domingo, 21 de setembro de 2014

A verdadeira e aterrorrizante história do Trupe do palhaço que assustava SP

Em meados dos anos 1990, o jornal "Notícias Populares" acompanhou a investigação sobre um suposto bando, formado por um negro e uma loira, que estavam apavorando São Paulo. Ele, fantasiado de palhaço, e ela, de bailarina, atraíam crianças com balas e doces e depois as jogavam em uma Kombi branca, sumindo em seguida. Passados alguns dias, a criança raptada era encontrada sem os órgãos. Outra característica é que os criminosos escolhiam as vítimas sempre em frente às escolas.
As reportagens sobre o grupo, que ficou conhecido como a Gangue do Palhaço, foram publicadas no "Notícias Populares" entre os dias 20 de maio e 5 de junho de 1995. E, nesses 15 dias, o caso teve grande repercussão, mesmo com o jornal sempre deixando bem claro em suas páginas que o assunto não passava de boato.


Tudo começou por causa de Aline, uma menina de 11 anos, da cidade de Carapicuíba (Grande São Paulo), que estava desaparecida desde o dia 31 de março daquele ano. A partir daí, o boato de que ela teria sido vítima da Gangue do Palhaço se espalhou pelo Estado. Moradores de Cidade Tiradentes, na zona leste da capital, do Capão Redondo, na zona sul, e do município de Osasco, por exemplo, já não deixavam mais seus filhos irem sozinhos à escola.
A polícia, entretanto, sempre afirmou que a gangue nunca havia existido, pois não fora registrado nenhum caso e/ou queixa comprovada sobre o assunto. 
Mesmo diante das negativas da polícia e de o "NP" publicar que tudo não passava de boato, algumas pessoas juravam ter visto os assassinos de crianças. A dona de casa N. E., moradora do Tucuruvi (zona norte), afirmou que o bando havia tentado raptar seus filhos no começo de 1995. "Um negro numa Kombi branca parou em frente de casa e pediu para levar meus filhos para a escola. Não topei, e ele falou que eu ia me arrepender." De acordo com ela, a perua era suspeita. "Não tinha placa, os vidros eram fumês e tinham cortinas", disse.
Infográfico do 'Notícias Populares', em 30 de maio de 1995, exibiu os locais em que havia relatos da Gangue do Palhaço
local por onde o boato passou

Por causa da boataria, palhaços profissionais começaram a perder seus empregos, como revelou reportagem do "NP" publicada em 23 de maio de 1995. Edmilson José da Silva, que trabalhava em Carapicuíba como o palhaço Vuku-Vuku, estava sem emprego havia um mês. "Só de olhar um pôster com meu retrato na rua, eu já vi criança morrendo de medo", dizia.
Vanderlei Costa, o palhaço Mamadeira, um dos sócios do sindicato dos palhaços, disse que a história iria "afastar as crianças dos palhaços".
Além do problema de desemprego, uma palhaça chegou a ser ameaçada de morte, conforme noticiava o "NP" de 30 de maio.
O medo de ataques da Gangue do Palhaço fez com que escolas de Carapicuíba começassem a colocar seguranças para proteger as crianças, como informou o "NP" em 25 de maio.
A partir do momento em que os boatos sobre a gangue se multiplicaram, a polícia não teve mais sossego. A delegacia de Carapicuíba recebia mais de 20 ligações por dia de pessoas apavoradas com o bando. "Ninguém aguenta mais", dizia o delegado da cidade, Brasílio Machado.
Em 5 de junho de 1995, o 'Notícias Populares', com a ajuda de Gil Gomes, encerra a história da Gangue do Palhaço

"O 'bando do palhaço' não existe" foi a manchete da última reportagem da série, publicada no dia 5 de junho. O "NP", a polícia e o repórter Gil Gomes investigaram o caso por dois meses e chegaram à mesma conclusão: tudo não passava de boato.
. Em São Paulo, mesmo com os constantes informes do 'NP' de que a gangue não existia, os relatos sobre a trupe do palhaço mostraram o quão perigoso um boato pode ser, a ponto de causar desemprego, despertar violência e colocar vidas de pessoas em risco.

fonte: http://www.paraiba.com.br/2013/09/18/18397-conheca-a-verdadeira-e-aterrorrizante-historia-do-trupe-do-palhaco-que-assustava-sp

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Foto de acidente no Paraná teria flagrado dois espíritos de mãos dadas

Uma imagem de um acidente com duas mortes, ocorrido na PR 180, próximo de Goioerê, está causando polêmica na Internet. Publicada pelo site Goionews, a foto da tragédia está chamando a atenção porque, para muitas pessoas, é possível enxergar duas pessoas de mãos dadas no alto de um barranco – onde, segundo testemunhas, não havia ninguém no momento da foto.

Se a imagem já causa um certo arrepio, depois que você ler a história do acidente, vai dar mais calafrios. Pois, os supostos espíritos que aparecem na foto acima, para alguns, trata-se da alma das duas mulheres que morreram na colisão – Edna Silva Amaral e Leonice de Lara. Já outros sugerem que, como o filho de Edna faleceu em um acidente nas proximidades do local em que Edna também perdeu a vida, a imagem mostraria o filho vindo buscar a mãe. E claro, há também quem diga que tudo não passa de ilusão de ótica.



