domingo, 29 de junho de 2014

o gatinho



Você está em um dia comum, só que do nada você repara um gatinho ao seu lado,você suspira e continua andando, tentando esquecer o gatinho ao lado.

Quando chega em casa, o gatinho ainda está seguindo você. Você olha para baixo, ele lhe encara com os  seus enormes olhos azuis cor de safira. Você morde seu lábio e vai para dentro guardar as compras.

Você volta lá fora e o gatinho ainda está lá. Ele começa a  gemer novamente. É um som tão solitário e perdido que faz você derreter. Você ajoelhar-se e o carrega. Ele ronrona em seus braços.

No momento em que você terminar de guardar as compras está tarde. Você entra em seu quarto e vai dormir,antes de dormir você  toma a decisão de levar o gatinho para o abrigo de amanhã. Afinal, ele é tão bonito que ele vai ser adotado logo. Você deixa o gatinho dormir ao seu lado, e você cai no sono com o som do ronronar em seus ouvidos.

Quando você acorda, sente o peso  em seu peito e você só consegue ver o azul. O gatinho deve estar tão perto que seus olhos ocupam sua visão. Você chega a tentar movê-lo, mas em vez de um gatinho macio,  suas mãos sentem uma pele humana normal.

Você suspira de surpresa e sentar-se. O 'gatinho' sumiu de seu colo, e você vê que há um menino no lugar. Parece que ele tem cerca de três anos,  ele tem cabelo preto. Ele olha para você com seus penetrantes olhos azuis.

Nessa hora, um casal com o mesmo cabelo negro e olhos azuis vem a sua porta perguntando se você achou o filho deles. Quando você traz o garoto até a porta, eles agradecem por ter cuidado do menino. Eles haviam se perdido dele, enquanto eles estavam caminhando e eles estavam muito preocupados. 

Aparentemente, esta é uma ocorrência normal para eles. Quando você tenta perguntar sobre o gatinho, eles olham com firmeza para o menino, negam a existencia de um gatinho e vão embora deixando sua cabeça cheia de perguntas.

Traduzido: creepypasta.wikia.com/wiki/

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Eu sou Sam

Cheguei as portas do inferno. Entrei sem medo. Eu conheci o Senhor de todo o mal, e nós fizemos um acordo. Eu voltei para a Terra, com uma tarefa. 

Eu tenho que matar 666 pessoas antes de morrer. Se eu fizer isso, vou passar a eternidade como um rei demônio no inferno, com a minha própria legião para comandar. Claro, eu estou muito encantado com essa perspectiva ... 

Há uma condição, porém: eu não posso simplesmente matar pessoas aleatórias. Há um gatilho: se ouvirem um encantamento simples, envolvendo o meu nome, eles são elegíveis para ser meu alvo. Eu consegui fazer o meu trabalho mais fácil, colocando esta magia em uma creepypasta muito famosa, por isso que muitas pessoas vão provavelmente ler. Eu sou muito inteligente, de fato. 

Então, depois de ouvir a sentença mortal, eu o conheço. E, quando você está menos se espera, você vai ver a minha sombra com o canto dos seus olhos. E quando você virar a cabeça para ver o que era aquilo ... será tarde demais. 

Eu estarei esperando até ouvir meu nome novamente...

Eu sou o Sam 



Traduzido: http://creepypasta.wikia.com/wiki

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Garota é esfaqueada 19 vezes por colegas que queriam impressionar o Slenderman

Após uma festa do pijama em Milwaukee na sexta-feira, duas adolescentes atraíram outra para uma mata próxima e a esfaquearam 19 vezes, informou a polícia de Wisconsin. As três, todas de 12 anos, eram amigas e estudavam juntas, de acordo com a queixa criminal.

Depois do ataque, a vítima se arrastou em busca de ajuda. A menina ferida foi encontrada por um ciclista no sábado, deitada em uma calçada na cidade de Waukesha, segundo o chefe de polícia Russell Jack. Alguns dos principais órgãos dela foram atingidos, mas ela sobreviveu e está com o quadro estável. Uma das facadas foi perto do coração.


