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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Aparição


O investigador paranormal Lee Brickley deu início à investigação do espectro de uma criança que não tem olhos em Cannock Chase, em Staffordshire,
Inglaterra, após relatos de que o fantasma teria regressado 30 anos após sua ultima aparição, segundo o Daily Mirror e o Huffington Post.
De acordo com as últimas descrições feitas da menina, as órbitas dos seus olhos são negros como minas de carvão, exatamente como foram detalhados na década de 1980. Brickley, autor de vários livros sobre a temática paranormal, recebeu o último relato há duas semanas. Nele, um homem contou que estava caminhando com a esposa e o cão em Cannock Chase quando ouviu a risada de uma menina.
Foi então que uma garotinha que não tinha olhos apareceu na frente do casal. Sua cabeça estava inclinada para o lado, como se ela tivesse sido enforcada. A criança ficou parada diante deles por cerca de cinco minutos até desaparecer entre as ávores.
Uma mulher que usou o pseudônimo Kelly para narrar sua experiência disse que seu encontro com a menina aconteceu em julho de 2013. Kelly também estava caminhando com a filha em Birches Valley quando as duas ouviram os gritos de uma criança.


A dupla correu em direção ao barulho e quando parou para recuperar o fôlego se deparou com o fantasma, uma menina de mais ou menos 10 anos, com as mãos deitadas sobre os olhos. Kelly perguntava se a criança estava bem quando foi surpreendida por seus olhos negros e fundos. Ela deu um pulo e pegou a filha no colo. Quando olhou novamente na direção da assombração, o espectro havia ido embora. Em entrevista ao jornal Huffington Post, o investigador Brickley contou que a menina com os olhos negros "parece ser algum tipo de demônio".
"Embora possa parecer um encontro espectral padrão, quase todos os relatos apontam a criança levando as pessoas para situações potencialmente perigosas", explica.
O fórum de ficção online "Creepypasta Wiki" também faz referências a visões de crianças sem olhos tidas por pessoas ao longo de toda a bacia da América do Norte. "Aqueles que relatam encontros com essas crianças sempre afirmam que elas eram de alguma forma sobrenaturais e extremamente perigosas, embora não pudessem explicar o porquê".


Fonte: http://bettowertcontosefatosdeterror.blogspot.com.br/2014/09/aparicao-paranormal.html#more

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Foto de acidente no Paraná teria flagrado dois espíritos de mãos dadas

Uma imagem de um acidente com duas mortes, ocorrido na PR 180, próximo de Goioerê, está causando polêmica na Internet. Publicada pelo site Goionews, a foto da tragédia está chamando a atenção porque, para muitas pessoas, é possível enxergar duas pessoas de mãos dadas no alto de um barranco – onde, segundo testemunhas, não havia ninguém no momento da foto.

Se a imagem já causa um certo arrepio, depois que você ler a história do acidente, vai dar mais calafrios. Pois, os supostos espíritos que aparecem na foto acima, para alguns, trata-se da alma das duas mulheres que morreram na colisão – Edna Silva Amaral e Leonice de Lara. Já outros sugerem que, como o filho de Edna faleceu em um acidente nas proximidades do local em que Edna também perdeu a vida, a imagem mostraria o filho vindo buscar a mãe. E claro, há também quem diga que tudo não passa de ilusão de ótica.



E vocês meus caros amigos e minhas caras amigas, o que acham dessa imagem? Ilusão de ótica? Haviam duas pessoas sobre o barranco que as demais testemunhas não notaram? ou essa foto mostra mesmo duas almas recém desencarnadas?