E vocês meus caros amigos e minhas caras amigas, o que acham dessa imagem? Ilusão de ótica? Haviam duas pessoas sobre o barranco que as demais testemunhas não notaram? ou essa foto mostra mesmo duas almas recém desencarnadas?

Fonte: http://noitesinistra.blogspot.com.br/2014/09/foto-de-acidente-no-parana-teria.html#more

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Matryoshka

Estes dias eu estava falando com Dona Edna, uma senhora idosa, sobre pessoas com personalidades múltiplas. Então, no meio da conversa eu comentei que talvez sofresse deste problema, pois meu comportamento variava muito como se eu fosse criaturas distintas em diversos momentos da vida, mas que eu não chegava a ter um comportamento bipolar que, especificadamente, oscila entre a depressão e a euforia. Assim, minha amiga comentou: 
- Se por acaso você acha que sofre de personalidades múltiplas, eu recomendo ter uma Matryoshka. 
Desta maneira, indaguei: 
- Mastryoshka? O que é isto? 
Edna explicou: 
- São bonecas orientais, que uma vem dentro da outra. Reza a lenda que se uma mulher tem personalidades múltiplas e coloca este brinquedo na cabeceira da sua cama, suas personalidades periféricas vão para dentro desta boneca. Seria como se os vários espíritos existentes no seu corpo formassem uma pessoa só. 
Depois, desta conversa procurei uma Mastryoshka para comprar e, justamente, consegui achar este brinquedo em uma loja de artigos religiosos. Além disto, pesquisei as várias lendas urbanas que acompanham este objeto: 
Lenda Japonesa: 
No Japão antigo, os sete deuses da fortuna eram representados por um boneco principal que continha outros dentro deles. 
No norte todo Japão há a tradição da boneca Kokeshi, que simboliza os espíritos de crianças mortas até os 12 meses de idade. Reza a lenda que estes bebês têm suas almas fixadas dentro das Kokeshis para não se perderem no mundo e nem no limbo. Por isto quando o corpo da criança é queimado, os familiares guardam suas cinzas dentro destas bonecas. 
Lenda Russa: 
No século dezenove, o artista plástico Sergey Malyutin foi até o Japão e se encantou pelas bonecas Kokeshis. Então, pensou: 
- Seria bom se eu fizesse um brinquedo deste modelo. 
Algum tempo se passou e ele decidiu fazer uma boneca de madeira qualquer, pois já tinha se esquecido de sua viagem ao Japão. 
Esta obra de arte ficou muito bonita, por isto ele a colocou na cabeceira da sua cama e a batizou de Mastryoshka. Uma noite o artesão sonhou que esta boneca gostaria de engravidar e ter uma filha para ser feliz. Assim, Sergey esculpiu uma filha para a boneca que batizou de Trioshka. Deste jeito, o artista cerrou a boneca grande ao meio e colocou a filha dentro dela, para que sentisse a sensação de gravidez. Porém, algum tempo depois, Trioshka também pediu um bebê e ele esculpiu outra boneca chamada Oshka, que também pediu por uma filhinha. Porém, 
antes de por o novo brinquedo dentro de Oshka, Sergey teve uma idéia: para evitar que a nova boneca também quisesse um rebento, o artesão pintou um bigode em sua última criação, dando assim, início à lenda que envolve as bonequinhas conhecidas por seu encaixe umas nas outras. 
Lenda da Mamãe Noel: 
Marlene era uma artesã que morava com Marta, sua irmã, que era mãe solteira de sete meninas. A artista sempre sonhava em dar presentes ás suas sobrinhas no Natal, mas não tinha dinheiro. Até que um dia ela teve a idéia de fazer bonecas de madeira em seus momentos de folga. Como esta moça tinha medo que suas sobrinhas descobrissem a surpresa, ela escondia uma boneca dentro da outra. 
Lenda do Guru do Cabral: 
Na cidade de Curitiba, num bairro chamado Cabral, existia um “curandeiro” que tratava de pessoas com várias moléstias, inclusive doenças mentais. Um certo dia, uma mulher trouxe sua filha, que tinha transtornos de personalidades múltiplas, para a tenda deste mago. Naquele instante, o bruxo pegou uma Matryoshka, fez uma oração e a menina voltou ao normal. Mas, no final o benzedor pediu: 
- Todos os espíritos que estavam perturbando a sua filha foram para dentro desta boneca que possui outras bonequinhas dentro. Cada uma delas representa uma alma diferente. Caso alguém abra boneca por boneca, sua filha voltará a ter personalidades múltiplas, pois os espíritos perturbadores se libertarão. 
Reza lenda que depois de um ano, uma criança achou a boneca e retirou as bonequinhas de dentro dela. Por isto a menina voltou a ter várias personalidades, novamente, e foi internada em um hospital psiquiátrico. 

Fonte: mr. malas lendas urbanas

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Escadas

Minha casa é velha. Na verdade, a mais velha do nosso bairro. Nós tentamos mudá-la um pouco para a deixar mais confortável e acho que fizemos um bom trabalho. Colocamos tapetes coloridos no concreto frio e lâmpadas em todos os cantos. Todos os quartos ficaram mais bonitos e modernos, com exceção do porão. Quando eu era criança, eu subia rapidamente pela escada que levava à ele nos momentos em que precisava ter acesso. Eu não sabia o que estava temendo quando fazia isso. Talvez um fantasma, ou algum monstro no escuro que viesse por atrás de mim, esperando que eu fosse me virar para que ele possa me pegar e... bem, eu não saberia dizer o que ele faria comigo.