Segundo a investigação, elas tentavam impressionar uma pessoa, “Slenderman”, que conheceram em um site de publicação de histórias de horror. Ele seria o susposto líder do site e, para subir em seu reino, o usuário deveria matar alguém, contou uma das suspeitas à polícia. O personagem é originário dos memes da internet e muitos acreditam que seja uma lenda urbana ou até mesmo um ser sobrenatural.

As acusadas frequentavam a mesma escola que a vítima e participaram juntas de uma festa do pijama na sexta-feira à noite. A polícia identificou as meninas como Morgan Geyser e Anissa Weier.

De acordo com a queixa, elas estavam planejando o ataque desde fevereiro. Primeiro, pensaram em matar a vítima colocando fita adesiva na boca enquanto ela dormia e esfaqueando-a no pescoço. Em seguida, o plano era matá-la em um banheiro, onde haveria um ralo que poderia facilitar a limpeza. No entanto, as adolescentes decidiram executar o plano em um parque durante uma brincadeira de esconde-esconde, segundo informações da polícia.



Read more: http://oglobo.globo.com/mundo/garota-de-12-anos-esfaqueada-19-vezes-por-amigas-no-eua-12700406#ixzz35gSWCc3f

A maldição de Busby


A cadeira amaldiçoada de Busby  é uma cadeira de carvalho que foi amaldiçoada  por Thomas Busby, um criminoso Inglês, condenado à morte pelo assassinato de seu padrasto, Daniel Auty, com um martelo em 1702.
Em uma pequena aldeia perto da cidade de Thirsk, em North Yorkshire, Inglaterra, fica hoje  uma instituição conhecida como Busby Stoop Inn, um lugar encantador, que pertenceu a Thomas Busby. Muitas testemunhas viram o fantasma de Thomas Busby em sua cadeira.

No entanto, não são essas aparições, mas sua maldição  que tornou-se o  assunto favorito do folclore mítico local.Muitas pessoas que sentavam  na cadeira maldita morriam  pouco tempo depois.
No final do século XIX, um limpador de chaminés e seu amigo brincavam com  a lenda sentando-se  na cadeira Busby repetidamente , eles foram encontrados mortos na manhã seguinte .Uma dúzia de testemunhas incluindo os clientes de hotel atestaram  a veracidade dos fatos.

No século XX, dois pilotos da Royal Air Force discutiam a lenda de Busby, eles  queriam conhecer o "desafio" do condenado. No mesmo dia, o carro bateu em uma árvore: os dois pilotos morreram.

Há várias histórias envolvendo ciclistas e motociclistas, que paravam na pousada para se refrescar e quase todos que se sentavam na cadeira, morriam  em acidentes de carro depois; todos os óbitos ocorridos se davam  logo após a visita ao hotel ....

Em 1970, o proprietário pediu que cadeira fosse  removida do hall. Hoje, os visitantes interessados ​​na maldição de Busby podem  observar a cadeira assombrada no Museu de Thirsk que é onde se encontra hoje. Infelizmente, ou felizmente, não é possível sentar-se ... desde 1978, nenhuma pessoa tem se sentado na cadeira  Busby e as mortes cessaram, mas o hotel virou atração turística e é quase parada obrigatória para quem quer saber mais sobre a Maldição de Busby.

Tradução e adaptação: Marciela Mendes

Fonte: http://marcielamendes.blogspot.com.br/2014/06/a-maldicao-de-busby.html#more

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sexta feira 13



Não se sabe ao certo, mas a origem mais conhecida está no cristianismo. Jesus Cristo teria sido crucificado numa sexta-feira logo após celebrar uma ceia que juntava 13 participantes - ele e os doze apóstolos. Ainda que não haja provas, há indícios também de que a crucificação teria acontecido em uma sexta-feira 13. Mas há outras possíveis versões.

