Mostrando postagens com marcador Mistérios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mistérios. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O Monstro de Flatwoods


O Monstro de Flatwoods é um caso de contato imediato de 3º grau, onde 3 crianças viram uma criatura extraterrestre em Flatwoods nos EUA em 1952. 

A Criatura tem uma cabeça alongada, o corpo tem uma forma desumana de "vestido" e uma cor escura, também descrito como uma sombra sem braços. 

Em 12 de Setembro de 1952, 3 amigos testemunharam um objeto brilhante cruzar o céu. O objeto parecia estar descendo nas terras de um fazendeiro chamado Bailey Fisher. Os meninos voltaram para casa e contaram o avistamento do OVNI para a mãe que procurou a guarda nacional e foi até a fazenda do Sr. Fisher tentar ver o objeto. 

O grupo chegou a fazenda e viu uma "bola de fogo" pulsante e também uma névoa que fez ardes seus olhos. Então o guarda apontou a lanterna para uma árvore ao lado e então eles viram a criatura que saiu correndo, e eles correram em pânico.
Na manhã seguinte o objeto não estava mais lá. 

Alguns dias depois várias pessoas começaram a relatar que também tinha visto o objeto e algumas também viram a criatura. 

Poucos dias depois várias pessoas que afirmaram terem sidos expostas aquela névoa tiveram os mesmo sintomas de alguma doença. Eles sentiam a garganta inflamada, tinham convulções e vomitos a noite. Um médico que atendeu as vítimas descreveu os sintomas semelhantes como as vítimas do gás mostarda. 


Será uma alucinação? Um ataque por gás mostarda? Então o que era o OVNI?

fonte:http://medob.blogspot.com.br/

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Aparição


O investigador paranormal Lee Brickley deu início à investigação do espectro de uma criança que não tem olhos em Cannock Chase, em Staffordshire,
Inglaterra, após relatos de que o fantasma teria regressado 30 anos após sua ultima aparição, segundo o Daily Mirror e o Huffington Post.
De acordo com as últimas descrições feitas da menina, as órbitas dos seus olhos são negros como minas de carvão, exatamente como foram detalhados na década de 1980. Brickley, autor de vários livros sobre a temática paranormal, recebeu o último relato há duas semanas. Nele, um homem contou que estava caminhando com a esposa e o cão em Cannock Chase quando ouviu a risada de uma menina.
Foi então que uma garotinha que não tinha olhos apareceu na frente do casal. Sua cabeça estava inclinada para o lado, como se ela tivesse sido enforcada. A criança ficou parada diante deles por cerca de cinco minutos até desaparecer entre as ávores.
Uma mulher que usou o pseudônimo Kelly para narrar sua experiência disse que seu encontro com a menina aconteceu em julho de 2013. Kelly também estava caminhando com a filha em Birches Valley quando as duas ouviram os gritos de uma criança.


A dupla correu em direção ao barulho e quando parou para recuperar o fôlego se deparou com o fantasma, uma menina de mais ou menos 10 anos, com as mãos deitadas sobre os olhos. Kelly perguntava se a criança estava bem quando foi surpreendida por seus olhos negros e fundos. Ela deu um pulo e pegou a filha no colo. Quando olhou novamente na direção da assombração, o espectro havia ido embora. Em entrevista ao jornal Huffington Post, o investigador Brickley contou que a menina com os olhos negros "parece ser algum tipo de demônio".
"Embora possa parecer um encontro espectral padrão, quase todos os relatos apontam a criança levando as pessoas para situações potencialmente perigosas", explica.
O fórum de ficção online "Creepypasta Wiki" também faz referências a visões de crianças sem olhos tidas por pessoas ao longo de toda a bacia da América do Norte. "Aqueles que relatam encontros com essas crianças sempre afirmam que elas eram de alguma forma sobrenaturais e extremamente perigosas, embora não pudessem explicar o porquê".


Fonte: http://bettowertcontosefatosdeterror.blogspot.com.br/2014/09/aparicao-paranormal.html#more

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O Fabricante de Bonecas (The Doll Maker)


Um homem humilde fabricava várias bonecas belas, de todos os tamanhos e gostos. Ele ficou conhecido por isso, e muitas pessoas compravam suas caríssimas e requintadas bonecas. Com quase todo o dinheiro que ganhava, ele vivia uma vida modesta com seu filho Vine.

O menino ficava fascinado com o trabalho do pai, e sonhava ser como ele um dia e criar belos trabalhos de arte. A casa deles era cheia de partes e bonecas completas, cada uma era única e tinha sua própria personalidade, que as transformavam ainda mais bonitas. Vine assistia com admiração como seu pai pintava os lábios delicados sobre os rostos pálidos das bonecas.

Um dia, um homem rico de negócios fez uma encomenda ao pai de Vine: uma boneca em tamanho real. Ele atendia pelo nome de Gier. No entanto, o fabricante se recusou quando descobriu que Gier a usaria de forma pervertida: como um objeto sexual. Enfurecido, Gier contratou capangas para acabar com a vida do fabricante.

A sua casa foi tomada por chamas, e o fabricante de bonecas se sacrificou para salvar a vida de seu filho. Vine assistiu em terror como seu pai queimava vivo diante dele. Suas lágrimas evaporaram com o calor enquanto observava sua casa se transformar em escombros e cinzas. Ele chorou sobre os restos mortais de seu pai, cercado por lembranças carbonizadas de sua casa, as belas bonecas, agora derretidas, distorcidas, atrocidades horríveis e desfiguradas do que já foi, um dia, belas bonecas.

Vine procurava pelos destroços, tentando encontrar qualquer coisa que possa ter sobrevivido ao incêndio. No final, tudo o que ele conseguiu achar foi um olho de vidro rosa de uma boneca. Ele segurou-o em suas mãos e o pôs perto de seu coração, seus cachos negros bagunçados caindo em seu rosto. Aquele olho era tudo que lhe restava.