Mas agora, com 17 anos de idade, eu subo normalmente as escadas do porão, mas agora aqueles meus medos infantis, há muito tempo reprimidos, estão voltando. Eu digo a mim mesmo para calar a boca e me acalmar, mas a parte de trás da minha cabeça me diz para correr, para sair desse lugar agora. Mais do que qualquer coisa, eu queria subir naquelas escadas mais rápido do que um foguete, assim como eu fazia quando era criança, mas então minha sanidade retorna e eu ganho novamente o controle dos meus próprios pés. Eu sinto aquele velho impulso irresistível de olhar por atrás de mim, mas também queria ganhar a batalha contra esta paranoia que estava acontecendo no meu cérebro. Então eu lentamente coloco os meus pés até a escada aparentemente sem fim, com as palmas das mãos suando e meu coração bombando rapidamente.

Dez passos.

E então eu sinto uma mão gelada em volta do meu tornozelo.


Fonte: http://luapalida.blogspot.com.br/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Canibal tentou comer garota de 14 anos

Um homem de 57 anos planejou estuprar, matar e comer uma garota de 14 anos. Prenderam ele, mas ele não está sozinho por ai...


Segundo a Promotoria, o enfermeiro Dale Bolinger usava uma comunidade online de "fetiches obscuros" para falar sobre a decapitação e o canibalismo de mulheres e meninas, como uma forma de satisfazer fantasias sexuais. 

Ele foi preso pela polícia inglesa num esforço conjunto com o FBI, que rastreou um e-mail usado pelo acusado uma investigação em fóruns online sobre estupro, assassinato e canibalismo de mulheres. O FBI teve acesso a registros de conversas travadas por Bolinger na comunidade online. Neles, Bolinger comentava, segundo a acusação, que teria decapitado uma adolescente de 14 anos, comido crianças diante de suas mães e matado e comido uma mulher grávida e seu feto.

'Carne de vitela'

Muitas destas conversas envolviam o ato de comer crianças, às quais ele se referia como uma "boa carne de vitela", segundo depoimentos dados no julgamento.

Ao vasculhar o celular e o computador do acusado, a polícia encontrou arquivos de fotos de crianças com os nomes "jantar; uma já foi, uma à espera", "o churrasco", "o churrasco2" e "o churrasco3". Ele também vinha conversando com uma adolescente mexicana de 14 anos chamada Eva, que vivia na Alemanha.

Em uma das conversas, Bolinger propôs se encontrar com a garota em uma estação de trem e discutiu como faria sexo com ela antes e depois de sua morte.

"Ele disse que mataria ela com um machado ou uma machadinha e depois a comeria", disse o promotor Martin Yale.

Boelinger ainda teria dito que "a ideia de fazer amor e depois comê-la é muito excitante".

Mas Eva, que não foi identificada, nunca apareceu para o encontro, e Bolinger voltou para casa.

Em depoimentos, ele admitiu a posse das imagens encontradas em seu computador, mas nega que tenha tentado se encontrar com a adolescente depois de assediá-la sexualmente e diz que foi à estação de trem porque temia pela segurança da garota.




fonte: http://medob.blogspot.com.br/2014/07/canibal-tentou-comer-garota-de-14-anos.html#.U9FSqPldV1U