Em 1307, o então rei da França Felipe IV, sentia-se ameaçado pelo poder da igreja dentro de seu país. Como estratégia, ele tentou se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, mas não deu certo. A corporação recusou a entrada do monarca, que ficou extremamente furioso com a recusa. Para se vingar, o rei teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
Outra possibilidade é a de que a maldição da sexta-feira 13 esteja ligada ao processo de cristianização dos povos bárbaros no início do período medieval, quando eles invadiram a Europa. Antes de serem cristãos, os bárbaros eram politeístas e tinham grande adoração por Friga, deusa do amor e da beleza. Uma das estratégias da Igreja Católica para que o processo de conversão fosse bem sucedido, foi demonizar Friga como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com o demônio e onze feiticeiras para rogar pragas contra a humanidade. #tenso


Também é possível que tudo tenha surgido na mitologia. Uma história de origem nórdica conta sobre um grande banquete, em que o deus Odin convocou uma reunião de outras doze grandes divindades. Loki, o deus da discórdia e do fogo, ficou furioso por não ter sido convidado e provocou uma mega confusão na tal reunião, que resultou na morte de uma das mais belas divindades conhecidas, Balder. A moral da história era que um encontro com 13 pessoas sempre termina em tragédia. 



E você, acredita que a sexta-feira 13 é de fato um dia maldito ou é uma data como outra qualquer? Acreditando ou não, preparamos uma lista especial com algumas curiosidades sobre a data e sobre o número 13. 
Veja:
- Qualquer mês que começar em um domingo, terá uma sexta-feira 13. E existe pelo menos uma por ano.
- Vários centros de adoção de animais não doam gatos pretos em dias próximos a sexta-feira 13, semana santa e dia das bruxas para evitar possíveis rituais de sacrifício.
- Parasquavedequatriafobia é o medo de sexta-feira 13.
- Na Itália, o dia do azar é a sexta-feira 17. Já em alguns países de língua hispânica e na Grécia, a terça-feira 13 é um dia de má sorte.
- Vários restaurantes em Paris possuem um serviço peculiar chamado "convidado profissional número 14", para não deixar ninguém com 13 pessoas à mesa.