A criança tinha apenas nove anos de idade quando viu tudo o que ele já tinha conhecido ser destruído em instantes... E, infelizmente, mais atrocidades estavam por vir.

Gier pediu aos capangas que voltassem a cena do crime para terem certeza de que o fabricante de bonecas estava morto, e assim foi feito. Eles encontraram o corpo carbonizado e também Vine. O garoto fora sequestrado e levado a Gier. O homem não tinha planos sobre o que fazer com o garoto, mas decidiu ficar com ele. E, finalmente, decidiu que Vine teria os mesmos fins da boneca que nunca recebeu.

Ele manteve o garoto por três anos, tratando-o como uma boneca sexual, um objeto, brincando com ele. Vine era seu prisioneiro. O menino não aguentava mais e ele começou a ficar insano, sua mente começou a se deteriorar. Uma noite, enquanto Gier pairava sobre Vine com ele preso à cama, tentando brincar com ele, Vine decidiu que não queria mais brincar.

O garoto rapidamente pegou uma caneta fora do criado-mudo e começou a perfurar o homem. O sangue jorrava e se espalhava por todas as paredes, piso e no rosto da criança. Vine tinha acabado de matar um homem. Como o corpo estava lá, roubou algum dinheiro e fugiu.

Vine começou a viver nas ruas. Ele quis iniciar o negócio da família novamente, fazer bonecas. Ele invadiu um apartamento abandonado na parte ruim da cidade. Com o dinheiro que ele roubou, Vine conseguiu partes de bonecas e pintou belas obras-primas. Ele as vendeu, conseguiu mais dinheiro, comprou mais peças e fez mais belas bonecas. Bonecas com mais vida.

Plástico, argila, porcelana... E já não era suficiente para satisfazer sua videira...

Reportagem local:

O corpo de uma adolescente desaparecida foi encontrada. A cena horrível foi descoberta no parque da cidade. Emily Rider foi brutalmente mutilada.

Autopsia do corpo de Emily Rider:

Causa da morte: perda de sangue.
Encontrada no que parecia ser um vestido costurado a mão. Os cantos da boca de Emily haviam sido costurados em um pequeno sorriso com os lábios pintados de um vermelho profundo. Seus olhos foram arrancados e substituídos por outros de vidro, cílios postiços e maquiagem pintada. Suas unhas foram removidas e substituídas por unhas postiças. A expressão congelada permaneceu em seu rosto. Tivera a cabeça raspada, e o assassino costurou cabelos azuis em seu couro cabeludo do que uma vez foi loiro. E, talvez o mais perturbador, todas as juntas de seu corpo foram removidas como soquetes ou quebrados.
Realmente o trabalho de um assassino psicopata.

Exame:

Parece que Emily Rider estava muito viva quando o assassino começou a mutilá-la. Ela estava viva quando ele costurou cada mecha de cabelo tediosamente em seu couro cabeludo. E ainda estava viva quando seus olhos foram arrancados.

Ela foi encontrada em um banco do parque, posta em prática como uma boneca em exposição. Isso explicaria porque, talvez, suas articulações foram abatidas de suas órbitas, o que tornaria mais fácil para moldá-la na posição que quisesse. Pela forma como o assassino a executou, parece que ele vê seus crimes como obras de arte.

Jason Harris (investigador criminal)

Emily foi a segunda vítima de Vine, mas a primeira de suas "obras". Ele tem uma emoção na criação de novas bonecas. Empalhar humanos, tornando-os bonitos. Ele agora está com 17 anos, e ainda não foi pego. Vine continua vivendo em casas abandonadas e continua a matar.

Ele se tornou completamente louco, mas ele não acredita que seja. Podemos descrevê-lo como esquizofrênico. Vine aparentemente parece uma pessoa normal. Ele vive numa realidade que criou para si mesmo em sua própria mente onde ele não é um assassino, é um artista. Um artista que faz lindas bonecas.

Vine orgulhava-se de seu trabalho, mas ainda os via sem valor, sujos e usados.

Na tentativa de tornar-se tão bonito quanto suas bonecas, ele arrancou um de seus olhos e o substituiu com a única coisa que restava da sua infância: um olho de vidro. Ele então costurou metade de um sorriso em seus lábios. No entanto, não conseguiu terminar seu trabalho por causa da dor que sentiu. Vine sabe que falhou em tornar-se belo e deixou cicatrizes. Seu rosto foi mutilado por suas próprias mãos.



















Ele sabe que está danificado. Ele sabe que não vale nada. Tudo o que ele pode fazer é deixar as pessoas felizes, tornando-as suas belas bonecas.

Seu trabalho se tornou bastante popular nos jornais e programas de televisão para exibir sua arte em locais públicos. E ele ama o nome dado pelo público também...

O Fabricante de Bonecas.

- Assim como o papai... Certo?

domingo, 21 de setembro de 2014

A verdadeira e aterrorrizante história do Trupe do palhaço que assustava SP

Em meados dos anos 1990, o jornal "Notícias Populares" acompanhou a investigação sobre um suposto bando, formado por um negro e uma loira, que estavam apavorando São Paulo. Ele, fantasiado de palhaço, e ela, de bailarina, atraíam crianças com balas e doces e depois as jogavam em uma Kombi branca, sumindo em seguida. Passados alguns dias, a criança raptada era encontrada sem os órgãos. Outra característica é que os criminosos escolhiam as vítimas sempre em frente às escolas.
As reportagens sobre o grupo, que ficou conhecido como a Gangue do Palhaço, foram publicadas no "Notícias Populares" entre os dias 20 de maio e 5 de junho de 1995. E, nesses 15 dias, o caso teve grande repercussão, mesmo com o jornal sempre deixando bem claro em suas páginas que o assunto não passava de boato.