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A mãe e seu filho



Às vezes tenho medo, de me recordar desta história, porque eu a presenciei. Até mais, conheci as pessoas que dela participaram. Tinha 13 anos na época, e sempre ia na casa de uma amiga minha, para conversarmos. Ela além de minha amiga era minha vizinha de frente. Sempre que ia na casa da minha amiga, às vezes acabava ouvindo seus pais brigarem, e naquele dia ouvindo seus pais brigarem, por causa do irmão dela (O pai dela brigava muito com ele, às vezes até injustamente) ouvi a mãe dela dizendo que se um dia ela morresse, e ele não cuidasse bem dele, ela viria e buscaria ele. Bem a briga acabou ali e ele disse pra ela nunca mais dizer aquilo, eu me arrepiei inteira. Passado uns meses, precisamente uma semana antes do dia das mães, fui na casa dessa minha amiga, e chegando lá a mãe dela quis falar comigo, achei estranho, porque ela nunca quis falar precisamente comigo. Veio com uma conversa estranha, dizendo que se eu não concordava com ela a respeito do terreno baldio que existia na rua abaixo da nossa, que poderia ser um cemitério, e que era um desperdício de espaço, não ser cemitério, pois assim ficávamos próximos dos nossos entes queridos. Achei estranho o papo, mas meio que concordei.Um dia depois do dia das mães, voltando da escola, vi ela estendendo roupa no varal, fiquei um tempão olhando pra ela, pensando comigo "Coitada da dona Rosa tão esforçada, só trabalha", entrei pra minha casa e fui almoçar. No final da tarde, ouvi a maior gritaria na rua, quando fui ver, minha mãe veio chorando me dizendo que a dona Rosa tinha morrido. Minha nossa, eu não acreditava, como podia, naquela manhã mesmo eu tinha visto ela trabalhando na casa dela!Como a vida era estranha eu não entendia nada daquilo, mas ai eu me lembrei da minha amiga e fui consolar ela. O velório foi muito triste, ela parecia estar apenas dormindo, e olhando pra ela me lembrei da conversa sobre o cemitério, "cruzes" pensei, parece que as pessoas sentem que vão morrer. Depois disso, fiquei mais amiga dos filhos dela, principalmente do filho dela o Marcos, se tornou um irmão pra mim. Sempre que ficava com a garganta inflamada ia na minha casa pegar água mineral, dizendo que era a única que conseguia beber, e as brigas com o pai também aumentaram,a ponto de se baterem, e uma vez o pai chegou a expulsa-lo de casa, foi quando ele ficou uns 6 meses morando com a irmã mais velha, mas acabou fazendo as pazes com o pai e voltou . E assim se passaram quase 6 anos eu já estava completando 19 anos, e no dia do meu aniversário minha amiga foi me dar os parabéns, ele procurando por ela me encontrou e me deu um abraço forte, me disse parabéns. Eu disse que precisava falar com ele, saber como ele estava, pois tinha ouvido por outras pessoas que ele estava namorando, e que ia retomar os estudos. Ele me disse, que queria também falar comigo, mas que naquela hora não podia porque estava com pressa mas que a gente ia se falar, e saiu, me deixando com aquela sensação de vazio. Foi a última vez que falei com ele. Cinco dias depois do meu aniversário, conversando com meu pai, o vi passando na rua, fiquei olhando pra ele até ele sumir da vista e pensei, "precisamos conversar" e no dia seguinte fazendo o almoço para minha mãe ouvi uma gritaria na rua, e ao ir ver, vejo seu pai gritando , meu filho morreu, meu filho morreu, e no rádio anunciando, que um jovem que estava construindo um muro de arrimo tinha morrido soterrado. Eu não acreditava. Meu amigo, meu irmão, quem tinha crescido junto comigo, tinha partido, de uma maneira tão horrível, sem se despedir, sem me dizer o que queria dizer, sem realizar seus sonhos. No velório olhando seu corpo, seu rosto tão sereno no caixão me perguntava, "porque?" E como um gelo na espinha me lembrei que naquela mesma casa a seis anos atrás ouvi uma discussão onde a falecida mãe dele acusava o marido de ser injusto e maltratar o filho, e dizia que se continuasse a maltrata-lo daquele jeito, que se ela morresse e fosse pra um lugar melhor viria buscá-lo. Hoje com 25 anos penso no mistério da nossa vida, no mistério disso que aconteceu, e nas sensações que tenho em relação às pessoas que vão morrer,porque eles não foram os primeiros e nem foram os últimos. Não gosto de sentir isso.

fonte: http://terrormatica.blogspot.com.br/2010/05/lenda-venho-buscar-meu-filho.html

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Poema sobre o diabo em livro infantil

O livro A Máquina de Brincar (Bertrand Brasil, 2005) que foi adotado pelo Governo do Estado de São Paulo através do PNLD, é dividido em duas partes, “Para Ler no Claro” e “Para Ler no Escuro”, um conjunto de vinte e cinco poemas para “nos fazer e curtir na primeira parte e bater os dentes, atemorizados, na segunda”. Metade do livro tem páginas brancas com letras e desenhos coloridos e fala de coisas boas. A outra metade traz poemas impressos em papel pintado de preto e fala de bruxas, fantasmas, castelos em ruínas, seres esquisitos, muito esquisitos… 

As imagens do livro abaixo foram encontradas no Facebook recentemente. Janilda Prada, autora da postagem, disse que sempre incentivou a leitura de seus filhos e deu o livro à sua filha de 9 anos. A garota começou a ler e disse à mãe que havia encontrado algo estranho no livro, numa página que dizia que era para ser lida no escuro. Confiram abaixo o que a garota encontrou:

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O livro divide opiniões, para alguns os poemas não tem nada de mal  e as pessoas que são contras estão sendo  fanáticas.
Para outros, como o pastor presidente da Igreja Adventista nas regiões Norte e Central do Estado, Jair Soares Lima “Esse livro está sendo mensageiro do inimigo de Deus. O diabo não mostra sua cara, mas tem representantes aqui na Terra. E seu alvo maior são as crianças, o futuro do mundo”,


Fontes: miscelanea.biz
gazetaonline.globo.com/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O melhor psicólogo escolar no mundo


Quando eu tinha doze anos, cheguei à conclusão de que todos no mundo, incluindo a minha própria família, me odiava. Eu nunca fui uma criança problemática, mas meus pais sempre estavam me tratado como tal.

Por exemplo, eu precisava estar em casa antes das 17 horas todos os dias. Isso claramente restringida minha quantidade de "tempo para brincar" ao ar livre. Eu não tinha permissão para trazer amigos para brincar em casa, nem permitido a ir à casa de qualquer outro. Eu tinha que fazer a lição de casa logo depois que eu chegava da escola, não importa quanto tempo levasse. Meus pais se recusaram a me comprar qualquer vídeo game e obrigavam a ler livros e, em seguida, escrever um relatório do livro para provar que eu realmente tinha lido.

Agora, mesmo que essas regras listadas acima foram bastante frustrantes para mim quando criança, não foi a coisa que mais me chateou. O que realmente me machuca é a falta de compaixão em nome dos meus pais. Minha mãe era uma mulher amarga que sempre me fez sentir culpado de acidentes ou erros que cometi. Meu pai só demonstrava uma emoção: frustração. A única vez que ele falou comigo foi quando ele gritou comigo para receber os resultados dos testes escolares ou me bater por mau comportamento.