Fonte:muitointeressante


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Frigorífico Humano

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Sabe, meu trabalho nunca foi o melhor de todos, e acho que nunca vai ser mesmo, na verdade só estou nele porque é de família e acho que ficaria com um peso enorme na consciência se fosse o único irmão que não seguisse o negócio de frigoríficos de nossa família. Meu nome é... Ah, não importa meu nome, isso não vai fazer diferença nenhuma. Enfim, trabalho num frigorífico numa cidade aqui do interior de São Paulo, e desde que eu comecei a trabalhar, é disso aqui que eu vivo.
Comecei quando criança, acompanhando meu pai e meu avô enquanto os dois analisavam os processos e faziam o que eles tinham que fazer, que para mim não tinha diferença nenhuma na época.Anos mais tarde e eu fiquei com um cargo importante, sou o responsável pela gerência de tudo aqui e do andamento dos processos. Não sou o mais velho dos irmãos, ainda sim, sou o mais responsável, e não querendo me gabar, acho que nenhum deles seria bom o bastante para ter esse cargo na empresa.
Era então uma noite de quinta-feira, havíamos embalados os últimos pedaços de carne que já estavam carregados no caminhão e já haviam sido mandados para o açougue. Fora eu, a única pessoa que se encontrava por lá era o nosso porteiro, que ficava em sua guarita bem longe de onde eu estava. Chovia bem de leve e estava um pouco frio, clima que eu particularmente gosto muito. Estava no matadouro, um local que me dá arrepios desde que eu era criança, e até hoje, casado e com filhos na universidade, tenho calafrios quando passo por lá.
Carcaças e restos mortais dos animais estavam empilhados em um canto, o cheiro era repugnante e penetrava em meu nariz quase me sufocando. Havia sangue seco espalhado por muitas partes do chão e havia uma parte em que ele se concentrava especialmente, onde ainda havia aquele líquido vermelho que não havia secado. Andei com cuidado e tapando meu nariz, sempre olhando para onde eu pisava.
Deixei minha prancheta com minhas anotações em cima de uma bancada, e junto dela coloquei minha caneta também. Naquela bancada, que na verdade ainda era parte do matadouro, havia uma cabeça de um boi parada bem ali. Estava, claramente, sem o resto de seu corpo, e tinha os olhos fechados e a boca contorcida numa cara de dor de quando sua cabeça fora arrancada de seu corpo. Tentei ignorar aquilo e segui andando.
A única coisa que faltava era ver se estava tudo em ordem dentro da câmara fria, que era logo no fim dali. Fui acendendo algumas luzes no caminho e apagando outras que eram desnecessárias. Meus passos ecoavam naquela imensidão, onde a única alma viva era eu. Abri a pesada e prateada porta da câmara fria, tomando cuidado e travando-a para que ela não se fechasse quando eu estivesse lá dentro e me fizesse morrer congelado. Provavelmente você deve estar pensando que foi isso que ocorreu, que a porta se fechou comigo lá dentro e eu fiquei isolado num local que fazia menos de dois graus Celsius.
Na verdade eu fiquei preso lá dentro, mas não desse jeito. Enquanto eu andava no meio daquele monte de carne e carcaças penduradas, e tomava cuidado, pois o cheiro era forte lá também, contava o estoque para ter certeza de que não faltava nada. Passava a mão cuidadosamente entre aqueles pedaços dos troncos dos animais pendurados em ganchos e via o sangue pingar no chão.
Facas e muitos outros objetos cortantes estavam deixados de lado numa bancada ali dentro também, junto de pedaços de ossos quebrados e partidos que exigiram muito esforço para serem quebrados. Havia um avental de cor meio verde cheio de manchas de sangue espirradas pendurado próximo à porta.
Já estava próximo de sair quando alguma coisa se movendo me chamou a atenção. As enormes peças de carne penduradas se moveram quando alguém passou a mão nelas, e como num dominó, uma foi levando a outra, balançando-se em um loop infinito. Meio coração gelou e eu peguei uma faca para me defender, mas nesse ato frenético, acabei pisando numa poça de sangue que ainda não havia secado. Bati com minha cabeça no chão e apaguei por tanto tempo que só Deus sabe o quanto foi.
Acordei bem mais tarde, completamente roxo de tanto frio e, o mais incrível, nu. Estava todo trêmulo e levantei assustado procurando minhas roupas. Instintivamente passei minhas mãos pelas minhas partes íntimas, pois jurava que havia sido estuprado enquanto estava desacordado, por sorte, não fora isso. Levantei-me ainda com a cabeça doendo e então me deparei com uma cena que eu queimaria meus olhos para não vê-la mais uma vez. No frigorífico, onde antes os restos mortais dos animais estavam pendidos, agora jaziam restos humanos, dilacerados e partidos. Homens, mulheres, crianças, idosos e jovens, havia de tudo ali.
Havia ainda somente membros separados, pedaços de braços e pernas fincados por um gancho, onde o osso ficava exposto e o sangue caía como a água cai de uma cachoeira. Cabeças também estavam presas naqueles malditos ganchos. Expressões assustadas das pessoas que foram mortas, com os olhos abertos e a língua para fora, cheio de cortes profundos e largos na face. Algumas vezes os olhos haviam sido arrancados da face e restavam somente órbitas negras e profundas, que choravam lágrimas de sangue.
Aturdido e quase tendo um ataque do coração, com um aperto na garganta enorme, eu saí correndo dali, quando de repente, diante de mim, a figura de um boi andando em duas patas, segurando uma prancheta, vestindo um avental ensanguentado e com uma caneta surgiu. Eu caí diante daquele ser demoníaco, sem reação e com vontade de chorar. “Achei o que faltava.” Ele disse como um humano e, de repente, dois outros animais, como ele, surgiram pela porta pesada da câmara fria e me pegaram pelos braços e pernas. Amarraram-me uma corrente pelo pescoço e eu fui então obrigado a ter de andar de quatro se não quisesse ser enforcado.