Tudo começou por causa de Aline, uma menina de 11 anos, da cidade de Carapicuíba (Grande São Paulo), que estava desaparecida desde o dia 31 de março daquele ano. A partir daí, o boato de que ela teria sido vítima da Gangue do Palhaço se espalhou pelo Estado. Moradores de Cidade Tiradentes, na zona leste da capital, do Capão Redondo, na zona sul, e do município de Osasco, por exemplo, já não deixavam mais seus filhos irem sozinhos à escola.
A polícia, entretanto, sempre afirmou que a gangue nunca havia existido, pois não fora registrado nenhum caso e/ou queixa comprovada sobre o assunto. 
Mesmo diante das negativas da polícia e de o "NP" publicar que tudo não passava de boato, algumas pessoas juravam ter visto os assassinos de crianças. A dona de casa N. E., moradora do Tucuruvi (zona norte), afirmou que o bando havia tentado raptar seus filhos no começo de 1995. "Um negro numa Kombi branca parou em frente de casa e pediu para levar meus filhos para a escola. Não topei, e ele falou que eu ia me arrepender." De acordo com ela, a perua era suspeita. "Não tinha placa, os vidros eram fumês e tinham cortinas", disse.
Infográfico do 'Notícias Populares', em 30 de maio de 1995, exibiu os locais em que havia relatos da Gangue do Palhaço
local por onde o boato passou

Por causa da boataria, palhaços profissionais começaram a perder seus empregos, como revelou reportagem do "NP" publicada em 23 de maio de 1995. Edmilson José da Silva, que trabalhava em Carapicuíba como o palhaço Vuku-Vuku, estava sem emprego havia um mês. "Só de olhar um pôster com meu retrato na rua, eu já vi criança morrendo de medo", dizia.
Vanderlei Costa, o palhaço Mamadeira, um dos sócios do sindicato dos palhaços, disse que a história iria "afastar as crianças dos palhaços".
Além do problema de desemprego, uma palhaça chegou a ser ameaçada de morte, conforme noticiava o "NP" de 30 de maio.
O medo de ataques da Gangue do Palhaço fez com que escolas de Carapicuíba começassem a colocar seguranças para proteger as crianças, como informou o "NP" em 25 de maio.
A partir do momento em que os boatos sobre a gangue se multiplicaram, a polícia não teve mais sossego. A delegacia de Carapicuíba recebia mais de 20 ligações por dia de pessoas apavoradas com o bando. "Ninguém aguenta mais", dizia o delegado da cidade, Brasílio Machado.
Em 5 de junho de 1995, o 'Notícias Populares', com a ajuda de Gil Gomes, encerra a história da Gangue do Palhaço

"O 'bando do palhaço' não existe" foi a manchete da última reportagem da série, publicada no dia 5 de junho. O "NP", a polícia e o repórter Gil Gomes investigaram o caso por dois meses e chegaram à mesma conclusão: tudo não passava de boato.
. Em São Paulo, mesmo com os constantes informes do 'NP' de que a gangue não existia, os relatos sobre a trupe do palhaço mostraram o quão perigoso um boato pode ser, a ponto de causar desemprego, despertar violência e colocar vidas de pessoas em risco.

fonte: http://www.paraiba.com.br/2013/09/18/18397-conheca-a-verdadeira-e-aterrorrizante-historia-do-trupe-do-palhaco-que-assustava-sp

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Foto de acidente no Paraná teria flagrado dois espíritos de mãos dadas

Uma imagem de um acidente com duas mortes, ocorrido na PR 180, próximo de Goioerê, está causando polêmica na Internet. Publicada pelo site Goionews, a foto da tragédia está chamando a atenção porque, para muitas pessoas, é possível enxergar duas pessoas de mãos dadas no alto de um barranco – onde, segundo testemunhas, não havia ninguém no momento da foto.

Se a imagem já causa um certo arrepio, depois que você ler a história do acidente, vai dar mais calafrios. Pois, os supostos espíritos que aparecem na foto acima, para alguns, trata-se da alma das duas mulheres que morreram na colisão – Edna Silva Amaral e Leonice de Lara. Já outros sugerem que, como o filho de Edna faleceu em um acidente nas proximidades do local em que Edna também perdeu a vida, a imagem mostraria o filho vindo buscar a mãe. E claro, há também quem diga que tudo não passa de ilusão de ótica.



E vocês meus caros amigos e minhas caras amigas, o que acham dessa imagem? Ilusão de ótica? Haviam duas pessoas sobre o barranco que as demais testemunhas não notaram? ou essa foto mostra mesmo duas almas recém desencarnadas?

Fonte: http://noitesinistra.blogspot.com.br/2014/09/foto-de-acidente-no-parana-teria.html#more

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O Caso de Reencarnação de James Leininger