Fonte: http://noitesinistra.blogspot.com.br/2014/09/foto-de-acidente-no-parana-teria.html#more

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Poema sobre o diabo em livro infantil

O livro A Máquina de Brincar (Bertrand Brasil, 2005) que foi adotado pelo Governo do Estado de São Paulo através do PNLD, é dividido em duas partes, “Para Ler no Claro” e “Para Ler no Escuro”, um conjunto de vinte e cinco poemas para “nos fazer e curtir na primeira parte e bater os dentes, atemorizados, na segunda”. Metade do livro tem páginas brancas com letras e desenhos coloridos e fala de coisas boas. A outra metade traz poemas impressos em papel pintado de preto e fala de bruxas, fantasmas, castelos em ruínas, seres esquisitos, muito esquisitos… 

As imagens do livro abaixo foram encontradas no Facebook recentemente. Janilda Prada, autora da postagem, disse que sempre incentivou a leitura de seus filhos e deu o livro à sua filha de 9 anos. A garota começou a ler e disse à mãe que havia encontrado algo estranho no livro, numa página que dizia que era para ser lida no escuro. Confiram abaixo o que a garota encontrou:

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O livro divide opiniões, para alguns os poemas não tem nada de mal  e as pessoas que são contras estão sendo  fanáticas.
Para outros, como o pastor presidente da Igreja Adventista nas regiões Norte e Central do Estado, Jair Soares Lima “Esse livro está sendo mensageiro do inimigo de Deus. O diabo não mostra sua cara, mas tem representantes aqui na Terra. E seu alvo maior são as crianças, o futuro do mundo”,


Fontes: miscelanea.biz
gazetaonline.globo.com/

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sexta feira 13



Não se sabe ao certo, mas a origem mais conhecida está no cristianismo. Jesus Cristo teria sido crucificado numa sexta-feira logo após celebrar uma ceia que juntava 13 participantes - ele e os doze apóstolos. Ainda que não haja provas, há indícios também de que a crucificação teria acontecido em uma sexta-feira 13. Mas há outras possíveis versões.

Em 1307, o então rei da França Felipe IV, sentia-se ameaçado pelo poder da igreja dentro de seu país. Como estratégia, ele tentou se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, mas não deu certo. A corporação recusou a entrada do monarca, que ficou extremamente furioso com a recusa. Para se vingar, o rei teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
Outra possibilidade é a de que a maldição da sexta-feira 13 esteja ligada ao processo de cristianização dos povos bárbaros no início do período medieval, quando eles invadiram a Europa. Antes de serem cristãos, os bárbaros eram politeístas e tinham grande adoração por Friga, deusa do amor e da beleza. Uma das estratégias da Igreja Católica para que o processo de conversão fosse bem sucedido, foi demonizar Friga como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com o demônio e onze feiticeiras para rogar pragas contra a humanidade. #tenso


Também é possível que tudo tenha surgido na mitologia. Uma história de origem nórdica conta sobre um grande banquete, em que o deus Odin convocou uma reunião de outras doze grandes divindades. Loki, o deus da discórdia e do fogo, ficou furioso por não ter sido convidado e provocou uma mega confusão na tal reunião, que resultou na morte de uma das mais belas divindades conhecidas, Balder. A moral da história era que um encontro com 13 pessoas sempre termina em tragédia. 



E você, acredita que a sexta-feira 13 é de fato um dia maldito ou é uma data como outra qualquer? Acreditando ou não, preparamos uma lista especial com algumas curiosidades sobre a data e sobre o número 13. 
Veja:
- Qualquer mês que começar em um domingo, terá uma sexta-feira 13. E existe pelo menos uma por ano.
- Vários centros de adoção de animais não doam gatos pretos em dias próximos a sexta-feira 13, semana santa e dia das bruxas para evitar possíveis rituais de sacrifício.
- Parasquavedequatriafobia é o medo de sexta-feira 13.
- Na Itália, o dia do azar é a sexta-feira 17. Já em alguns países de língua hispânica e na Grécia, a terça-feira 13 é um dia de má sorte.
- Vários restaurantes em Paris possuem um serviço peculiar chamado "convidado profissional número 14", para não deixar ninguém com 13 pessoas à mesa.