Com vontade de gritar e chorar, eu fui sendo levado para o matadouro. Ao meu lado, dezenas de bois e vacas com aparências humanóides trabalhavam e faziam suas funções como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Vi o momento desesperador quando uma vaca desceu o facão sobre o pescoço de uma jovem de quinze anos, decepando-a e tirando sua vida. Sua cabeça foi jogada num saco preto, onde jaziam muitas outras cabeças humanas, e o corpo foi levado para outro lugar que eu me recusei a olhar. Todos os humanos estavam nus e presos por correntes, chorando e gritando, sendo constantemente eletrocutados e queimados para pararem de berrar. Manter-me em silêncio nunca pareceu uma tarefa tão difícil.
Entrei então numa câmara menor onde um líquido quente e irritante foi despejado em mim por meio de um chuveiro velho e enferrujado. Conhecia aquele procedimento, estavam limpando meu corpo para o momento do abate. O líquido escorria e invadia meus olhos, eu o fechava e tentava evitar que o líquido entrasse, mas era praticamente impossível, e logo meus olhos estavam tão vermelhos quanto sangue. Tentei me contorcer e me mover, eles então apertaram a corrente em volta do meu pescoço e com uma vara incandescente marcaram minhas costas para eu me calar.
metal quente veio lentamente por trás de mim e se encostou a minha pele fazendo um leve som que rapidamente sumiu, desaparecendo e deixando somente o maldito calor queimando minha pele. Berrei de dor e caí no chão, não aguentado aquela tortura. Cai numa posição fetal, me contorcendo e soltando um grito contido e agoniado. O líquido jogado queimava minha ferida e quando o chuveiro se desligou, eu voltei a ser puxado. Fui sendo guiado por um caminho onde barras de ferro impediam que eu fugisse.
Do lado de fora, conseguia ouvir barulho de armas sendo disparadas e de gritos quando suas vidas eram arrancadas de suas carcaças. Eram tão distantes de mim, mas assim que o grito entrava em meus ouvidos, parecia que a pessoa morta estava do meu lado. Estava tão paranóico que às vezes sentia o toque da pessoa antes de ela morrer, uma ilusão total. Em cima de mim, vi bois retirando leite dos seios de mulheres mais velhas, enquanto elas tinham de ficar paradas sem mover um músculo.
As mulheres ficavam de quatro enquanto os animais despejavam o leite que saía de seus seios em grandes baldes redondos. As mulheres pareciam chorar, mas não podiam fazer som nenhum, caso contrário sua pele seria marcada com uma barra incandescente assim como a minha fora. Elas estavam nuas e tremiam muito. Desviei o olhar daquele inferno, tentando me isolar em minha mente.
Parei então dentro um local circular, onde eu pisava em restos de ossos humanos, que estalavam sob meu peso, e o sangue ali era o bastante para encher um rio. Acima de mim, minha corrente foi presa num gancho numa altura muito elevado. Logo entendi como seria meu fim. Tremendo como uma folha ao vento, tentei tirá-la de meu pescoço, mas foi inútil. Nos últimos segundos, olhei bem nos olhos do mesmo animal que eu encontrara no momento em que acordara, ele ainda segurava sua prancheta e caneta.
O boi fez então um marco na sua prancheta, que indicava que mais um animal havia sido abatido, e logo fez um sinal para que erguessem a corrente. Lentamente, senti a pressão da corrente em volta de meu pescoço aumentando. Desesperado, eu tentava insanamente tirá-la de mim antes que algo pior acontecesse. Percebi então que meus pés estavam deixando o solo e logo eu estava sendo erguido alguns centímetros acima do chão, sempre subindo, e conforme a altura aumentava, minha visão começou a criar pontos brilhantes e a escurecer. Entretanto, o tempo que eu estive erguido antes de minha vida se esvair de mim foi o suficiente para que pudesse ter uma visão completa daquele inferno que eu havia parado.
Porcos, bois e vacas andavam e agiam como pessoas normais, restos humanos eram jogados fora e os ossos eram triturados. Consegui ver um garoto de não mais de cinco anos sendo erguido por uma corrente assim com eu estava sendo, e num grito agudo e desesperado, seu pescoço se quebrou e ele ficou imóvel, pendendo balançando de um lado para o outro. Alguém chegou e em vez de desamarrá-lo, com uma vara afiada, lhe cortou a cabeça, o corpo morto caiu no chão com um baque surdo, partindo restos mortais debaixo de si, e a cabeça caiu e rolou para fora do cercado, ainda a tempo de um porco bípede pegá-la e jogá-la num saco preto sem dar a menor importância. Fechei os olhos e dei um grito mortal quando percebi que não havia mais o que eu pudesse fazer, simplesmente era o fim.
Não senti mais nada depois, somente meu corpo nu sendo erguido para o alto e a vida se esvaindo de meu corpo.Acordei assustado e tremendo ainda no matadouro, de alguma maneira, eu havia adormecido na bancada por ali e tivera aquele pesadelo horrendo. Levantei o mais rápido que pude e peguei minha prancheta e minha caneta, que eu havia deixado ao lado daquela cabeça morta, e se eu havia pensado que o maior choque da minha vida já havia acontecido, estava errado.
A cara do animal, que antes tinha os olhos fechados, agora tinha os olhos tão abertos como nunca e sua expressão de agonia havia dado lugar a algo que eu assemelhava com um sorriso. Na prancheta, novas rasuras haviam sido feitas e meu nome, que ficava sempre no canto superior para identificar que era meu, agora estava riscado com um “X” em cima, e logo ao lado, palavras em vermelhos diziam: Abatido.