Há mais de sessenta anos atrás, um piloto de caça da Marinha norte-americana de vinte e um anos de idade, foi abatido pela artilharia japonesa enquanto realizava uma missão sobre o Pacífico. Assim como muitos outros pilotos mortos no exercício de sua função, ele poderia ter sido esquecido, se não fosse por menino de seis anos de idade chamado James Leininger.
Isso porque há um bom número de pessoas que acredita que o pequeno James é a reencarnação o piloto, incluindo até mesmo as pessoas que conheciam o próprio piloto. Os pais de James, Andrea e Bruce, um casal moderno, educado e instruído, são provavelmente as pessoas menos susceptíveis de viverem uma situação como essa.
No entanto, com o passar do tempo e o surgimento de peças neste impressionante quebra-cabeças metafísico, acabaram se convencendo de que seu filho havia tido uma vida passada.
Desde cedo, James gostava de brincar com mais nada, exceto aviões. Mas ao completar dois anos de idade, algo mudou e James passou a ter pesadelos terríveis relacionados à aviação de guerra. Sua mãe o acordava enquanto ele gritava coisas como: ”avião atingido em chamas; o homem pequeno não consegue sair.”
James assistia apenas a programas para crianças, e seus pais não recordam terem assistido a documentários sobre a Segunda Guerra Mundial, ou mesmo conversado sobre o meio militar. Contudo, com o passar do tempo, Andrea começou a desconfiar de algo estranho. Em um vídeo de James aos três anos de idade, ele passa por um avião como se estivesse fazendo uma verificação pré-voo.
Outra vez, sua mãe comprou para ele um avião de brinquedo, e apontou para o que parecia ser uma bomba na parte de baixo. James a corrigiu, dizendo que aquilo era um tanque externo de combustível. Quando os pesadelos violentos de James pioraram, passando a ocorrer entre três e quatro vezes por semana, a avó de James sugeriu o trabalho da terapeuta Carol Bowman, dedicada ao estudo do fenômeno da reencarnação.
Com a orientação de Bowman, eles começaram a incentivar James para compartilhar suas memórias. Imediatamente os pesadelos começaram a se tornar menos freqüentes, e o menino também começou a se tornar mais articulado quando falava sobre o seu aparente passado. Bowman disse que James estava na idade em que é mais fácil recordar de vidas passadas, pelo fato de os condicionamentos culturais ainda não terem bloqueado esta classe de memória.
Ao longo do tempo, James passou a revelar detalhes sobre a extraordinária vida de um piloto de caça. Isso acontecia principalmente na hora de dormir, quando ele já estava sonolento. Foi quando ele lhes disse que seu avião, um Corsair que vivia tendo seus pneus esvaziados, havia sido atingido pelos japoneses.
Curiosamente, historiadores da aviação e pilotos concordam que os pneus deste avião costumavam sofrer muito desgaste nos pousos. Mas esse é um fato que poderia ser facilmente encontrado em livros ou na televisão.
James ainda contou ao pai que ele tinha decolado de um navio chamado Natoma, e que tinha voado algumas vezes com alguém chamado Jack Larson. Depois de alguma pesquisa, Bruce, o pai de James, descobriu que o Natoma e Jack Larson eram reais. O Baía Natoma era um pequeno porta-aviões no Pacífico, e Larson morava no Arkansas.
Bruce tornou-se obcecado. Pesquisava na internet, consultava registos militares e entrevistava homens que serviram a bordo do Baía Natoma. James havia dito que seu avião foi abatido em Iwo Jima, pois foi atingido em cheio no motor direito. Bruce logo descobriu que o único piloto da esquadra morto em Iwo Jima se chamava James M. Huston Jr.
Ralph Clarbour, um atirador que também decolara do Baía Natoma, diz que seu avião estava ao lado de um pilotado por James M. Huston Jr., durante um ataque perto de Iwo Jima, em 3 de março de 1945. Clarbour disse que viu avião Huston atingido por fogo antiaéreo: “Eu diria que ele foi atingido bem no meio do motor”.
O pai de James passou então a acreditar que seu filho era a reencarnação James M. Huston Jr., e que ele tinha voltado porque havia algo a ser terminado. O casal Leininger resolveu escrever uma carta para a irmã de Huston, chamada Anne Barron, contando a história do menino. E diante de tantos detalhes, que de modo algum ele poderia saber, ela também passou a acreditar.
Infelizmente, as lembranças vivas de James estão começando a desaparecer na medida em que ele vai ficando mais velho. Mesmo assim, ele guardará pelo resto de sua vida duas preciosas recordações: um busto de George Washington e um modelo de um Corsair. Eles estavam entre os objetos pessoais de James Huston durante a guerra em que ele morreu.

Fonte: http://www.sgi.org.br/sonhos/o-caso-de-reencarnacao-de-james-leininger/

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Garota é esfaqueada 19 vezes por colegas que queriam impressionar o Slenderman

Após uma festa do pijama em Milwaukee na sexta-feira, duas adolescentes atraíram outra para uma mata próxima e a esfaquearam 19 vezes, informou a polícia de Wisconsin. As três, todas de 12 anos, eram amigas e estudavam juntas, de acordo com a queixa criminal.

Depois do ataque, a vítima se arrastou em busca de ajuda. A menina ferida foi encontrada por um ciclista no sábado, deitada em uma calçada na cidade de Waukesha, segundo o chefe de polícia Russell Jack. Alguns dos principais órgãos dela foram atingidos, mas ela sobreviveu e está com o quadro estável. Uma das facadas foi perto do coração.


Segundo a investigação, elas tentavam impressionar uma pessoa, “Slenderman”, que conheceram em um site de publicação de histórias de horror. Ele seria o susposto líder do site e, para subir em seu reino, o usuário deveria matar alguém, contou uma das suspeitas à polícia. O personagem é originário dos memes da internet e muitos acreditam que seja uma lenda urbana ou até mesmo um ser sobrenatural.

As acusadas frequentavam a mesma escola que a vítima e participaram juntas de uma festa do pijama na sexta-feira à noite. A polícia identificou as meninas como Morgan Geyser e Anissa Weier.

De acordo com a queixa, elas estavam planejando o ataque desde fevereiro. Primeiro, pensaram em matar a vítima colocando fita adesiva na boca enquanto ela dormia e esfaqueando-a no pescoço. Em seguida, o plano era matá-la em um banheiro, onde haveria um ralo que poderia facilitar a limpeza. No entanto, as adolescentes decidiram executar o plano em um parque durante uma brincadeira de esconde-esconde, segundo informações da polícia.



Read more: http://oglobo.globo.com/mundo/garota-de-12-anos-esfaqueada-19-vezes-por-amigas-no-eua-12700406#ixzz35gSWCc3f

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Abby (Vingadora)

(Oi, pessoal. Eu sou nova aqui e me chamo Sarah. Espero que vocês gostem dessa.)