Mas já disse o suficiente sobre eles, vamos falar sobre o psicólogo da minha escola. Para sua própria privacidade, vamos chamá-lo de Dr.Tanner. Como a maioria das escolas secundárias dos Estados unidos, um psicólogo está sempre disponível no campus durante o horário escolar para ajudar todos os estudantes que necessitam de aconselhamento emocional, acadêmico, social, comportamental e etc.

Para ser honesto, eu nunca vi nenhum dos estudantes a falando com o Dr. Tanner. Todos os dias, eu passava por seu escritório no meu caminho ao refeitório a espreitar através de pequena janela de sua porta. Ele sempre estava sozinho ali, trabalhando em algum documento.

Eu imaginava que a maioria das crianças estava com muito medo de falar sobre os seus problemas com um adulto, especialmente para um desconhecido. Por esta razão, eu levei três semanas para reunir coragem suficiente para ir ao seu escritório. 07 de abril de 1993, foi o dia que eu decidi expressar meus problemas ao Dr.Tanner. Durante a pausa para o almoço, eu estava na frente da porta de seu escritório e bati.

Através da janela, eu podia vê-lo levantar a cabeça, sorrir e fazer um movimento para eu entrar, assim eu entrei.

Ele me cumprimentou com a introdução de si mesmo e perguntou o meu nome. Dr.Tanner era um homem de muita de fala mansa que parecia irradiar bondade. Em menos de 30 minutos, eu divagava com o Dr.Tanner sobre o modo que meus pais me tratavam e como eles não se preocupam comigo por nada. Depois de um tempo, minha voz começou a tremer e eu parei de falar. O psicólogo ouviu pacientemente toda minha situação de braços cruzados e sempre concordando com a cabeça. Eu meio que esperava que ele começasse a falar que eu estava enganado e que os meus pais me amavam muito e blá blá blá. Mas ele não o fez.

Dr. Tanner se inclinou para mim com um sorriso no rosto e disse:
- Fique sabendo... eu sou o melhor psicólogo da escola no mundo. Eu prometo que vamos resolver isso.

Eu revirei os olhos.
- Tudo bem, mas como? - Eu perguntei.

- Eu tenho os meus caminhos, sou um homem de palavra. Eu prometo que dentro de apenas um mês, a relação entre você e seus pais vão mudar para melhor. Para sempre.

Após uma breve pausa, ele continuou;

- Porém, eu preciso de você para me faça uma promessa. Você tem que me prometer que vai vir ao meu escritório, depois da escola amanhã e que você não vai contar a ninguém que nós tivemos essa conversa hoje. Será o nosso pequeno segredo.

Eu prometi.

No dia seguinte, voltei para o Dr. Tanner depois da escola. Foi por volta das 16 horas quando entrei em seu escritório. Depois de uma recepção calorosa, ele me pediu para ter me sentar na frente de sua mesa mais uma vez.

Ao me sentar, assisti Dr. Tanner fechar as cortinas da janela, então ele sorriu;
- Agora nós temos toda a privacidade que precisamos!

Começamos a falar sobre os meus gostos e interesses, meus assuntos favoritos na escola, meus professores menos favoritos e coisas desse gênero. Cerca de uma hora de conversa, o Dr. Tanner me ofereceu um refrigerante.

É de bom grado aceitei a oferta, considerando que os meus pais nunca me permitiu beber refrigerante. Dr. Tanner estendeu a mão para o seu frigorífico e tirou duas pequenas garrafas de refrigerante já abertas sobre a mesa.

Depois, continuamos a falar sobre o que estava acontecendo na minha vida, mas não demorou muito para que eu desmaiasse sob o efeito de quaisquer drogas  que o Dr. Tanner colocou na minha bebida.

Levei um minuto ou mais para ajustar a minha visão embaçada ao acordar...

... E quando o fiz, eu não tinha ideia o que pensar.

Eu estava algemado a uma cama e minha boca foi selada com fita adesiva. Eu imediatamente comecei a entrar em pânico, me contorcendo e puxando as algemas, mas desisti logo em seguida.


Meus olhos se arregalaram em descrença depois de olhar ao redor da sala. Havia cartazes de super-heróis fixados ao longo das paredes e fotografias de atletas famosos nas prateleiras. No meio da sala havia uma velha e enorme televisão, um Super Nintendo e vários cartuchos de jogos empilhados ao lado dele.

Eu não sabia o que pensar. Aqui estou eu em uma sala cheia de itens que a maioria das crianças morreria para brincar. Eu provavelmente teria chorado de alegria não tivesse eu sido algemado a uma armação de cama.

Meu estômago afundou mais uma vez quando a porta se abriu e o Dr. Tanner entrou. Ele sentou-se na beirada da cama.

- Agora escute - disse ele - lembre-se que eu estou aqui para ajudá-lo e eu nunca iria machucá-lo, ok?
Dr. Tanner removeu cuidadosamente a fita da minha boca e em seguida, as algemas de minhas mãos.

Meu primeiro instinto foi começar a chorar, mas algo sobre o Dr. Tanner me fez sentir seguro. Ele sorriu para mim.
- Você vai ficar aqui por um tempo e durante este tempo, você tem permissão para brincar com todos os brinquedos nesta sala enquanto eu estou aqui em casa. Mas quando eu sair de casa, eu vou ter que algemá-lo uma de suas mãos de volta para a cama. Você ainda pode assistir televisão, mas eu quero que você assista os canais de notícias quando eu estiver longe.