Fonte:muitointeressante


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Frigorífico Humano

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Sabe, meu trabalho nunca foi o melhor de todos, e acho que nunca vai ser mesmo, na verdade só estou nele porque é de família e acho que ficaria com um peso enorme na consciência se fosse o único irmão que não seguisse o negócio de frigoríficos de nossa família. Meu nome é... Ah, não importa meu nome, isso não vai fazer diferença nenhuma. Enfim, trabalho num frigorífico numa cidade aqui do interior de São Paulo, e desde que eu comecei a trabalhar, é disso aqui que eu vivo.
Comecei quando criança, acompanhando meu pai e meu avô enquanto os dois analisavam os processos e faziam o que eles tinham que fazer, que para mim não tinha diferença nenhuma na época.Anos mais tarde e eu fiquei com um cargo importante, sou o responsável pela gerência de tudo aqui e do andamento dos processos. Não sou o mais velho dos irmãos, ainda sim, sou o mais responsável, e não querendo me gabar, acho que nenhum deles seria bom o bastante para ter esse cargo na empresa.
Era então uma noite de quinta-feira, havíamos embalados os últimos pedaços de carne que já estavam carregados no caminhão e já haviam sido mandados para o açougue. Fora eu, a única pessoa que se encontrava por lá era o nosso porteiro, que ficava em sua guarita bem longe de onde eu estava. Chovia bem de leve e estava um pouco frio, clima que eu particularmente gosto muito. Estava no matadouro, um local que me dá arrepios desde que eu era criança, e até hoje, casado e com filhos na universidade, tenho calafrios quando passo por lá.
Carcaças e restos mortais dos animais estavam empilhados em um canto, o cheiro era repugnante e penetrava em meu nariz quase me sufocando. Havia sangue seco espalhado por muitas partes do chão e havia uma parte em que ele se concentrava especialmente, onde ainda havia aquele líquido vermelho que não havia secado. Andei com cuidado e tapando meu nariz, sempre olhando para onde eu pisava.
Deixei minha prancheta com minhas anotações em cima de uma bancada, e junto dela coloquei minha caneta também. Naquela bancada, que na verdade ainda era parte do matadouro, havia uma cabeça de um boi parada bem ali. Estava, claramente, sem o resto de seu corpo, e tinha os olhos fechados e a boca contorcida numa cara de dor de quando sua cabeça fora arrancada de seu corpo. Tentei ignorar aquilo e segui andando.
A única coisa que faltava era ver se estava tudo em ordem dentro da câmara fria, que era logo no fim dali. Fui acendendo algumas luzes no caminho e apagando outras que eram desnecessárias. Meus passos ecoavam naquela imensidão, onde a única alma viva era eu. Abri a pesada e prateada porta da câmara fria, tomando cuidado e travando-a para que ela não se fechasse quando eu estivesse lá dentro e me fizesse morrer congelado. Provavelmente você deve estar pensando que foi isso que ocorreu, que a porta se fechou comigo lá dentro e eu fiquei isolado num local que fazia menos de dois graus Celsius.
Na verdade eu fiquei preso lá dentro, mas não desse jeito. Enquanto eu andava no meio daquele monte de carne e carcaças penduradas, e tomava cuidado, pois o cheiro era forte lá também, contava o estoque para ter certeza de que não faltava nada. Passava a mão cuidadosamente entre aqueles pedaços dos troncos dos animais pendurados em ganchos e via o sangue pingar no chão.
Facas e muitos outros objetos cortantes estavam deixados de lado numa bancada ali dentro também, junto de pedaços de ossos quebrados e partidos que exigiram muito esforço para serem quebrados. Havia um avental de cor meio verde cheio de manchas de sangue espirradas pendurado próximo à porta.