História

Abigail Edwards sempre foi uma garota feliz, carinhosa e amada. Gostava de fazer novas amizades, de brincar com seu irmão Tommy de 5 anos e, principalmente, de desenhar. Seus pais, Adrian e Bárbara, e seu irmão sempre se encantavam com os desenhos feitos pela garota. Desenhava, principalmente, adolescentes belas e sedutoras, com cabelos enormes que iam até a cintura e vestidos magníficos. Ninguém nunca reclamou da menina; tirava boas notas, todos os professores gostavam dela. Enfim, era uma garota exemplar. Isso até seus 11 anos, quando foram visitar a casa de seus tios John e Kelly.

Sua casa de quatro andares ficava no meio de uma floresta coberta por neve, ao lado de um lago congelado e cintilante. Todos estavam com roupas quentes, pois nevava naquele dia. Por mais bonita que fosse a paisagem, a casa de seus tios continuava feia. A madeira já estava deteriorando, teias de aranhas podiam ser vistas nas janelas, além de ratos saírem de buracos nas paredes. Abby, como preferia ser chamada, sentiu um pouco de nojo ao ver aquilo tudo, e pensar que passariam as férias lá. Por algum motivo estranho, a garota não gostava muito da tia; sismava em dizer que ela era má e que queria machucá-la, mas ninguém acreditava nela. A mãe até que ficava um pouco preocupada, mas nada tão sério; já o pai dizia que a garota era criativa demais. E Tommy, por ser pequeno, pensava que tudo fazia parte de uma brincadeira.

Logo, os tios saíram da casa para cumprimentá-los com o típico: "Olá, crianças. Nossa, como vocês cresceram!". Após tomarem chocolate quente, tia Kelly sugeriu que as crianças patinassem em cima do lago. Como Tommy estava ansioso para ir, Abby concordou, embora não quisesse. Abby sabia patinar bem, e agora ensinava Tommy.

Enquanto Kelly lavava as canecas, John e Adrian saíram de dentro da casa e ficaram perto do portão, conversando. Bárbara decidiu sair também para observar as crianças. Abby e Tommy já estavam longe da casa quando um carro desgovernado atropelou seus pais e seu tio. Tommy não viu nada porque estava caído quando tudo aconteceu, de costas para os familiares. Já Abby, que estava na frente de Tommy ajudando-o a se levantar, presenciou tudo; os corpos já sem vida de sua família voando para longe, batendo nas árvores ao redor da casa. A garota parou de brincar e foi atrás dos corpos. Quando viu seus pais e seu tio mortos, chorou incondicionalmente enquanto o motorista fugia. Kelly saiu de casa e se assustou com a cena, indo atrás do marido, da irmã e do cunhado.

Depois disso, nada foi o mesmo. Um ano depois, Abby e Tommy foram adotados pela tia. Eles já não se lembravam de todos os detalhes do "acidente de carro". A garota doce agora já era mais reservada e solitária; já não desenhava frequentemente e suas personagens e roupas eram mais deprimentes e feias, como a aparência da garota. Abby já não dormia direito há uma semana, pois tinha pesadelos todas as noites.

Quando chegaram na casa, ela parecia mais alegre e animada. Não se via mais teias de aranhas, as madeiras foram consertadas e os ratos foram exterminados. A tia parecia mais alegre do que o normal. Seu cabelo ruivo estava preso e ela usava um vestido azul claro, embora estivesse extremamente frio. A sala de estar era grande e confortável para ambos, foi o que a tia disse. E era mesmo, porém eles ainda desejavam estar na sua antiga sala com os seus pais.

Kelly tinha uma surpresa para as crianças, agora com 12 e 6 anos. Eles a seguiram até a cozinha, onde estava uma grande fotografia delas com seus pais. Tommy adorou a ideia de lembrar de seus pais todos os dias, já Abby sentiu uma imensa vontade de rasgar a foto. Não queria lembrar do acidente todo o dia, muito menos de seus pais e, consequentemente, do jeito que morreram. Era a pior surpresa da vida dela.

Depois de dar uma bronca na menina, tia Kelly mostrou para ambos seus respectivos quartos. A garota só se interessou por uma boneca de pelúcia que, de alguma maneira, se parecia com ela: cabelo castanho claro, liso e comprido, olhos da mesma cor, pele morena e um incrível sorriso estampado no rosto. Logo, deu-lhe o nome de Poder, essa foi a primeira palavra que lhe veio a cabeça naquele instante.

Naquela noite, Abby conseguiu dormir tranquilamente ao lado da boneca. A primeira noite tranquila após vários dias e vários meses. Por tempo limitado, pois no meio da noite a garota se levantou da sua cama ao ouvir um barulho vindo de dentro do seu quarto. Ela olhou ao redor, porém não viu nada. Então, voltou a dormir. Na manhã seguinte, ela se trocou e foi para a escola. Enquanto isso, Tommy explorava a casa, já que iria para a escola somente no outro dia.

A princípio, todos olhavam para Abby. Ela se sentiu assustada, e já não sabia lidar com gente estranha. Em pouco tempo, um garoto se aproximou dela. Seu nome era Augustus, mas todos o chamavam de Gus. Ele era loiro, tinha incríveis olhos azuis e um sorriso encantador. Ele era mais velho que Abby, embora estivessem na mesma sala. Tinha dezesseis anos. Era um dos garotos mais populares da escola inteira, e parecia muito interessado na garota. Abby havia percebido, então procurou o banheiro para ver se estava bonita o suficiente. Depois, Dora Moore e Dawn Adams passavam por perto do banheiro quando viram Abigail saindo correndo do banheiro, alegando de que viu um monstro humanoide de pele preta e olhos vermelhos no espelho.  Logo, as duas adolescentes correram contar para alguns colegas. Só ouvia risadas no corredor. Pessoas rindo de Abby.