Sentei-me em silêncio, ainda tentando processar a informação que ele tinha me dado.

- Então... Vá em frente e divirta-se; Eu estarei de volta quando for hora do jantar.

Ele se levantou da cama, atravessou a sala e clicou botão de energia da TV antes de trancar a porta atrás dele.

Vários minutos se passaram antes que eu percebi que o Dr. Tanner não estava brincando. Tudo o que restava para eu fazer era ligar o Nintendo e jogar Mario até o anoitecer.

Por volta das 19 horas, o Dr. Tanner voltou para a sala com dois pratos de purê de batatas e tiras de frango. Eu finalmente reuni coragem para perguntar a ele quanto tempo eu ia ficar neste quarto.
- Bem, cerca de um mês - ele respondeu – ou pode levar apenas algumas semanas. Eu só tenho alguns trabalhos que eu preciso fazer.

Na manhã seguinte, acordei para a mão de Dr. Tanner batendo na minha cabeça.
- Hey camarada, você não tem que acordar agora se você não quiser, apenas preciso colocar isso de volta - ele sussurrou, apertando a algema de aço frio para o meu pulso.

Olhei para ele. Ele estava vestindo uma camisa de colarinho e calças, um casaco coberto por cima do ombro e uma mala ao seu lado. Ele parecia exatamente como ele sempre estava quando eu o vi em torno da escola. Antes de sair, ele colocou o controle remoto perto de mim e disse-me para ligar e assistir o noticiário local.

A primeira coisa que eu vi quando liguei era um segmento de "Notícias de última hora". Um oficial da polícia importante estava em cima de um pódio cercado por pessoas com microfones.

- Temos vários investigadores trabalhando com o objetivo de identificar potenciais sequestradores, mas até agora não há muita evidência. Membros do corpo docente afirmam que o menino tinha sido visto pela última vez por volta das quatro ou cinco da tarde no...

Comecei a me sentir enjoado quando uma fotografia minha apareceu na tela. Era a minha imagem do anuário do ano passado. Legendas para a fotografia exibida meu nome e idade, minha escola, e minha cidade. Acima da minha imagem foram alternando títulos: FBI COMEÇA BUSCA DA CRIANÇA E POSSÍVEL SEQUESTRO EM ESCOLA ESTADUAL.

As filmagens ao vivo continuaram e agora minha mãe e meu pai se aproximaram do pódio. Ambos pareciam ter olhos avermelhados. Lágrimas escorriam pelo rosto de minha mãe quando ela pegou um microfone.

Eu nunca tinha visto tanta emoção vindo de minha mãe antes que ela chorou ao vivo na televisão, gaguejando em frases como - Por favor, devolva o meu bebê de volta para mim – e - Eu sinto muito – e - por favor, traga-o de volta para casa.

Quando meu pai pegou o microfone, eu quase esperava sua atitude fria como sempre, mas ele também tinha lágrimas em seus olhos. Ele implorou ao mundo para trazer seu filho para casa em segurança e por fim implorou por meu perdão!  - Eu sei que não tenho sido o melhor pai, mas porra que eu gostaria de ter sido agora. Por favor, traga meu filho de volta.

Virei à alimentação logo após. Minhas emoções foram misturadas, pois eu nunca tinha visto nenhuma vez o meu pai chorar.

Me sentir miserável que os meus pais estavam sendo submetidos a tanto, mas ao mesmo tempo senti um alívio. Agora eu sabia o quanto minha mãe e meu pai me adoram.

Quase quatro semanas se passaram e o Dr. Tanner tem me tratado com o maior respeito. Ele me deixa na manhã algemado para a estrutura da cama, mas retorna à tarde para almoçar e jantar comigo, também conversávamos e jogávamos vídeo game juntos. Eu nunca teria imaginado o quão bom o Dr. Tanner era no Super Mario.

Mas uma manhã, quando o Dr. Tanner me acordou antes de ir para o trabalho, notei um olhar severo em seu rosto. Eu também percebi que ele tinha acordado três horas mais cedo do que quando ele geralmente me acorda.

- É preciso ver as notícias de hoje. Sem exceções. Eu quero que você mantenha a televisão ligada o dia todo e preste muita atenção às noticias – afirmou ele, severamente.

Eu, é claro, obedeci e o vi sair do quarto.

Cerca de duas horas mais tarde, um segmento de notícias de última hora interrompeu o comercial creme dental que eu estava assistindo. O título era:

RESTOS HUMANOS ENCONTRADOS

Dois homens vestindo ternos, ficaram de lado um do outro e começaram a falar:


- Estamos descontentes para trazer essa notícia triste nesta manhã em relação ao nosso caso de criança desaparecida no início deste mês.

Um dos homens baixou a cabeça enquanto o discurso folheou alguns papéis. Ele continuou:

- Restos de um corpo foram encontrados em um saco de lixo debaixo de um viaduto. O corpo parece ser a de uma criança, embora seja muito difícil distinguir. O corpo foi decapitado e queimado até as cinzas e ossos.

