de 11 vítimas na casa, dissecados e depositados em tonéis e na geladeira. Cabeças, pênis etc. Em seu quarto, cabeças humanas, em um aparente princípio de ritual de satanismo.
Um peixe, bem cuidado, nadava no aquário.
Supõe-se que foram 17 as vítimas de Jeffrey Dahmer, em toda a sua vida.

Fantasias, troféus, canibalismo

Dahmer contou que suas fantasias de matar homens e fazer sexo com seus cadáveres começaram aos 14 anos.
Disse ainda que ficava “fascinado” com as vísceras dos homens mortos, que a manipulação dos corpos o excitava muito.
Fora as partes que guardava como “troféus”, precisava fazer sumir o resto do corpo. Com ácidos, tentava dissolvê-los, e jogar pelo vaso sanitário.
O canibalismo foi assim explicado: comendo partes das vítimas, elas poderiam ainda viver, incorporadas no seu organismo, que as absorveria. Ao comer, tinha ereções.
Os rituais “satânicos” eram para obter poderes econômicos e sociais.

O julgamento do serial killer Jeffrey Dahmer

Seu julgamento ocorreu em 1992, e Dahmer ficava em uma cabine à prova de balas. Cães farejadores rastreavam bombas.
Quando começou o julgamento, Dahmer resolveu dizer-se culpado, mas insano. “É difícil, para mim, acreditar que um ser humano possa ter feito o que eu fiz, mas eu sei que fiz.”
A via da insanidade fracassou. O advogado de defesa disse, citando todos os desvios de comportamento de Dahmer, que ele era “um trem nos trilhos da loucura”. A acusação rebateu: “Ele não era o trem, era o maquinista!”. Foi condenado a 15 prisões perpétuas (que, com bom comportamento, poderiam ser transformadas em 957 anos de prisão…).
Dahmer declarou, ao final do julgamento: “Agora está terminado. Em nenhum momento estive aqui para querer permanecer livre. Francamente, eu queria a morte para mim mesmo.”
“Não odiei ninguém. Eu sabia que era doente, ou diabólico, ou ambos. Agora acredito que era doente. Os médicos me explicaram sobre minha doença e agora tenho alguma paz… Eu sei quanto mal eu causei… Graças a Deus não haverá mais nenhum mal que eu possa fazer. Eu acredito que somente o Senhor Jesus Cristo pode me salvar de meus pecados… Não estou pedindo nenhuma consideração.”

Dahmer é assassinado

Jeffrey Dahmer teve um bom comportamento na prisão. Converteu-se ao cristianismo. Em novembro de 1994, um preso psicótico, ironicamente negro, agrediu Dahmer (com uma barra de ferro, em sua cabeça; e um cabo de esfregão foi enfiado em seu olho) e um outro prisioneiro, e os dois faleceram.
Seu pai quis doar seu cérebro para a Medicina. A mãe e o juiz foram contra. Tempos depois, o pai escreveu um livro sobre a história de Dahmer (e foi acusado, por muitos, de oportunismo). Nele, disse: “Havia algo que faltava em Jeff… Chamamos isso de uma ‘consciência’… que morreu ou mesmo que nunca nasceu.”

Fonte:oserialkiller.com.br
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...