fonte: Minilua
Autor: Júnior Mota

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Fotógrafo com ‘paralisia do sono’ registra suas angustias em uma série fotográfica pt. 2

Na matéria anterior, falei do fotógrafo Nicolas Bruno que após ter tido vários   episódios de paralisia do sono, buscou uma maneira de lidar e expressar o trauma, a solução encontrada por Bruno foi fazer uma  série de fotos para ilustra seus pavores e medos e expurga alguns de seus demônios. As fotos:

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A que mais me impressionou, ela representa como a pessoa com paralisia do sono se sente, presa em uma condição entre o sono e a vigília, onde é confrontado com visões aterrorizantes, onde encontra os piores pesadelos e não pode  reagir ou até mesmo gritar:
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fonte:pipoqueiro.com

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fotógrafo com ‘paralisia do sono’ registra suas angustias em uma série fotográfica pt.1

O fotógrafo Nicolas Bruno tem sido assombrado por episódios de paralisia do sono - quando o indivíduo sente que está acordado, mas é incapaz de se mover, falar ou agir - desde os 15 anos de idade.
Enquanto sua mente está presa entre o sono e a vigília, ele é confrontado com visões aterrorizantes, como um intruso no quarto, mas é incapaz de reagir ou até mesmo gritar. Já imaginou o quão angustiante isso seria?
Em busca de uma maneira de lidar e expressar o trauma, Bruno começou a escrever suas experiências e buscar inspiração para a sua fotografia. Esta série de imagens ilustra os pavores e medos do fotógrafo e expurga alguns de seus demônios:

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fonte: pipoqueiro.com

domingo, 25 de maio de 2014

Noite Romântica

Norberto estava num dos dias mais chatos no emprego, e adivinha em pleno aniversário. Na noite anterior teve uma pequena discussão com a mulher, que no dia seguinte ela nem dignou lhe desejar feliz aniversário, um dos motivos para que seu dia estar azedo.
De repente o celular tocou, era uma mensagem de voz da sua mulher:

 Querido... achou que estava esquecido do seu aniversário? Não, não estava! Liguei para deixar um recadinho bem gostoso: hoje a noite terás uma surpresa te esperando na cam...
Bip... bip...