A garota, enfurecida, fechou os olhos e começou a chorar. Em pouco tempo, só era possível ouvir seu grito no corredor, implorando que parasse. As risadas haviam cessado. Quando Abby abriu os olhos, as luzes estavam apagadas e os alunos estavam caídos no chão, desmaiados. E um pensamento ficou na cabeça da garota: "Você fez isso... Viu como é poderosa?". Abby começou a rir enquanto um de seus professores Mark Lewis e Gus apareceram. Ela correu para longe e se escondeu na sala do zelador até que as aulas terminassem. Logo, sua tia veio lhe buscar.

Abby lanchou e, como sempre, se dirigia ao seu quarto para ficar trancada lá dentro. Porém foi interrompida por seu irmão, que lhe mostrou uma coisa que havia encontrado no porão da casa. Um colar preto com um pingente de estrela vermelho. Uma estrela específica: a de Satã. Embora as crianças não soubessem, ficaram atraídas pelo acessório. Mas Abby foi a primeira a usá-lo, e não quis tirá-lo mais.

Era de noite quando a garota teve o pior pesadelo de sua vida. Acordou aos berros, e logo viu sua tia parada na porta, assustada. Abby olhou ao redor, e logo viu que não estava na sua cama. Encostada no armário, ela agora olhava para sua cama, onde Poder estaria sentada olhando para ela. Nas paredes, foram escritas as seguintes palavras com sangue de coelhos: "Eles Odeiam", "Morreram", "Me Ame", "Coelhinhos", "Poder", e, principalmente, "Você Não Me Ama?". Abby olhou para suas mãos, coincidentemente com o mesmo líquido vermelho.

A tia, tão enfurecida quanto assustada, disse para Abby segui-la até a cozinha. Abby estava tão confusa, tão assustada. Ela sentou-se em uma das cadeiras, de costas para a tia, esperando receber uma bronca. Mas não foi só isso. A garota se recusou a olhar para trás enquanto ouvia a tia abrir uma gaveta e tirar uma faca de lá.

O pequeno Tommy dormia tranquilamente enquanto a tia machucava Abby, usando o instrumento. Depois da tortura, a garota dirigiu-se ao seu quarto, como Kelly ordenou, e chorou. Passou a noite chorando, abraçando Poder. Ela recusou-se a ir para a escola nas duas semanas seguintes. Quando seus machucados já haviam cicatrizado, a garota foi à escola. Gus a abordou, convidando-a para ir a festa fantasia de sua irmã mais nova, Jullie. Abby aceitou, esquecendo totalmente do castigo que sua tia havia lhe dado por manchar a parede de seu quarto.

Quando chegou em casa, correu contar a novidade para a tia. Kelly gritou com ela, dizendo que não deveria ter aceitado pois ela não iria. Abby tentou convencê-la de qualquer maneira, mas nada a convenceu. A garota abaixou a cabeça. Estava prestes a chorar quando murmurou: "Mamãe deixaria...". Recebeu como resposta: "Mas a sua mãe não está mais aqui!" A garota ergueu a cabeça e encarou a tia. Começou a chorar ao ver a expressão fria de Kelly. Abby correu para o seu quarto e abraçou a boneca, jurando ao mesmo tempo que isso não ficaria daquele jeito.

Na noite da festa, Abby saiu escondida de seu quarto enquanto Kelly e Tommy dormiam. Ela entrou no quarto de sua tia silenciosamente e abriu o seu armário. Procurou por uma roupa que pudesse usar como fantasia, e achou um vestido de noiva todo branco. Ela roubou-lhe o vestido, o ajustou ao seu tamanho e o vestiu. Colocou o colar que seu irmão havia lhe dado e sapatilhas brancas. Penteou o seu cabelo e se maquiou. Ela sorriu por um instante, pois estava tão bonita quanto a eu de seu passado. Decidiu que levaria a boneca Poder junto com ela. E, como combinado, encontrou com Augustus perto da escola. Ela não sabia, mas estava sendo seguida.

Chegou em poucos minutos ao local. Gus a esperava; ele usava uma fantasia de príncipe, inclusive carregava até uma espada falsa no bolso, pensou a menina. Gus a olhou de cima a baixo e sorriu. Abby corou um pouco e sorriu também. Ela perguntou se estava bonita. Ele não respondeu, apenas continuou sorrindo. Caminhou lentamente na direção da garota e tentou beijá-la. Abby, assustada, se afastou. O doce sorriso de Augustus sumiu rapidamente, e logo se transformou num sorriso demoníaco. Abby se afastou ainda mais, porém esbarrou em duas garotas amigas dele: seus nomes eram Amanda Allen e Taylor Campbell. Elas riram da garota enquanto a empurrava ao chão. A menina começou a chorar, e perguntou o que estava acontecendo. Logo, mais dois amigos de Gus; Michael Scott e Josh Hill; apareceram e riram também. Augustus tirou uma espada vermelha da cintura e se aproximou da menina, dizendo: "Você não me ama, Abby?". Ela se afastava enquanto mais alguém chegava perto do grupo. Era seu irmão Tommy.

Tommy tentou defender a irmã, e até mesmo socou a perna de Gus. Porém era mais fraco. Enquanto Michael e Josh seguravam Abby para que ela não ajudasse o irmão, Amanda e Taylor empurraram Tommy. "Sem testemunhas..." sussurrou Augustus.

Depois, ele penetrou a espada no coração do garoto. Tommy tossiu e chamou pela irmã antes de fechar os olhos. Abby, que agora gritava desesperadamente, tentou chegar perto do irmãozinho. Ela foi empurrada ao chão novamente, dessa vez machucou seus cotovelos e joelhos. Gus a chutou no estômago, fazendo com que ela cuspisse seu próprio sangue. As meninas pegaram a espada de Gus e deixaram o cabelo de Abby extremamente curto. Todos começaram a chutá-la. Ela já estava ficando sem forças quando os meninos pegaram a espada e cortaram várias partes do corpo de Abby, principalmente as pernas dela. E, para finalizar, Gus cravou a espada na cintura dela, atingindo o seu estômago. Ela desmaiou devido aos ferimentos, e a última coisa que viu foi a boneca, olhando para ela e sorrindo como sempre.