Já estava próximo de sair quando alguma coisa se movendo me chamou a atenção. As enormes peças de carne penduradas se moveram quando alguém passou a mão nelas, e como num dominó, uma foi levando a outra, balançando-se em um loop infinito. Meio coração gelou e eu peguei uma faca para me defender, mas nesse ato frenético, acabei pisando numa poça de sangue que ainda não havia secado. Bati com minha cabeça no chão e apaguei por tanto tempo que só Deus sabe o quanto foi.
Acordei bem mais tarde, completamente roxo de tanto frio e, o mais incrível, nu. Estava todo trêmulo e levantei assustado procurando minhas roupas. Instintivamente passei minhas mãos pelas minhas partes íntimas, pois jurava que havia sido estuprado enquanto estava desacordado, por sorte, não fora isso. Levantei-me ainda com a cabeça doendo e então me deparei com uma cena que eu queimaria meus olhos para não vê-la mais uma vez. No frigorífico, onde antes os restos mortais dos animais estavam pendidos, agora jaziam restos humanos, dilacerados e partidos. Homens, mulheres, crianças, idosos e jovens, havia de tudo ali.
Havia ainda somente membros separados, pedaços de braços e pernas fincados por um gancho, onde o osso ficava exposto e o sangue caía como a água cai de uma cachoeira. Cabeças também estavam presas naqueles malditos ganchos. Expressões assustadas das pessoas que foram mortas, com os olhos abertos e a língua para fora, cheio de cortes profundos e largos na face. Algumas vezes os olhos haviam sido arrancados da face e restavam somente órbitas negras e profundas, que choravam lágrimas de sangue.
Aturdido e quase tendo um ataque do coração, com um aperto na garganta enorme, eu saí correndo dali, quando de repente, diante de mim, a figura de um boi andando em duas patas, segurando uma prancheta, vestindo um avental ensanguentado e com uma caneta surgiu. Eu caí diante daquele ser demoníaco, sem reação e com vontade de chorar. “Achei o que faltava.” Ele disse como um humano e, de repente, dois outros animais, como ele, surgiram pela porta pesada da câmara fria e me pegaram pelos braços e pernas. Amarraram-me uma corrente pelo pescoço e eu fui então obrigado a ter de andar de quatro se não quisesse ser enforcado.
Com vontade de gritar e chorar, eu fui sendo levado para o matadouro. Ao meu lado, dezenas de bois e vacas com aparências humanóides trabalhavam e faziam suas funções como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Vi o momento desesperador quando uma vaca desceu o facão sobre o pescoço de uma jovem de quinze anos, decepando-a e tirando sua vida. Sua cabeça foi jogada num saco preto, onde jaziam muitas outras cabeças humanas, e o corpo foi levado para outro lugar que eu me recusei a olhar. Todos os humanos estavam nus e presos por correntes, chorando e gritando, sendo constantemente eletrocutados e queimados para pararem de berrar. Manter-me em silêncio nunca pareceu uma tarefa tão difícil.
Entrei então numa câmara menor onde um líquido quente e irritante foi despejado em mim por meio de um chuveiro velho e enferrujado. Conhecia aquele procedimento, estavam limpando meu corpo para o momento do abate. O líquido escorria e invadia meus olhos, eu o fechava e tentava evitar que o líquido entrasse, mas era praticamente impossível, e logo meus olhos estavam tão vermelhos quanto sangue. Tentei me contorcer e me mover, eles então apertaram a corrente em volta do meu pescoço e com uma vara incandescente marcaram minhas costas para eu me calar.
metal quente veio lentamente por trás de mim e se encostou a minha pele fazendo um leve som que rapidamente sumiu, desaparecendo e deixando somente o maldito calor queimando minha pele. Berrei de dor e caí no chão, não aguentado aquela tortura. Cai numa posição fetal, me contorcendo e soltando um grito contido e agoniado. O líquido jogado queimava minha ferida e quando o chuveiro se desligou, eu voltei a ser puxado. Fui sendo guiado por um caminho onde barras de ferro impediam que eu fugisse.