A mensagem tinha sido interrompida mas Norberto nem dignou a preocupar-se porque pensou que era brincadeira da mulher.

O dia tinha terminado e já eram horas de Norberto regressar à casa. Ele arrumou toda a papelada, pegou a sua mala e saiu para pegar o carro que ficava por trás do edifício do seu trabalho. Entrou no carro, ligou a rádio e pôs-se rumo ao seu apartamento. A viagem não durou muito porque o trânsito já estava a ficar mais leve.
Quando chegou à casa e começou a estacionar o carro na garagem, a rádio começou a falhar e de repente começou a tocar uma música clássica bem conhecida, Claire de Lune composta por Claude Debussy. Não ficou muito na garagem porque ele lembrou da surpresa que a mulher guardara. Apanhou sua mala e subiu no elevador até o sexto andar.
Na porta do seu apartamento ele ficou imóvel. Pensou na discussão do dia anterior, embora fosse pequena, a mulher tinha tocado num ponto critico – a separação. E no meio disto tudo, o que foi mais estranho no mínimo, a mulher queria fazer-lhe uma surpresa para o seu aniversário. Ele entrou porta dentro do seu apartamento. Estavam todas a luzes apagadas, mas tinham velas no chão que guiaram-no até a porta do seu quarto. A porta estava entreaberta e de dentro saía uma luz vermelha bem forte. Norberto deu uma risada pensando que a mulher estava preparando para uma reconciliação.
Ele abriu a porta e o que ele viu não era lá muito bem uma reconciliação, era a “outra”, toda contorcida num varão de pole dance. E quando digo contorcida, digo como um pano amarrado a um poste. Tinha os intestinos pra fora da barriga, os globos oculares saindo das orbitas e o chão todo ensanguentado. Quando Norberto decidiu chamar a polícia já era tarde, já estava com um facão espetado na sua espinha vertebral.


A traição é um prato que se como cru... meu bem...



Acesse o Artigo Original: http://www.eutanasiamental.com.br/2014/04/noite-romantica-ou-nem-por-isso.html#ixzz32k1b07Vp

terça-feira, 20 de maio de 2014

Elegância Demoníaca

Era sábado, Camila e suas amigas estavam ansiosas para ir numa festa que iria acontecer no centro da cidade.

Elas se arrumam e pegam o táxi. Ao chegaram à festa elas vão direto ao bar comprar uma bebida.

As amigas de Camila resolvem ir ao banheiro e a deixam tomando conta das bebidas.

Enquanto ela espera, um rapaz bem vestido se senta ao lado dela e puxa conversa. Ele é muito bonito e logo Camila fica encantada com o rapaz.

Ele a convida para conversar do lado de fora da festa e ela aceita. Papo vai, papo vem, ela não resiste e beija o rapaz.

Enquanto trocam beijos o celular de Camila caí e ela se abaixa pra pegar.

Ela pega o celular, mas em seguida a visão que tomaria conta de seus olhos seria a mais assustadora de sua vida.

Ela olha para os pés do rapaz e percebe que no lugar de pés ele possui patas de bode.

Camila desmaia e é encontrada no dia seguinte, visivelmente perturbada.

O que sabe hoje em dia é que ela nunca conseguiu se recuperar daquela noite, e que ela está internada em um hospício.

Relatos dizem que a cada três anos um homem bem vestido vai até o hospício deixar flores pra Camila. A família nunca deixou que ela recebesse as flores.

As flores sempre são rosas e quase sempre vem com um bilhete que diz: Ainda lembro daquela noite.   




fonte: medosensitivo
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