Augustus estava pronto para matá-la para por um fim na garota. Ele a amava, mas ela nunca o quis, ele pensava. Ela deveria pertencer a ele, somente a ele. Caso o contrário, não iria ser de mais ninguém. Ele puxou o cabelo de Abigail e posicionou a espada sobre seu pescoço. Em poucos segundos, a garota abriu os olhos. Mas ela não era mais a mesma. Seus olhos agora eram vermelhos e pretos, seus lábios estavam mais escuros do que o normal, sua pele adquiria um tom acinzentado. Ela sorriu para os adolescentes que agora recuavam assustados. Seus dentes estavam amarelados e afiados, como presas. Foi quando sangue escorreu de sua boca e fogo saiu de seus olhos. Ela se levantou lentamente e os encarou. A boneca havia sumido. Abby permaneceu lá, enquanto os outros saíam correndo.

Tia Kelly havia acordado há 3 horas e esperava furiosamente por Abby e Tommy que, como ela pensava, haviam fugido juntos para a festa. Ela assistia ao noticiário, onde o apresentador falava que cinco jovens foram encontrados mortos, várias facadas profundas na região do estômago. O mais estranho, na sua opinião, foi que a causa da morte era sufocamento, seguido de ataque cardíaco. Embora não houvesse outro machucado além das facadas, era notável que o assassino usou suas próprias mãos para matá-los, além de seu instrumento que poderia ser uma faca, uma adaga ou até mesmo uma espada. Logo, a tia se preocupou com seus sobrinhos.

Ela ouviu a porta se abrir e suspirou. Kelly nem precisava se virar para ver quem estava lá, de pé, no batente da porta. Ela começou a chamar pela menina, e pediu para que a seguisse até a cozinha. E assim foi feito. A tia se recusava a olhar para a garota. Pensando que seu irmão estava junto dela, ela falou para Tommy ir para o seu quarto enquanto retirava uma faca da gaveta. Ela se virou e deixou a faca cair ao ver sua sobrinha. Ou melhor, sua nova sobrinha. O vestido branco agora estava rasgado e sujo. Cortes em suas pernas e nos seus ombros eram visíveis, além de seu pescoço ter um corte de espada. O cabelo sujo, mais escuro e curto. Em sua mão direita, ela carregava uma espada vermelha; na outra, a cabeça de seu irmão Tommy. Kelly se afastou da menina enquanto ela jogava a cabeça no chão. Ela sorria e encarava a tia com aqueles olhos em chamas. Kelly começou a gritar, mas nada adiantaria. Ninguém ouviria. Abby estendeu a mão em direção a tia. E ela não viu mais nada, somente olhos vermelhos e pretos que a encaravam em meio à escuridão da noite. Ao fundo, a voz de sua sobrinha totalmente alterada, dizendo:

- Ei, coelhinha... Você não me ama?

Relatos

#1 Uma gravação foi encontrada perto dos corpos de quatro policiais que investigavam o massacre da família Perez. Causa da morte: sufocamento seguido de ataque cardíaco.

#2 Uma garota de nove anos foi encontrada morta no seu quarto de brinquedos. Suas bonecas estavam decapitadas. Causa da morte: sufocamento seguido de ataque cardíaco.

#3 O corpo de uma mulher de vinte anos foi encontrado pela mãe da vítima no seu apartamento. Perto dela, uma carta escrita pela vítima. O policial Jeremy White cedeu um pedaço da carta à mídia:

"Eu vi que vinha um carro na sua direção. Eu suspirei, pensando que o motorista a atropelaria. Meu pesadelo iria acabar naquela hora. Eu estava errada. O carro passou pelo corpo dela, como se fosse um fantasma. Ela riu e parou no meio da rua. O seu sorriso desapareceu, como o fogo nos seus olhos. Aqueles olhos vermelhos, que me encaravam o tempo todo. E, em poucos segundos, eu não pude ver mais nada. 

E eu nunca mais verei nada. 

Só o que ela vê.

Só o que ela quer ver.

Eu não tenho escolha.

É tarde para mim.

Mas, em breve, você verá."

E, no final:

"Não tenho ideia do que aconteceu.  Sem digitais. Nada, além de símbolos; símbolos do Demônio. Todo lugar que vamos... Não importa, não temos escolha."



Você... Não... Me... Ama?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

o livro infantil mais terrível já escrito

“Don’t Make Me Go Back, Mommy” (Não me faça voltar, mamãe), é um livro infantil publicado em 1990, escrito pelo autor Doris Sanford. Segundo a descrição do livro:
 “As palavras do texto e os objetos e situações ilustradas são baseados em meses de intensa investigação sobre a natureza e a prática de abuso ritual satânico. Qualquer criança que foi abusada ritualmente vai reconhecer a validade dessa história.”
 O livro foi comercializado principalmente para profissionais de saúde mental, conselheiros escolares, organizações de pais e grupos de apoio. O resumo na parte de trás do livro lê-se:
“Quando os pais de Allison, de cinco anos de idade, começam a notar uma mudança em seu comportamento em casa, eles procuram ajuda profissional para ela. Acham que Allison e outras crianças foram abusadas em rituais em uma creche. Assim começa a recuperação de Allison através de aconselhamento e através de afirmações de seus pais de que não era culpa dela, que ela é preciosa e amada, e eles vão mantê-la segura.”
Embora o livro tenha provavelmente a intenção de ajudar as crianças a reconhecer e identificar sinais de Abuso Ritual Satânico, “Satanic Ritual Abuse” (SRA), ele é no entanto o livro infantil mais terrível já escrito. O livro é escrito em códigos e contém símbolos que apenas vítimas de ARS podem reconhecer, o que torna a leitura do livro de não vítimas uma experiência arrepiante e assustadora.
Aqui estão algumas páginas tiradas do livro:


 a menina diz que "se casou hoje." Atrás da mãe vemos o véu
 do casamento infantil. Embora não explicitamente declarado, esta pégina 
refere-se a vítimas SRA tornando-se "noivas de Satanás" através de 
rituais aterrorizantes realizados pelos manipuladores. 