Do lado de fora, conseguia ouvir barulho de armas sendo disparadas e de gritos quando suas vidas eram arrancadas de suas carcaças. Eram tão distantes de mim, mas assim que o grito entrava em meus ouvidos, parecia que a pessoa morta estava do meu lado. Estava tão paranóico que às vezes sentia o toque da pessoa antes de ela morrer, uma ilusão total. Em cima de mim, vi bois retirando leite dos seios de mulheres mais velhas, enquanto elas tinham de ficar paradas sem mover um músculo.
As mulheres ficavam de quatro enquanto os animais despejavam o leite que saía de seus seios em grandes baldes redondos. As mulheres pareciam chorar, mas não podiam fazer som nenhum, caso contrário sua pele seria marcada com uma barra incandescente assim como a minha fora. Elas estavam nuas e tremiam muito. Desviei o olhar daquele inferno, tentando me isolar em minha mente.
Parei então dentro um local circular, onde eu pisava em restos de ossos humanos, que estalavam sob meu peso, e o sangue ali era o bastante para encher um rio. Acima de mim, minha corrente foi presa num gancho numa altura muito elevado. Logo entendi como seria meu fim. Tremendo como uma folha ao vento, tentei tirá-la de meu pescoço, mas foi inútil. Nos últimos segundos, olhei bem nos olhos do mesmo animal que eu encontrara no momento em que acordara, ele ainda segurava sua prancheta e caneta.
O boi fez então um marco na sua prancheta, que indicava que mais um animal havia sido abatido, e logo fez um sinal para que erguessem a corrente. Lentamente, senti a pressão da corrente em volta de meu pescoço aumentando. Desesperado, eu tentava insanamente tirá-la de mim antes que algo pior acontecesse. Percebi então que meus pés estavam deixando o solo e logo eu estava sendo erguido alguns centímetros acima do chão, sempre subindo, e conforme a altura aumentava, minha visão começou a criar pontos brilhantes e a escurecer. Entretanto, o tempo que eu estive erguido antes de minha vida se esvair de mim foi o suficiente para que pudesse ter uma visão completa daquele inferno que eu havia parado.
Porcos, bois e vacas andavam e agiam como pessoas normais, restos humanos eram jogados fora e os ossos eram triturados. Consegui ver um garoto de não mais de cinco anos sendo erguido por uma corrente assim com eu estava sendo, e num grito agudo e desesperado, seu pescoço se quebrou e ele ficou imóvel, pendendo balançando de um lado para o outro. Alguém chegou e em vez de desamarrá-lo, com uma vara afiada, lhe cortou a cabeça, o corpo morto caiu no chão com um baque surdo, partindo restos mortais debaixo de si, e a cabeça caiu e rolou para fora do cercado, ainda a tempo de um porco bípede pegá-la e jogá-la num saco preto sem dar a menor importância. Fechei os olhos e dei um grito mortal quando percebi que não havia mais o que eu pudesse fazer, simplesmente era o fim.
Não senti mais nada depois, somente meu corpo nu sendo erguido para o alto e a vida se esvaindo de meu corpo.Acordei assustado e tremendo ainda no matadouro, de alguma maneira, eu havia adormecido na bancada por ali e tivera aquele pesadelo horrendo. Levantei o mais rápido que pude e peguei minha prancheta e minha caneta, que eu havia deixado ao lado daquela cabeça morta, e se eu havia pensado que o maior choque da minha vida já havia acontecido, estava errado.
A cara do animal, que antes tinha os olhos fechados, agora tinha os olhos tão abertos como nunca e sua expressão de agonia havia dado lugar a algo que eu assemelhava com um sorriso. Na prancheta, novas rasuras haviam sido feitas e meu nome, que ficava sempre no canto superior para identificar que era meu, agora estava riscado com um “X” em cima, e logo ao lado, palavras em vermelhos diziam: Abatido.