A tela se deslocou para uma visão de helicóptero no alto de uma estrada, dezenas de carros de polícia se reuniram perto do fundo de um viaduto. A voz do homem ainda podia ser ouvida:

- Dentro da sacola a polícia encontrou uma carteira de identidade do ensino fundamental, rotulada como tal.

A tela mostrou o cartão de identificação da escola que eu sempre mantive em minha mochila. O plástico derreteu, mas a minha foto e nome estavam intactos.

Depois a câmera mostrou ao longo de meus pais. Eles estavam sentados entre os jornalistas; O rosto de minha mãe realizou uma careta dolorosa e meu pai chorava com a cabeça para baixo em seus joelhos.

Eu desliguei a televisão nesse ponto.

Dr. Tanner voltou para casa muito tarde. Ele correu para o quarto, abriu minhas algemas e colocou uma garrafa de água na minha mão.

Ele colocou as mãos sobre meus ombros e sorriu.

- Eu te fiz uma promessa, não foi?

Eu balancei a cabeça, lágrimas apertando o seu caminho para fora dos meus olhos.

- Você precisa me fazer uma promessa de novo - ele sussurrou.

Ele me disse que eu precisava beber toda a água na garrafa isso iria me ajudar a dormir, e que a partir de agora, eu sou nunca posso contar a ninguém que eu já conheci. Eu prometi.

- Eu disse que sou o melhor psicólogo escolar no mundo, não foi?

E ele estava certo.

Acordei mais tarde naquela noite, 8 de maio de 1993, véspera do dia das mães, para me encontrar deitado no meio de um parque, as estrelas brilhando brilhantemente em todo o céu noturno. Eu reconheci o parque; que não era muito longe da minha escola.

Um quilômetro e meio abaixo da estrada, eu vi minha casa. As luzes estavam apagadas no interior, mas eu podia ver meu pai sentado no degrau que leva à porta da frente.

Hesitante, eu o chamei. Ele levantou a cabeça lentamente, mas quando viu que era eu, ele ergueu-se, correu para mim de braços abertos, gritando meu nome. Minha mãe abriu a porta e saiu atrás dele.

Dr. Tanner estava certo. As coisas mudaram com a minha família e eu. Meus pais sorriam mais vezes e me trataram com carinho. Eu não poderia pedir um final mais perfeito.

De vez em quando, eu vejo o Dr. Tanner pelo campus e falando de seu escritório. Raramente nós já fazemos contato visual e muito menos falamos um com o outro, mas às vezes ele atira para mim uma piscada e um sorriso.

Eu sempre vou manter minha promessa a ele e fingir que eu nunca o conheci, mas sempre haverá uma questão que sempre vai atormentar minha mente: quem o Dr. Tanner decapitou e jogou abaixo do viaduto?

Fonte: http://sigmapasta.blogspot.com.br/2014/05/o-melhor-psicologo-escolar-no-mundo.html

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A boneca de porcelana


Uma menina muito pobre morava perto de uma fábrica de bonecas de porcelana, lá se vendiam as mais belas bonecas, todas as meninas ricas iam la comprar suas bonequinhas e quando viam a menina tratavam-na com tamanho desprezo.A menina vivia em frente a fábrica se imaginando como uma das crianças ricas comprando aquelas bonequinhas.Uma noite antes de dormir a menininha pobre chamada Silvina rezava pedindo uma bonequinha,durante sua reza escutou uma discussão na fábrica: --Essa boneca está horrível, toda feia e defeituosa, preste mais atenção ao fazer,quer saber, você está despedida!- Dizia a dona da fábrica. 
Nisso Silvina vê uma coisa sendo arremessada pela janela e corre para ver o que era: Uma bela bonequinha de porcelana só que tinha quebrado uma parte do rosto. Correu pra casa colou o rostinho e dormiu com ela.No meio da noite a boneca começou a se mexer, até cair da cama. Silvina acordou, calçou os seus chinelos bem gastos e foi atrás da boneca com muito medo. Escutou uma gargalhada macabra e continuara a procurar a boneca. Silvina foi pra fora de casa procurar, quando viu uma coisa andando lá longe,correu atrás: Era sua boneca!Quando Silvina pegou ela estava com o rostinho novamente quebrado e tinha alguma coisa dentro, retirou a coisa era um papel bem sujo, ela limpou em seu pijama e leu: Eram palavras de magia negra, quando acabou de ler e estava com muito medo, a boneca girou a cabeça abriu um sorriso macabro e retirou outra coisa de dentro do rostinho quebrado: Uma faca,ela esfaqueou Silvina, estrangulou-a e prendeu a alma dela em seu corpo. Dias depois Silvina foi encontrada com o rosto desfigurado, a pele descascada e cheia de sangue, a família nunca entendeu o que aconteceu. A boneca estava do lado dela um pouco suja de sangue, a mãe de Silvina pegou para colocar junto da filha no enterro ou guardar de lembrança, pois eles não tinham foto nenhuma, pois não tinham câmera.Naquela mesma noite a boneca se levantou toda suja e com aquela mesma gargalhada e sorriso macabro matou a família de Silvina.Meses depois da tragédia,a boneca foi encontrada perto de uma casinha pobre onde todos se encontravam novamente mortos.A policia ligou os fatos:Todo lugar onde famílias estavam mortas a boneca de porcelana estava lá,então um dia eles queimaram a boneca,e jogaram em um lago só assim ela parou. Anos depois quando uma família praticava as técnicas de mergulho a filha mais nova em seu mergulho achou a boneca no fundo do lago em meio as pedras,mas a mãe sentiu um mal pressentimento e mandou a filha colocar aonde estava,a menina mergulhou e deixou a boneca no meio das pedras antes de voltar pra beira do lago a menina observou a boneca de novo,e a boneca deu seu sorriso macabro outra vez. Será o Fim? Por isso tome cuidado ao comprar bonecas de porcelana.