 No dia do Halloween
, os professores estão vestidos como bruxa e esqueleto. Eles falam do 
aniversário de Becky"que será um ritual oculto.



Aqui vemos Becky de pé e nua no meio de um "círculo mágico", onde um
 ritual satânico está prestes a ocorrer. O professor diz sobre o círculo: "Não há
 como sair, porque não há fim para isso"



A criança aqui refere-se novamente ao abuso codificado como "cirurgia 
mágica".


 Observe onde 
a criança cutuca o coelho branco . 


Nessa imagem a mãe reclama que tem algo de errado com a criança. 

Observe o coelho branco morto ao lado da criança. 



Qual a opinião de vcs sobre isso?

O livro pode ser achado no Amazon: 
http://www.amazon.com/Dont-Make-Back-Mommy-Childhood/dp/0880703679

Fontes: http://vigilantcitizen.com/latestnews/dont-make-go-back-mommy-creepy-childrens-book-satanic-ritual-abuse/

http://danizudo.blogspot.com.br/2014/03/dont-make-me-go-back-mommy-um-livro.html

segunda-feira, 31 de março de 2014

As coisas mais assustadoras que os filhos falaram para seus pais

15 pais foram perguntados "Qual foi a coisa mais assustadora que seu filho já te falou?". As respostas foram aterrorizantes:




1. 
Quando ela tinha três anos nós tínhamos um gato que perdeu seus filhotes. Ela me perguntou se a gente poderia fazer cruzes para eles, o que eu fiz. Quando eu estava fazendo ela me perguntou:

Ela: Não estão muito pequenas?
Eu: Como assim?
Ela: Não vamos pregá-las a eles?
Eu: (depois de um momento de silêncio) Não vamos fazer isso.
Ela: Oh.




2. 
Eu estava colocando meu filho de dois anos para dormir. Ele disse "Adeus, pai". Eu disse "Não, nós falamos boa noite". Ele disse "Eu sei, mas dessa vez é adeus".

3. 
"Vá dormir, não tem nada embaixo da sua cama".
"Ele está atrás de você agora."

4. 
Minha filha de 3 anos olhou para o seu irmão recém nascido por um tempo, depois virou e olhou para mim e disse "Papai, é um monstro... Nós devemos enterrar isso."

5.
Eu estava dormindo e em torno de 6 da manhã eu fui acordado pela cara da minha filha de 4 anos a centímetros da minha. Ela olhou nos meus olhos e sussurrou "eu quero arrancar toda a sua pele".


6. 
Meu bebê estava numa fase que ele falava constantemente "hi" para as coisas. "hi hi hi hi hi hi hi".
Um dia, começou a se parecer mais com "die die die die die".
Então eu perguntei a ela "o que você está falando?"
Ela virou para mim e falou "Diiiiiiiieeeeeeeeeeeee...."

* Hi = Oi em inglês
* Die = Morra em inglês

7. 
A escola católica da minha filha tem mais de 100 anos de idade. Lá tem um porão embaixo do ginásio que é usado como armazém. Um dia eu estava no ginásio e durante o intervalo uma das bolas desceu pela escada. Uma menina estava no topo da escada berrando "joga para mim". Eu fui ver e perguntei com quem ela estava falando e ela me respondeu "com aquele homem grande lá embaixo". Eu desci e não tinha ninguém lá e não tinha outra saída.

Eu perguntei para outras crianças se eles já viram o homem e elas falaram "sim, mas a irmã nos falou para não falar com ele". Eu pedi para descreveram a "irmã" e elas descreveram uma freira.  Não há freiras na escola a 40 anos.

8. 

"Mamãe, olha o que eu aprendi!"
insere a língua dentro da boca da mãe durante o beijo de boa noite
"Eu aprendi em um filme! Significa que você ama alguém!"
A mãe calmamente sai sem falar uma palavra e vai para seu quarto.

9.

Eu estava recentemente em um ônibus e nós paramos do lado de fora de uma clínica. Uma menina estava na cadeira na frente da minha e virou para seu pai e falou "A morte é a médica do pobre homem".

10.
Por que você está chorando?
"Homem mal"
Que homem mal?
"Ali". Aponta para o canto escuro do quarto atrás de mim.
O abajur na escrivaninha perto desse canto caiu no chão assim que eu virei para ver.

Minha filha dormiu no meu quarto nessa noite.

11. 
"Então não devemos joga-lo no fogo?"
Minha filha de 3 anos segurando seu irmão bebê pela primeira vez.

12. 
Ontem meu filho de 3 anos me falou "hoje é o aniversário da [nome da irmã~]!"
Eu entrei em trabalho de parto ontem de noite.

13. 

Minha sobrinha estava sentada no sofá com uma expressão estranha. Sua mãe perguntou o que ela estava pensando, e ela respondeu "Eu estou imaginando as ondas de sangue batendo sobre mim".

Acontece que eles tinham ido a um museu local com uma exibição do sistema circulatório. Uma das atrações era uma caminhada sobre uma veia gigante de sangue, e ela lembrou disso.

14. 

Não foi para mim, mas para sua avô.

Ele estava abraçado com ela e sendo bem fofo (ele tinha três anos nessa época). Ele pegou o rosto dela com suas mãos, trouxe para perto da dele e falou que ela é muito velha e que vai morrer em breve.
Então ele apontou para o relógio.

15.
Minha filha mais nova (5 anos na época) um dia desenhou um monstro preto, olhou para mim e disse "Ele me disse para desenhar isso. Ele está vindo atrás de você. É melhor você se esconder.)

fonte;horadopesadelo
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...