fonte: Minilua
Autor: Júnior Mota

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Fotógrafo com ‘paralisia do sono’ registra suas angustias em uma série fotográfica pt. 2

Na matéria anterior, falei do fotógrafo Nicolas Bruno que após ter tido vários   episódios de paralisia do sono, buscou uma maneira de lidar e expressar o trauma, a solução encontrada por Bruno foi fazer uma  série de fotos para ilustra seus pavores e medos e expurga alguns de seus demônios. As fotos:

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A que mais me impressionou, ela representa como a pessoa com paralisia do sono se sente, presa em uma condição entre o sono e a vigília, onde é confrontado com visões aterrorizantes, onde encontra os piores pesadelos e não pode  reagir ou até mesmo gritar:
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fonte:pipoqueiro.com

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fotógrafo com ‘paralisia do sono’ registra suas angustias em uma série fotográfica pt.1

O fotógrafo Nicolas Bruno tem sido assombrado por episódios de paralisia do sono - quando o indivíduo sente que está acordado, mas é incapaz de se mover, falar ou agir - desde os 15 anos de idade.
Enquanto sua mente está presa entre o sono e a vigília, ele é confrontado com visões aterrorizantes, como um intruso no quarto, mas é incapaz de reagir ou até mesmo gritar. Já imaginou o quão angustiante isso seria?
Em busca de uma maneira de lidar e expressar o trauma, Bruno começou a escrever suas experiências e buscar inspiração para a sua fotografia. Esta série de imagens ilustra os pavores e medos do fotógrafo e expurga alguns de seus demônios:

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fonte: pipoqueiro.com

sexta-feira, 25 de abril de 2014

o livro infantil mais terrível já escrito

“Don’t Make Me Go Back, Mommy” (Não me faça voltar, mamãe), é um livro infantil publicado em 1990, escrito pelo autor Doris Sanford. Segundo a descrição do livro:
 “As palavras do texto e os objetos e situações ilustradas são baseados em meses de intensa investigação sobre a natureza e a prática de abuso ritual satânico. Qualquer criança que foi abusada ritualmente vai reconhecer a validade dessa história.”
 O livro foi comercializado principalmente para profissionais de saúde mental, conselheiros escolares, organizações de pais e grupos de apoio. O resumo na parte de trás do livro lê-se:
“Quando os pais de Allison, de cinco anos de idade, começam a notar uma mudança em seu comportamento em casa, eles procuram ajuda profissional para ela. Acham que Allison e outras crianças foram abusadas em rituais em uma creche. Assim começa a recuperação de Allison através de aconselhamento e através de afirmações de seus pais de que não era culpa dela, que ela é preciosa e amada, e eles vão mantê-la segura.”
Embora o livro tenha provavelmente a intenção de ajudar as crianças a reconhecer e identificar sinais de Abuso Ritual Satânico, “Satanic Ritual Abuse” (SRA), ele é no entanto o livro infantil mais terrível já escrito. O livro é escrito em códigos e contém símbolos que apenas vítimas de ARS podem reconhecer, o que torna a leitura do livro de não vítimas uma experiência arrepiante e assustadora.
Aqui estão algumas páginas tiradas do livro:


 a menina diz que "se casou hoje." Atrás da mãe vemos o véu
 do casamento infantil. Embora não explicitamente declarado, esta pégina 
refere-se a vítimas SRA tornando-se "noivas de Satanás" através de 
rituais aterrorizantes realizados pelos manipuladores. 



 No dia do Halloween
, os professores estão vestidos como bruxa e esqueleto. Eles falam do 
aniversário de Becky"que será um ritual oculto.



Aqui vemos Becky de pé e nua no meio de um "círculo mágico", onde um
 ritual satânico está prestes a ocorrer. O professor diz sobre o círculo: "Não há
 como sair, porque não há fim para isso"



A criança aqui refere-se novamente ao abuso codificado como "cirurgia 
mágica".


 Observe onde 
a criança cutuca o coelho branco . 


Nessa imagem a mãe reclama que tem algo de errado com a criança. 

Observe o coelho branco morto ao lado da criança. 



Qual a opinião de vcs sobre isso?

O livro pode ser achado no Amazon: 
http://www.amazon.com/Dont-Make-Back-Mommy-Childhood/dp/0880703679

Fontes: http://vigilantcitizen.com/latestnews/dont-make-go-back-mommy-creepy-childrens-book-satanic-ritual-abuse/

http://danizudo.blogspot.com.br/2014/03/dont-make-me-go-back-mommy-um-livro.html

sexta-feira, 14 de março de 2014

Imagens de torturas em mulheres na China antiga


Na china antiga, a castidade era considerada uma preciosidade. A sociedade era baseado em um modelo patriarcal e os homens poderiam ter três ou quatro concubinas; esposas tinham que permanecer fiel ao marido, mesmo em luto. As que não fossem fieis deveriam ser punidas com a morte.