fonte: Mr.malas lendas urbanas

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O Caso de Reencarnação de James Leininger

Há mais de sessenta anos atrás, um piloto de caça da Marinha norte-americana de vinte e um anos de idade, foi abatido pela artilharia japonesa enquanto realizava uma missão sobre o Pacífico. Assim como muitos outros pilotos mortos no exercício de sua função, ele poderia ter sido esquecido, se não fosse por menino de seis anos de idade chamado James Leininger.
Isso porque há um bom número de pessoas que acredita que o pequeno James é a reencarnação o piloto, incluindo até mesmo as pessoas que conheciam o próprio piloto. Os pais de James, Andrea e Bruce, um casal moderno, educado e instruído, são provavelmente as pessoas menos susceptíveis de viverem uma situação como essa.
No entanto, com o passar do tempo e o surgimento de peças neste impressionante quebra-cabeças metafísico, acabaram se convencendo de que seu filho havia tido uma vida passada.
Desde cedo, James gostava de brincar com mais nada, exceto aviões. Mas ao completar dois anos de idade, algo mudou e James passou a ter pesadelos terríveis relacionados à aviação de guerra. Sua mãe o acordava enquanto ele gritava coisas como: ”avião atingido em chamas; o homem pequeno não consegue sair.”
James assistia apenas a programas para crianças, e seus pais não recordam terem assistido a documentários sobre a Segunda Guerra Mundial, ou mesmo conversado sobre o meio militar. Contudo, com o passar do tempo, Andrea começou a desconfiar de algo estranho. Em um vídeo de James aos três anos de idade, ele passa por um avião como se estivesse fazendo uma verificação pré-voo.
Outra vez, sua mãe comprou para ele um avião de brinquedo, e apontou para o que parecia ser uma bomba na parte de baixo. James a corrigiu, dizendo que aquilo era um tanque externo de combustível. Quando os pesadelos violentos de James pioraram, passando a ocorrer entre três e quatro vezes por semana, a avó de James sugeriu o trabalho da terapeuta Carol Bowman, dedicada ao estudo do fenômeno da reencarnação.
Com a orientação de Bowman, eles começaram a incentivar James para compartilhar suas memórias. Imediatamente os pesadelos começaram a se tornar menos freqüentes, e o menino também começou a se tornar mais articulado quando falava sobre o seu aparente passado. Bowman disse que James estava na idade em que é mais fácil recordar de vidas passadas, pelo fato de os condicionamentos culturais ainda não terem bloqueado esta classe de memória.
Ao longo do tempo, James passou a revelar detalhes sobre a extraordinária vida de um piloto de caça. Isso acontecia principalmente na hora de dormir, quando ele já estava sonolento. Foi quando ele lhes disse que seu avião, um Corsair que vivia tendo seus pneus esvaziados, havia sido atingido pelos japoneses.
Curiosamente, historiadores da aviação e pilotos concordam que os pneus deste avião costumavam sofrer muito desgaste nos pousos. Mas esse é um fato que poderia ser facilmente encontrado em livros ou na televisão.
James ainda contou ao pai que ele tinha decolado de um navio chamado Natoma, e que tinha voado algumas vezes com alguém chamado Jack Larson. Depois de alguma pesquisa, Bruce, o pai de James, descobriu que o Natoma e Jack Larson eram reais. O Baía Natoma era um pequeno porta-aviões no Pacífico, e Larson morava no Arkansas.
Bruce tornou-se obcecado. Pesquisava na internet, consultava registos militares e entrevistava homens que serviram a bordo do Baía Natoma. James havia dito que seu avião foi abatido em Iwo Jima, pois foi atingido em cheio no motor direito. Bruce logo descobriu que o único piloto da esquadra morto em Iwo Jima se chamava James M. Huston Jr.
Ralph Clarbour, um atirador que também decolara do Baía Natoma, diz que seu avião estava ao lado de um pilotado por James M. Huston Jr., durante um ataque perto de Iwo Jima, em 3 de março de 1945. Clarbour disse que viu avião Huston atingido por fogo antiaéreo: “Eu diria que ele foi atingido bem no meio do motor”.
O pai de James passou então a acreditar que seu filho era a reencarnação James M. Huston Jr., e que ele tinha voltado porque havia algo a ser terminado. O casal Leininger resolveu escrever uma carta para a irmã de Huston, chamada Anne Barron, contando a história do menino. E diante de tantos detalhes, que de modo algum ele poderia saber, ela também passou a acreditar.
Infelizmente, as lembranças vivas de James estão começando a desaparecer na medida em que ele vai ficando mais velho. Mesmo assim, ele guardará pelo resto de sua vida duas preciosas recordações: um busto de George Washington e um modelo de um Corsair. Eles estavam entre os objetos pessoais de James Huston durante a guerra em que ele morreu.

Fonte: http://www.sgi.org.br/sonhos/o-caso-de-reencarnacao-de-james-leininger/
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