Mesmo as mulheres submetidas a estupros eram consideradas culpadas e, portanto, estavam condenadas a uma série de punições. Durante a Dinastia Ming, o "culpado" do crime de estupro era considerado um mal social, merecedor de dor física e culpado de ter manchado o espírito de desgraça.Os homens condenados por estupro deveriam ser condenados à morte.Técnicas utilizadas eram numerosas. Como:


Alguns eram amarrados a estacas e eram obrigados a sofrer humilhação pública.


Outros eram mutilados



Alguns casais foram queimados


Outros viravam alimento dos tigres



As que estavam grávida de seu amante foram amarradas e, em seguida, foram privadas da criança.

Fonte: omundoreal

terça-feira, 11 de março de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

William Hope e Suas Fotos de Espíritos



William Hope (1863-1933) foi um jovem inglês que afirmava ter "poderes" paranormais, ele dizia que tinha a capacidade de fotografar espíritos. Hope era membro de um grupo especialista, o Crewe Circle, descobriu-se mais tarde que as fotos tiradas por William eram fraudes, mas apesar disso as fotos são bastante interessantes e intrigantes.













Fonte:http://www.resistnsurvive.com/2013/09/william-hope-e-suas-fotos-de-espiritos.html#more

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Nightmare Fuel



Você conhece a expressão “Nightmare Fuel” (Combustível para pesadelos)?

Esse é um termo bem conhecido e utilizado nos EUA para definir objetos e imagens que são inusitadamente assustadoras, como o da imagem do título que supostamente foi retirada de um antigo livro infantil de colorir (!?).

O que torna um “Nightmare Fuel” diferente de uma imagem assustadora comum é que o primeiro dos dois NÃO foi feito para ser assustador. Porém, a situação, o objeto, a imagem causa uma sensação de estranheza no espectador, uma perturbação muitas vezes inexplicável. Essa perturbação não é percebida por todo mundo, algumas pessoas olham para esses materiais e nada sentem.

Porém certas pessoas parecem “captar” sentidos ocultos neles que mais tarde se tornarão combustível para pesadelos. Quer dizer, todo mundo já vivenciou situações assim, não é mesmo? Você viu algo que em teoria era para ser engraçado, mas aquilo lhe perturbou. Na tranquilidade de seu sono aquilo volta de forma distorcida e assustadora. O melhor exemplo disso são os palhaços, para as crianças, que perturbam sua imaginação apesar de não aparentarem nada de mal.

Mostrarei diversos exemplos aqui, lembrem-se que nenhum deles tinha a intenção de ser assustador.

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Bonecos e brinquedos "bobos" estão entre os "Nightmare Fuel" mais comuns






Assim como e manequins e expositores






O efeito "Smear" que é utilizado em animações para representar movimento rápido, também é considerado Nightmare Fuel para muitos




Outro ainda mais famoso são os "Glitches", defeitos involuntários que acontecem rapidamente em alguns jogos, normalmente com um efeito muito perturbador






Anúncios publicitários muitas vezes podem se tornar Nightmare Fuel por apresentarem situações muito diferentes do comum.








Na propaganda diz: "Its easy to dye with Diamond Dyes" (é fácil tingir com Diamond Dyes) mas o trocadilho bizarro aqui é que "Dye" se pronuncia da mesma forma que "Die" (Morrer) e imagem mostra bem isso.



E, os já citados, "divertidos" palhaços, essa imagem foi retirada do Show do Bozo.



Então meus caros, aconselho vocês a não procurarem demais pela razão do medo. Ás vezes ele surge naturalmente, como se sempre estivesse oculto nas coisas mais inocentes

Fonte: Creepy Attic
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